Gente, sou meio do avesso às vezes. Sinto muito, mas adoro céu cinza, frio, chuva, neve e gelo. Sabe-se lá porquê eu me sinto mais saudável, mais energizada e mais feliz sem o tão comemorado sol. Talvez porque aqui em Brasília, quando ele aparece, vem geralmente junto calor e às vezes uma sensação de abafamento bem chatinha. Não tenho vocação pra ficar dentro de forno de microondas...
Sim, até gosto do sol, mas quando está muuuuito frio, próximo a zero grau e aí contrabalanceia o frio ou quando ele não acaba com o fresquinho do ambiente. Ou então, quando estou numa praia ou cachoeira.
Acho um absurdo os telejornais apresentar como verdade absoluta o estereótipo de tempo com sol como "tempo bom". Isso é muito relativo. Depende de vários fatores. Para mim aqui seria o contrário.
Em resumo: quero morar na Patagônia, tenho vocação pra pinguim.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A cura é multimídia
Compartilhando uma inspiração intuitiva que tive outro dia... A cura é multimídia: vem pelos olhos, pelos ouvidos, pelo paladar, pelo tato, pelo olfato, não vem por uma só via.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Então se você não troca a foto no Facebook está contra a campanha? Como assim?
Pessoal, hoje resolvi transcrever aqui um pequeno texto que postei no Facebook. Lá, postei apenas a primeira parte, aqui desenvolvo o assunto um pouco mais.
Acho legal essa campanha de trocar as fotinhas de perfil no Facebook em favor da campanha contra a violência infantil (até tentei trocar a minha, mas o computador, a internet e o próprio Facebook não colaboraram comigo). Porém, daí a ficar rotulando quem não trocou de "estar contra a campanha", "ser omisso" ou até mesmo "pedófilo" é esquisito demais. Simplesmente a gente pode estar sem tempo de pesquisar uma fotinha pra botar aqui, ainda mais agora que o Facebook está lento demais... A vida não é 8 ou 80, pessoal. Cuidado ao rotularem os outros. E fica uma sugestão: em vez de botar a foto, ou além de botar a foto, que tal gastar uns 10 minutinhos mandando email e/ou telefonando para o gabinete de determinados deputados mais envolvidos com a questão? Manifestar é importante, não tenho dúvidas, mas mais importante ainda é AGIR, ou tentar AGIR. Afinal, quantas vezes a gente não gasta 10 minutinhos com coisas totalmente à toa?
É incrível como em pleno século XXI a cultura dos rótulos e dos estereótipos segue vigorando. A tecnologia se desenvolve rapidamente enquanto o pensar humano, em geral, continua meio estagnado e seguindo a linha do "8 ou 80". Muitos vão dizer: "Ah, mas isso acontece desde que o mundo é mundo e rótulos e estereótipos são inerentes ao ser humano". Tá, mas acredito que já temos instrumental filosófico e intelectual para romper com isso. A realidade é muito mais complexa do que se possa imaginar, não dá para ser analisada dessa maneira. Quanto mais busco desenvolver, a duras penas, meu espírito crítico, mais repulsa sinto a pensamentos do tipo "isso é totalmente ruim" ou "isso é totalmente bom". Não se trata de ficar "em cima do muro" em vários temas, mas sim de entender as raízes dos fatos, como eles de fato funcionam e a partir daí ter um pensamento autônomo.
Bem dizia meu querido professor Renato Hilário dos Reis lá na UnB, nas aulas do mestrado: "Tenham cuidado com o perigo do alinhamento automático...".
PS: Ai que saudade, querido mestre, dia desses acho que vou degustar uma aula tua como ouvinte pra matar as saudades, tá...
PS: Ai que saudade, querido mestre, dia desses acho que vou degustar uma aula tua como ouvinte pra matar as saudades, tá...
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Vou ficar pelada em frente ao Congresso Nacional e nadar no espelho d´água
Calma, gente, calma...
Sou meio doida, mas ainda não cheguei a tal ponto. Era só um testezinho para ver quantos vão entrar em meu blog para ler o post e quantos vão comentar algo. Só isso e nada mais.
Sou meio doida, mas ainda não cheguei a tal ponto. Era só um testezinho para ver quantos vão entrar em meu blog para ler o post e quantos vão comentar algo. Só isso e nada mais.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sonhos recorrentes
Às vezes, sonho que estou de volta ao colégio no qual estudei o Ensino Médio. Gosto desses sonhos, para mim eles são especiais e tem uma carga significativa específica. Tenho um amigo que também têm sonhos recorrentes com a escola, aliás, a mesma insituição: foi lá que a gente se conheceu. Porém, para ele, sonhar com o colégio é ter um pesadelo...
E você? Tem sonhos recorrentes? Como são?
E você? Tem sonhos recorrentes? Como são?
terça-feira, 3 de maio de 2011
Cirurgia no braço e alegria no coração
Ontem passei por uma cirurgia no braço para retirar um provável "lipoma". Estava bem ansiosa. Menos mal que o médico havia me comentado que era cirurgia rápida e simples, sem mistérios. Ao perguntar quanto tempo duraria tal operação, ele me respondeu, bem humorado: "olha, se eu estiver com preguiça no dia, uns três minutos".
E, de fato, foi assim. Não sei precisar quanto tempo foi, mas com certeza ele não estava com preguiça no dia. Lembro-me que fiquei bem mais tempo no quarto relaxando e esperando minha vez de ser operada do que na sala de cirurgia: cheguei no quarto mais ou menos às 12h30min e me levaram ao centro cirúrgico em torno das 15h, eu acho (Humberto que me corrija, se eu estiver errada). Sentei na cadeira de rodas e fui transportada confortavelmente para lá. Confesso que a aquelas alturas, inexplicavelmente, minha curiosidade já estava empatando com o grau de ansiedade, para meu alívio. Estava até curtindo ser levada para a cirurgia, pois apreciava corredores, paredes e elevador sob outra ótica, num intenso exercício de observação de ambientes.
Chegando ao centro cirúrgico, fiquei esperando um pouquinho ainda numa sala onde havia algumas enfermeiras, por sorte todas simpáticas. Depois, levaram-me para o lugar onde seria operada. Subi no leito e me deitei. Veio uma das enfermeiras e me colocou o soro numa de minhas veias da mão esquerda, para receber uma sedação leve. Só senti uma picadinha rápida, a moça era bem jeitosa. Depois apareceu outra para colocar uma peça de ferro numa de minhas pernas. Fiquei curiosa e perguntei o que era aquilo. Ela me explica que é pra evitar choques no paciente, pois o cirurgião usa bisturi elétrico. Pouco tempo depois, aparece o médico anestesista explicando que iria me anestesiar via soro. Fiquei contentinha em saber disso, pois já estava imaginando o doutor com uma baita seringa na mão....Ainda depois, alguém (não lembro se era ele mesmo) me pergunta se eu já estava um pouquinho zonza (acho que era pra saber se a sedação ou a anestesia ou os dois, sei lá, já estavam fazendo efeito). Sentia uma "zonzeira" leve apenas, confesso que quando tomo algumas cervejas o efeito é mais forte.
O bom é que não havia monotonia ali: cada momento aparecia uma pessoa diferente e fazendo algo também diferente. Enfim, ao final, aparece o cirurgião e começa os trabalhos. Por estranho que pareça, eu estava tranquila. Sei lá o que me deram, mas o negócio é bom mesmo, funciona e o melhor: não senti dor nenhuma. Sentia que o doutor estava mexendo em algo no meu braço, mas nada de dor...bem rapidinho, ele falou: "pronto!" e ainda me perguntou se eu queria ver o que ele havia retirado. Surpresa, fiquei apreciando o tamanho da gordura retirada do tal lipoma. Parecia um punhadinho de gordura amarelada de frango...achei graça ao saber que aquilo tinha saído do meu braço.
Depois de alguns instantes, fui levada até outra sala de maca, onde fiquei um tempinho (creio que mais ou menos meia hora, talvez) e depois me "devolveram" ao quarto com direito ao trajeto visto sob outra perspectiva diferente de corredores, paredes e elevador. Lá descansei mais um pouco e tomei uma saladinha de frutas com torradas. Eu nem sabia que tinha lanche, fiquei feliz quando me avisaram. Afinal, seguindo à risca as recomendações médicas, comi alguma coisa antes das sete da manhã e depois mais nada...
Que bom se toda cirurgia fosse simples assim!
E, de fato, foi assim. Não sei precisar quanto tempo foi, mas com certeza ele não estava com preguiça no dia. Lembro-me que fiquei bem mais tempo no quarto relaxando e esperando minha vez de ser operada do que na sala de cirurgia: cheguei no quarto mais ou menos às 12h30min e me levaram ao centro cirúrgico em torno das 15h, eu acho (Humberto que me corrija, se eu estiver errada). Sentei na cadeira de rodas e fui transportada confortavelmente para lá. Confesso que a aquelas alturas, inexplicavelmente, minha curiosidade já estava empatando com o grau de ansiedade, para meu alívio. Estava até curtindo ser levada para a cirurgia, pois apreciava corredores, paredes e elevador sob outra ótica, num intenso exercício de observação de ambientes.
Chegando ao centro cirúrgico, fiquei esperando um pouquinho ainda numa sala onde havia algumas enfermeiras, por sorte todas simpáticas. Depois, levaram-me para o lugar onde seria operada. Subi no leito e me deitei. Veio uma das enfermeiras e me colocou o soro numa de minhas veias da mão esquerda, para receber uma sedação leve. Só senti uma picadinha rápida, a moça era bem jeitosa. Depois apareceu outra para colocar uma peça de ferro numa de minhas pernas. Fiquei curiosa e perguntei o que era aquilo. Ela me explica que é pra evitar choques no paciente, pois o cirurgião usa bisturi elétrico. Pouco tempo depois, aparece o médico anestesista explicando que iria me anestesiar via soro. Fiquei contentinha em saber disso, pois já estava imaginando o doutor com uma baita seringa na mão....Ainda depois, alguém (não lembro se era ele mesmo) me pergunta se eu já estava um pouquinho zonza (acho que era pra saber se a sedação ou a anestesia ou os dois, sei lá, já estavam fazendo efeito). Sentia uma "zonzeira" leve apenas, confesso que quando tomo algumas cervejas o efeito é mais forte.
O bom é que não havia monotonia ali: cada momento aparecia uma pessoa diferente e fazendo algo também diferente. Enfim, ao final, aparece o cirurgião e começa os trabalhos. Por estranho que pareça, eu estava tranquila. Sei lá o que me deram, mas o negócio é bom mesmo, funciona e o melhor: não senti dor nenhuma. Sentia que o doutor estava mexendo em algo no meu braço, mas nada de dor...bem rapidinho, ele falou: "pronto!" e ainda me perguntou se eu queria ver o que ele havia retirado. Surpresa, fiquei apreciando o tamanho da gordura retirada do tal lipoma. Parecia um punhadinho de gordura amarelada de frango...achei graça ao saber que aquilo tinha saído do meu braço.
Depois de alguns instantes, fui levada até outra sala de maca, onde fiquei um tempinho (creio que mais ou menos meia hora, talvez) e depois me "devolveram" ao quarto com direito ao trajeto visto sob outra perspectiva diferente de corredores, paredes e elevador. Lá descansei mais um pouco e tomei uma saladinha de frutas com torradas. Eu nem sabia que tinha lanche, fiquei feliz quando me avisaram. Afinal, seguindo à risca as recomendações médicas, comi alguma coisa antes das sete da manhã e depois mais nada...
Que bom se toda cirurgia fosse simples assim!
sábado, 30 de abril de 2011
Acordei na sexta-feira e tomei um susto com o vestido amarelo da rainha
Na sexta-feira, Humberto me acordou de manhãzinha para ver o casamento real. Relutante em abandonar os braços de Morfeu, direcionei meus olhos ainda entreabertos na direção da TV. A primeira imagem que me aparece é a da rainha vestida toda de amarelo. Até o chapéu era da mesma cor. Não sei qual era a tonalidade real (sem querer fiz aqui um trocadilho...) daquele amarelo, mas pelo menos em nosso televisor aparecia como amarelo-ovo. Deu vontade de me virar e voltar a dormir na mesma hora. Ou sair correndo...
Mas o pior vinha depois: um festival de chapéus de todos os formatos, cores e gostos: estilo "disco-voador", estilo "com antenas", estilo "Disco-voador com antenas", estilo "Mataram o pavão mas aproveitei as penas", e por aí afora. Lá no sul do Brasil tempos atrás ficaram de bronca com o padre que celebrou um casamento com os noivos e convidados vestidos de acordo com personagens do filme "Shrek", mas em termos de chapéus e, em alguns casos, também dos trajes, esse casamento não ficou tão atrás desse outro....
Nada contra transmitirem o casamento real pela TV. O que me incomoda é o excesso da mídia em cima do fato que, para o restante do mundo, não representa lá grande coisa. E aqui no Brasil? Anos atrás grande parte da população nem votou na monarquia no plebiscito, porque então esse interesse na realeza britânica? Seria o desejo inconsciente de muitos e consciente de outros tantos, mulheres e homens, de acharem seus príncipes ou princesas (ou duquesas...) de sua vida? Não sei explicar...
Lembrei-me agora da observação de um amigo solteiro outro dia num barzinho daqui de Brasília, observando as mulheres. Ele observou em particular uma garota bem alta, muito maquilada, cabelo feito, mas sem elegância nem estilo:
-Nossa, aquela moça parece a Transamazônica...
-Como assim a Transamazônica?
-É comprida e mal acabada....
Depois ele comentou também que muitas mulheres arrumam o cabelo, exageram na maquilagem, procuram vestir-se bem, mas parece que isso tudo de nada adianta. Comentou do valor da beleza natural, da atitude, etc. O casamento real serviu para explicitar isso. Do pouco que vi do casamento, deu para perceber que muitas convidadas estavam a léguas e léguas de distância da beleza e da elegância da noiva...Na verdade, nem coloco muito em destaque a questão da beleza em si, já que nem todas tiveram a sorte de serem lindas como a duquesa Kate, mas é interessante a questão da elegância, da postura e das atitudes, que acabam se transformando também em beleza.
Mas o pior vinha depois: um festival de chapéus de todos os formatos, cores e gostos: estilo "disco-voador", estilo "com antenas", estilo "Disco-voador com antenas", estilo "Mataram o pavão mas aproveitei as penas", e por aí afora. Lá no sul do Brasil tempos atrás ficaram de bronca com o padre que celebrou um casamento com os noivos e convidados vestidos de acordo com personagens do filme "Shrek", mas em termos de chapéus e, em alguns casos, também dos trajes, esse casamento não ficou tão atrás desse outro....
Nada contra transmitirem o casamento real pela TV. O que me incomoda é o excesso da mídia em cima do fato que, para o restante do mundo, não representa lá grande coisa. E aqui no Brasil? Anos atrás grande parte da população nem votou na monarquia no plebiscito, porque então esse interesse na realeza britânica? Seria o desejo inconsciente de muitos e consciente de outros tantos, mulheres e homens, de acharem seus príncipes ou princesas (ou duquesas...) de sua vida? Não sei explicar...
Lembrei-me agora da observação de um amigo solteiro outro dia num barzinho daqui de Brasília, observando as mulheres. Ele observou em particular uma garota bem alta, muito maquilada, cabelo feito, mas sem elegância nem estilo:
-Nossa, aquela moça parece a Transamazônica...
-Como assim a Transamazônica?
-É comprida e mal acabada....
Depois ele comentou também que muitas mulheres arrumam o cabelo, exageram na maquilagem, procuram vestir-se bem, mas parece que isso tudo de nada adianta. Comentou do valor da beleza natural, da atitude, etc. O casamento real serviu para explicitar isso. Do pouco que vi do casamento, deu para perceber que muitas convidadas estavam a léguas e léguas de distância da beleza e da elegância da noiva...Na verdade, nem coloco muito em destaque a questão da beleza em si, já que nem todas tiveram a sorte de serem lindas como a duquesa Kate, mas é interessante a questão da elegância, da postura e das atitudes, que acabam se transformando também em beleza.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Sou de outro planeta
Muitas vezes tenho a impressão que vim de outro planeta. Talvez tenha chegado aqui numa nave como aquela que apareceu na reportagem de uma TV limenha a qual postei no final de semana. Para disfarçar, me enfiaram disfarçadamente na barriga da minha mãe ainda em Mato Grosso do Sul e nasci meio ao acaso lá no Rio de Janeiro. Quem sabe não foi isso que aconteceu?
Outro dia estávamos num churrasco e um dos vizinhos do dono da casa chegou com um monte de maracujás grandões e apetitosos. Inocentemente, peguei um deles, parti ao meio e comecei a comer seu recheio com uma colher. E não é que teve gente que se espantou quando me viu fazendo isso? Ué, pra mim é a melhor e mais saborosa maneira de desfrutar dessa fruta. O quê? Botar açúcar?! Tá doido? Quer estragar meu prazer? Eu tenho mesmo atração pelo azedo. Adoro estraçalhar uma laranja, chupá-la e comer o bagaço todinho. Mas tem de ser laranja pera porque é meio azedinha. Pra mim laranja doce é um dos piores sabores, não consigo gostar nem que me paguem.
Certa noite estávamos de carro com um amigo e passamos na divisa entre o Setor Comercial Sul e o Setor Hoteleiro Sul. Fiquei observando, curiosa, algumas prostitutas fazendo ponto. Vi uma que tinha as pernas belíssimas, quem me dera ter umas pernas daquela. Aí perguntei pro Humberto o que ele achava das pernas da guria. Normal. E não é que nosso amigo achou isso estranho? Ué, mas porquê?!
Um dia descubro de que planeta brotei...
Outro dia estávamos num churrasco e um dos vizinhos do dono da casa chegou com um monte de maracujás grandões e apetitosos. Inocentemente, peguei um deles, parti ao meio e comecei a comer seu recheio com uma colher. E não é que teve gente que se espantou quando me viu fazendo isso? Ué, pra mim é a melhor e mais saborosa maneira de desfrutar dessa fruta. O quê? Botar açúcar?! Tá doido? Quer estragar meu prazer? Eu tenho mesmo atração pelo azedo. Adoro estraçalhar uma laranja, chupá-la e comer o bagaço todinho. Mas tem de ser laranja pera porque é meio azedinha. Pra mim laranja doce é um dos piores sabores, não consigo gostar nem que me paguem.
Certa noite estávamos de carro com um amigo e passamos na divisa entre o Setor Comercial Sul e o Setor Hoteleiro Sul. Fiquei observando, curiosa, algumas prostitutas fazendo ponto. Vi uma que tinha as pernas belíssimas, quem me dera ter umas pernas daquela. Aí perguntei pro Humberto o que ele achava das pernas da guria. Normal. E não é que nosso amigo achou isso estranho? Ué, mas porquê?!
Um dia descubro de que planeta brotei...
terça-feira, 12 de abril de 2011
Aceito sugestões de novos sabores de bombons
Preço de ovo de Páscoa é um absurdo. Só porque é um chocolate em forma diferente as indústrias metem a mão. Como nosso dinheiro aqui em casa não dá em árvore, prefiro fazer uns saquinhos legais bonitinhos e contendo muito mais chocolate do que se eu fosse dar ovo colorido pra cada um da família...sai muuuuuuuuuuito mais em conta e acho que tem maior valor sentimental. Além disso, é uma ótima ocasião para se praticar a criatividade.
O início da Páscoa está se aproximando (sim, digo início da Páscoa porque, na verdade, ela se inicia no chamado "Domingo de Páscoa" e dura 50 dias, deixem só as indústrias de chocolate descobrirem...). Com isso, já estou em plena produção de meus famosos bombons, entre eles o que me parece ser o predileto da galera: o de licor de gianduia com biscoito. Porém, gostaria de receber sugestões de vocês sobre novos sabores a serem explorados. Meses atrás, já fiz com recheios de diferentes tipos de geléias, inclusive de pimenta. Agora gostaria de inovar. E aí, quem me dá novas idéias?
O início da Páscoa está se aproximando (sim, digo início da Páscoa porque, na verdade, ela se inicia no chamado "Domingo de Páscoa" e dura 50 dias, deixem só as indústrias de chocolate descobrirem...). Com isso, já estou em plena produção de meus famosos bombons, entre eles o que me parece ser o predileto da galera: o de licor de gianduia com biscoito. Porém, gostaria de receber sugestões de vocês sobre novos sabores a serem explorados. Meses atrás, já fiz com recheios de diferentes tipos de geléias, inclusive de pimenta. Agora gostaria de inovar. E aí, quem me dá novas idéias?
segunda-feira, 28 de março de 2011
Gente imbecil e egoísta estacionando em lugar proibido no Setor Hospitalar Norte
Eu e Humberto começamos "bem" a semana. Hoje pela manhã estávamos saindo de uma sessão de acupuntura no Setor Hospitalar Norte quando nos deparamos com um fato muito estressante. Quem conhece aquele setor sabe como é problemático: poucas ruas e pouco lugar para estacionar. Isso faz com que muita gente, infelizmente, acabe estacionando em lugar proibido, como ao longo da via.
Hoje, ao tentar sair do Setor (o que fica no finalzinho da Asa Norte) com o carro, perto do Edifício Centro Clínico Norte, a gente se deparou com um senhor em sentido contrário que queria que a gente abrisse espaço a todo custo para ele passar. Só que, antes disso, Humberto havia aberto espaço para dois veículos passarem. Como reza a boa gentileza e, em muitos casos, a questão da fluência no trânsito, o senhor deveria ter deixado a gente passar, pois já tínhamos esperado um pouco (ficaríamos eternamente ali, dando a vez a todo mundo? Não dá, né...). E, além de tudo, a fila de carros atrás de nós já estava aumentando. Os minutos foram passando, e nada da coisa se resolver. Uma tensão brava aumentando e, para piorar, gente que havia estacionado o carro nas laterais da via estava chegando para sair (ou tentar sair) daquela mesma ruazinha.
Do nosso lado esquerdo, uma moça que estava louca para sair de onde estava olhou pra gente com expressão de fuzilamento, como se fôssemos os culpados da confusão toda. Depois ficou falando que tinha de trabalhar (todo mundo, né?). Fiquei sem saber se aquela infeliz com cara de anta era burra mesmo e não sabia o significado da placa "Proibido Estacionar" que estava bem visível ali ou se os pais da coitada não lhe deram noções de como respeitar leis e viver em comunidade.
Pessoal, por mais que aquele setor seja difícil de estacionar, penso que não justifica estacionar em lugar proibido. Aí no caso, nos lados direito e esquerdo das poucas ruas de acesso daquele lugar. Lembrete importante às "antas", burros, egoístas e babacas de plantão que costumam estacionar seus carros até mesmo logo ao lado da placa que manda o contrário: por ali há dois hospitais grandes. E se uma ambulância carregando consigo paciente correndo risco de vida tiver de passar por ali de imediato e não conseguir? Seria bom que eles se lembrassem que um dia, dentro dessa ambulância, pode estar algum familiar ou amigo seu... Desculpem-me apelar assim, mas tem gente que só pensa nas consequências das m... que faz quando é colocado para raciocinar no modo "drama"...
Registrei minha reclamação ao DETRAN pelo fone 156 opção 4, vamos ver no que dá. O rapaz que me atendeu disse que podem demorar até uns 15 dias úteis para dar uma resposta (!!!!). Por via das dúvidas, resolvi ligar para a produção dos jornais locais de várias TVs de Brasília contando o ocorrido e dando o assunto como sugestão de pauta. Pelo menos, esse é um modo produtivo de descarregar a raiva e indignação que senti: vai que alguém se interesse de fato em fazer uma matéria sobre isso, né. Pode servir de alerta pelo menos a alguns motoristas.
Olha, acho perfeita aquela máxima que diz: "Faça o que quiser da sua vida desde que não prejudique o outro". O problema é que a "Cultura Umbigal" anda tendo cada vez mais adeptos...
Peço desculpas por ter usado os termos "anta" e "burro" com conotação ruim...na verdade, os respectivos animais não merecem isso. Agora, agora, pensei em outros adjetivos mais convenientes às pessoas citadas, mas talvez sejam impublicáveis....
Hoje, ao tentar sair do Setor (o que fica no finalzinho da Asa Norte) com o carro, perto do Edifício Centro Clínico Norte, a gente se deparou com um senhor em sentido contrário que queria que a gente abrisse espaço a todo custo para ele passar. Só que, antes disso, Humberto havia aberto espaço para dois veículos passarem. Como reza a boa gentileza e, em muitos casos, a questão da fluência no trânsito, o senhor deveria ter deixado a gente passar, pois já tínhamos esperado um pouco (ficaríamos eternamente ali, dando a vez a todo mundo? Não dá, né...). E, além de tudo, a fila de carros atrás de nós já estava aumentando. Os minutos foram passando, e nada da coisa se resolver. Uma tensão brava aumentando e, para piorar, gente que havia estacionado o carro nas laterais da via estava chegando para sair (ou tentar sair) daquela mesma ruazinha.
Do nosso lado esquerdo, uma moça que estava louca para sair de onde estava olhou pra gente com expressão de fuzilamento, como se fôssemos os culpados da confusão toda. Depois ficou falando que tinha de trabalhar (todo mundo, né?). Fiquei sem saber se aquela infeliz com cara de anta era burra mesmo e não sabia o significado da placa "Proibido Estacionar" que estava bem visível ali ou se os pais da coitada não lhe deram noções de como respeitar leis e viver em comunidade.
Pessoal, por mais que aquele setor seja difícil de estacionar, penso que não justifica estacionar em lugar proibido. Aí no caso, nos lados direito e esquerdo das poucas ruas de acesso daquele lugar. Lembrete importante às "antas", burros, egoístas e babacas de plantão que costumam estacionar seus carros até mesmo logo ao lado da placa que manda o contrário: por ali há dois hospitais grandes. E se uma ambulância carregando consigo paciente correndo risco de vida tiver de passar por ali de imediato e não conseguir? Seria bom que eles se lembrassem que um dia, dentro dessa ambulância, pode estar algum familiar ou amigo seu... Desculpem-me apelar assim, mas tem gente que só pensa nas consequências das m... que faz quando é colocado para raciocinar no modo "drama"...
Registrei minha reclamação ao DETRAN pelo fone 156 opção 4, vamos ver no que dá. O rapaz que me atendeu disse que podem demorar até uns 15 dias úteis para dar uma resposta (!!!!). Por via das dúvidas, resolvi ligar para a produção dos jornais locais de várias TVs de Brasília contando o ocorrido e dando o assunto como sugestão de pauta. Pelo menos, esse é um modo produtivo de descarregar a raiva e indignação que senti: vai que alguém se interesse de fato em fazer uma matéria sobre isso, né. Pode servir de alerta pelo menos a alguns motoristas.
Olha, acho perfeita aquela máxima que diz: "Faça o que quiser da sua vida desde que não prejudique o outro". O problema é que a "Cultura Umbigal" anda tendo cada vez mais adeptos...
Peço desculpas por ter usado os termos "anta" e "burro" com conotação ruim...na verdade, os respectivos animais não merecem isso. Agora, agora, pensei em outros adjetivos mais convenientes às pessoas citadas, mas talvez sejam impublicáveis....
sexta-feira, 11 de março de 2011
Terremoto 8.9 no Japão e susto matutino
Hoje acordei no susto de manhãzinha, com uma notícia na TV sobre o terremoto de 8.9 no Japão com Tsunami. Pelo menos minha tradicional sonolência matutina foi-se embora de uma tacada só...dali a pouco liguei o computador e olhei no MSN para ver se a Cristina, uma prima peruana que mora no Japão, estava por ali. Por sorte estava e consegui contacta-la. Contou-me que havia chegado faz pouco tempo em sua casa vinda do trabalho e ia começar a preparar algo para comer na cozinha: tudo normal. Ufa, graças a Deus...Por sorte mora bem longe da região afetada. Sentiu apenas uns leves movimentos na hora do terremoto grande na costa leste japonesa. Essa era minha preocupação, pois nunca consegui memorizar o nome da cidade onde ela mora: Yokkaichi. Agora resolvi anotar na agenda de vez para não me esquecer e me manter informada. Porém, Cristina tem parentes na região afetada pelo terremoto. Tô torcendo para que todos estejam bem.
Acho que o planeta terra está realmente se cansando dos humanos. Tremores de intensidade fraca ou moderada são normais em vários países, mas esses grandes "pipocando" com frequência aqui e ali estão muito estranhos, além dessas múltiplas inundações não só no Brasil mas em muitas regiões mundo afora.
Será que o afamado ano de 2012 já começou e não me avisaram?!
Acho que o planeta terra está realmente se cansando dos humanos. Tremores de intensidade fraca ou moderada são normais em vários países, mas esses grandes "pipocando" com frequência aqui e ali estão muito estranhos, além dessas múltiplas inundações não só no Brasil mas em muitas regiões mundo afora.
Será que o afamado ano de 2012 já começou e não me avisaram?!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A implicância com algumas palavras
É engraçado, mas tenho implicância com algumas palavras. Uma delas é "merenda". Ela sempre me soou horrorosaaaaaa a meus ouvidos, assim como o verbo "merendar". Prefiro usar a palavra "lanche" mesmo para não perder a fome e não me causar desconforto auditivo. Pode parecer besteira, mas sei lá...idiossincrasias da semiótica pessoal. "Merenda" para mim deveria ser algo relacionado a tecido, costura, algo assim, pois sempre tenho a impressão que essa palavra deveria designar algum tipo específico de "renda", daquelas bem bonitas. Para mim, "merenda" é uma palavra deslocada do sentido que deveria ter.
Quem sou eu para mandar na Língua Portuguesa? Bom, pelo menos tenho a liberdade de fazer essas estranhas elucubrações numa manhã de segunda-feira....
Quem sou eu para mandar na Língua Portuguesa? Bom, pelo menos tenho a liberdade de fazer essas estranhas elucubrações numa manhã de segunda-feira....
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Sentar e escrever
Uma das coisas que mais gosto é ouvir (ou ler) de outros blogueiros sobre seus respectivos processos de criação dos posts. Parece que cada um tem sua maneira de se inspirar e de escrever. Quanto a mim, o ato em si de escrever no blog às vezes se passa em parte na rua, em parte diante do computador. Às vezes, ocorre totalmente na frente da máquina.
Explico melhor: muitas vezes, estou caminhando e me vêm a idéia para um post de maneira espontânea. Ou então, quando ocorre algo interessante durante o dia, anoto mentalmente o fato para escrever depois. Ao chegar na frente do computador, o texto vem de maneira quase automática, parece que eu o "despejo" na tela como alguém que bota a massa do bolo na forma, algo assim. Em outras tantas, sento na frente da máquina sem idéia alguma e ela vem num passe de mágica. É muito louco isso. Talvez a profissão de jornalista tenha me condicionado a ter esse tipo de construção de texto, meio "no vômito" (desculpem-me os que estiverem lanchando agora, mas não resisti a tal comparação, ela é perfeita).
O que me chateia é botar fotos aqui. Não raro levo mais tempo selecionando e botando fotos neste espaço do que escrevendo. Por isso, muitas vezes várias narrativas de viagem são relegadas a segundo, terceiro, quarto planos ou a plano algum...por conta de minha falta de paciência e pelo gasto de tempo para fazer isso. Normalmente aventuras de viagem devem estar quase que obrigatoriamente com as respectivas fotos....
E aí, companheiros blogueiros, como acontece o processo de escrita de vocês?
Explico melhor: muitas vezes, estou caminhando e me vêm a idéia para um post de maneira espontânea. Ou então, quando ocorre algo interessante durante o dia, anoto mentalmente o fato para escrever depois. Ao chegar na frente do computador, o texto vem de maneira quase automática, parece que eu o "despejo" na tela como alguém que bota a massa do bolo na forma, algo assim. Em outras tantas, sento na frente da máquina sem idéia alguma e ela vem num passe de mágica. É muito louco isso. Talvez a profissão de jornalista tenha me condicionado a ter esse tipo de construção de texto, meio "no vômito" (desculpem-me os que estiverem lanchando agora, mas não resisti a tal comparação, ela é perfeita).
O que me chateia é botar fotos aqui. Não raro levo mais tempo selecionando e botando fotos neste espaço do que escrevendo. Por isso, muitas vezes várias narrativas de viagem são relegadas a segundo, terceiro, quarto planos ou a plano algum...por conta de minha falta de paciência e pelo gasto de tempo para fazer isso. Normalmente aventuras de viagem devem estar quase que obrigatoriamente com as respectivas fotos....
E aí, companheiros blogueiros, como acontece o processo de escrita de vocês?
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O discurso da cantora colombiana Shakira em Oxford, na Inglaterra
Ontem, fiquei surpresa com a força do discurso da cantora colombiana Shakira na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Já havia ouvido comentários gerais, inclusive de dois amigos meus que tocaram com ela em alguns momentos anos atrás, sobre sua inteligência, sensibilidade e solidariedade, ultrapassando a mera imagem de pop star mundial. Porém, ainda não havia ouvido uma fala mais prolongada da cantora.
Encontrei esse discurso de Shakira ontem, no blog da costarriquenha Júlia Ardon. Ela fala em inglês, mas no próprio vídeo há legendas em espanhol. Observem sua clareza e desenvoltura. Chega a "dar banho" de conteúdo, consciência e oratória em muitos políticos. Aliás, ela não usa papel nem Powerpoint...Recomendo o vídeo mesmo para quem não é fã da Shakira, pois nele ela não canta nem dança, apenas apresenta suas idéias, acompanhadas da prática (Shakira fundou a Fundação Pés Descalços na Colômbia, voltada para educação de crianças, quando tinha 18 anos).
O link para o blog da Júlia Ardon está aqui.
Encontrei esse discurso de Shakira ontem, no blog da costarriquenha Júlia Ardon. Ela fala em inglês, mas no próprio vídeo há legendas em espanhol. Observem sua clareza e desenvoltura. Chega a "dar banho" de conteúdo, consciência e oratória em muitos políticos. Aliás, ela não usa papel nem Powerpoint...Recomendo o vídeo mesmo para quem não é fã da Shakira, pois nele ela não canta nem dança, apenas apresenta suas idéias, acompanhadas da prática (Shakira fundou a Fundação Pés Descalços na Colômbia, voltada para educação de crianças, quando tinha 18 anos).
O link para o blog da Júlia Ardon está aqui.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Assistir TV na cama: um dos simples prazeres da vida
Ontem à noite estava pensando nos doces e simples prazeres da vida...um deles, pelo menos para mim, é assistir TV deitada na cama, com o controle remoto na mão. Além de me relaxar, há também outra coisa interessante: já que não podemos ter o controle total de tudo que nos acontece na vida, pelo menos podemos ter a ilusão de poderio absoluto quando detemos o controle remoto em nossas mãos. Aquela propaganda chata e sem graça apareceu de novo? O noticiário está te deixando deprimido? A tal da musiquinha "chiclética" tá tocando naquele programa pela milésima vez? Seus problemas acabaram, apenas ao toque de um botão! Ah, se tudo na vida fosse simples assim...
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Espiando o vizinho pela janela
Neste final de semana, reparei que o novo vizinho do bloco ao lado, cujas janelas estão na reta das nossas, deve ser bem festeiro. Chegamos em casa no sábado à noite ouvindo um monte de gente conversando ao mesmo tempo, achei até que o barulho vinha de um restaurante próximo. Que nada, dali a pouco descobri que se tratava, provavelmente, de uma festinha, uma grande reunião de amigos ou algum evento do gênero no apartamento do rapaz em questão. No dia seguinte, ou melhor, na noite seguinte, reparei que o moço estava em sua área de serviço, de luzes apagadas, trabalhando em seu laptop. Flagrei seu momento coletivo do sábado e seu momento solitário do domingo.
O que será que ele faz da vida? Quem são seus amigos? De onde vem sua família? Curiosa, às vezes gosto de fazer exercícios de imaginação olhando as janelas vizinhas. Quando viajo, faço o mesmo: adoro olhar pela janela do ônibus ou do avião e imaginar que pessoas moram em certas casas e prédios. Matando o tempo, às vezes chego a criar pequenos e breves enredos para cada moradia.
É isso aí...uma janela pode se tornar bem mais que uma janela...
O que será que ele faz da vida? Quem são seus amigos? De onde vem sua família? Curiosa, às vezes gosto de fazer exercícios de imaginação olhando as janelas vizinhas. Quando viajo, faço o mesmo: adoro olhar pela janela do ônibus ou do avião e imaginar que pessoas moram em certas casas e prédios. Matando o tempo, às vezes chego a criar pequenos e breves enredos para cada moradia.
É isso aí...uma janela pode se tornar bem mais que uma janela...
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Notícia ruim logo de manhãzinha pela TV não dá!
Ontem acordei mal. Fora algumas dores pelo corpo (será um resfriado?), mil coisas pra fazer antes de viajar, escuto pela TV uma notícia sobre os nomes escolhidos para as secretarias do novo governo do Distrito Federal. Para meu horror, um desses é o de uma pessoa que jamais escolheria para cargo algum, pois eu e mais algumas pessoas fomos prejudicados por ela. Não é implicância minha, tenho motivos concretos de sobra para achar e dizer isso (inclusive documentação por escrito que fiz questão de NÃO jogar fora caso necessite algum dia). Minha vontade é de espalhar aos sete ventos certas coisas mas quase ninguém vai me ouvir. Afinal, não tenho o tal do PODER nas mãos...
Agora imagine a seguinte situação: você é amparado por leis e/ou regras enquanto faz parte de uma determinada instituição mas, por questões, digamos, estatísticas, e de questões políticas obscuras, você é pressionado a abrir mão de seus direitos. Uma das esperanças é recorrer à pessoa que, teoricamente, teria "poder" para resolver isso de maneira inteligente, rápida, da melhor forma possível e sem ninguém sair prejudicado. Porém, essa pessoa, além de não tentar resolver uma situação a qual teria a obrigação de resolver, não olha nos seus olhos e nos de seus colegas numa reunião na qual você e eles estão presentes...puxa, acho que não éramos tão repugnantes assim, OU ÉRAMOS???!!!!
Morro de vontade de citar o nome da pessoa aqui mas prefiro não fazer isso. Sei lá, vai que a infeliz resolve me processar. A princípio, creio que não, pois a figura, aparentemente, não olha para quem "é de baixo". Mas vá que agora com um cargo alto no GDF resolva querer aparecer...tudo bem, tudo bem, aqui se faz, aqui se paga. E não fico mais brava ainda porque, no final, de tão persistentes, eu e meus colegas ganhamos a questão.
Em homenagem à essa figura aí, vai um videoclipe do genial grupo de rock peruano La Sarita. A letra da música está aqui .
Agora imagine a seguinte situação: você é amparado por leis e/ou regras enquanto faz parte de uma determinada instituição mas, por questões, digamos, estatísticas, e de questões políticas obscuras, você é pressionado a abrir mão de seus direitos. Uma das esperanças é recorrer à pessoa que, teoricamente, teria "poder" para resolver isso de maneira inteligente, rápida, da melhor forma possível e sem ninguém sair prejudicado. Porém, essa pessoa, além de não tentar resolver uma situação a qual teria a obrigação de resolver, não olha nos seus olhos e nos de seus colegas numa reunião na qual você e eles estão presentes...puxa, acho que não éramos tão repugnantes assim, OU ÉRAMOS???!!!!
Morro de vontade de citar o nome da pessoa aqui mas prefiro não fazer isso. Sei lá, vai que a infeliz resolve me processar. A princípio, creio que não, pois a figura, aparentemente, não olha para quem "é de baixo". Mas vá que agora com um cargo alto no GDF resolva querer aparecer...tudo bem, tudo bem, aqui se faz, aqui se paga. E não fico mais brava ainda porque, no final, de tão persistentes, eu e meus colegas ganhamos a questão.
Em homenagem à essa figura aí, vai um videoclipe do genial grupo de rock peruano La Sarita. A letra da música está aqui .
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
O que você gostaria de ganhar de presente de natal?
Breve enquete aqui na Esquina. Quem se habilita a tentar responder à pergunta acima? Não vale aquele velho chavão de concurso de miss do tipo "a paz mundial" ou coisas desse tipo, por mais que o desejo seja verdadeiro. Minha proposta é que, se possível, respondam a esta pergunta fazendo um exercício de imaginação: algo inusitado, sei lá.
Eu adoraria ganhar um helicóptero.
Crédito da foto aqui.
Eu adoraria ganhar um helicóptero.
Crédito da foto aqui.
terça-feira, 23 de março de 2010
Terremoto Del Alma, por Pilar Soto
Há dias eu ia colocar o link de um texto muito lindo e sábio escrito por uma chilena no blog da companheira blogueira costariquenha Júlia Ardon e sempre me esquecia. Hoje, felizmente, lembrei-me de fazer isso. Fala sobre a importância das coisas essenciais de nossa vida com simplicidade, força e maestria.
Leiam só o trechinho abaixo:
El terremoto del alma es el más lento de sanar. No nos sirve para ello, el dinero, la tecnología y tantas otras cosas de las cuales nos apoyamos. Todo nos sirve y nos ayuda pero tendremos que pararnos desde adentro para que lo que construyamos afuera sea de una solidez que el próximo remezón no sea capaz de botar.
Já deu para sentir a profundidade da mensagem, né? Não deixem de ler esse texto no blog da Júlia, acredito que está fácil de compreender mesmo para quem não costuma ler em espanhol.
Leiam só o trechinho abaixo:
El terremoto del alma es el más lento de sanar. No nos sirve para ello, el dinero, la tecnología y tantas otras cosas de las cuales nos apoyamos. Todo nos sirve y nos ayuda pero tendremos que pararnos desde adentro para que lo que construyamos afuera sea de una solidez que el próximo remezón no sea capaz de botar.
Já deu para sentir a profundidade da mensagem, né? Não deixem de ler esse texto no blog da Júlia, acredito que está fácil de compreender mesmo para quem não costuma ler em espanhol.
terça-feira, 16 de março de 2010
Ontem me senti um ser estranho no Correio
Até hoje estou enviando pelo correio um cartão de lembrança do meu pai para nossos parentes. Como é gente demais, faço assim: mando geralmente um para cada família. Para os solteiros que não moram com os pais, também mando. Hoje dei uma olhada em minha listinha e já mandei mais de trinta cartões. Acho que agora faltam mais uns dez, por aí, fora os amigos de meu pai que ainda não contei quantos são.
Hoje comentei com um amigo que me sinto estranha indo com envelopes destinados a diferentes países lá na agência do Correio, ainda mais nos tempos de hoje, no qual boa parte dos contatos são feitos e mantidos via internet. Tomara que os atendentes lá não pensem que sou traficante, mafiosa ou qualquer coisa do gênero...eu chego a esperar minha vez de ser atendida com a parte do remetente virada para cima a fim de que ninguém veja o destino dos envelopes, acreditam?
Hoje enviei 9 envelopes: 3 para a Inglaterra, 1 para a Austrália, 1 para o Peru, 2 para a China (Hong Kong e Macau) e 2 para o Rio de Janeiro. Da outra vez, foram 3 para o Peru e 1 para o Japão. E assim por diante...os endereços que estavam certinhos no livrinho do meu pai passei para meu computador a fim de facilitar. Porém, há vários parentes que tenho contato via internet e não tenho o endereço postal. Aí tenho de esperar esses irem me mandando seus respectivos ditos cujos para eu enviar os cartões. Semana passada, para minha surpresa, um dos primos de Lima me repassa o endereço de uma tia nossa em comum mas não soube me dizer o dele próprio (!!!!!). A história ficou mal explicada, não sei se ele é do tipo que sabe chegar em casa sem saber o endereço ou se o pai dele recebe correspondência numa caixa postal...ainda esta semana decifrarei a questão.
Às vezes tenho a impressão de não fazer parte de uma família mas sim de uma multinacional...o interessante é que, com a ausência de meu pai, estou assumindo a correspondência que ele mantinha com alguns tios e primos. Por uma questão de comodismo e maior afinidade com a língua, me correspondia mais com os de língua castelhana e pouquíssimo com os de língua inglesa. Agora, por força das circunstâncias, estou praticando mais o inglês. O que faço para ir mais rápido é digitar a mensagem no Google Tradutor. Aí vejo a tradução feita pelo software (ou sua tentativa) e saio corrigindo os erros. Aliás, alguns bem grosseiros...a palavra "prima" o tal Google tradutor insiste em traduzir como "press" em vez de "cousin"...que horrível! Essa ferramenta não deve ser usada de jeito nenhum por quem não sabe nada de outra língua . Mas para quem estudou alguma coisa, já vale a pena, quebra um galhão se o intuito é elaborar textos simples. É só sair corrigindo com cuidado alguns erros.
Porque será que nós todos no Planeta Terra não falamos o mesmo idioma para facilitar, né?
Hoje comentei com um amigo que me sinto estranha indo com envelopes destinados a diferentes países lá na agência do Correio, ainda mais nos tempos de hoje, no qual boa parte dos contatos são feitos e mantidos via internet. Tomara que os atendentes lá não pensem que sou traficante, mafiosa ou qualquer coisa do gênero...eu chego a esperar minha vez de ser atendida com a parte do remetente virada para cima a fim de que ninguém veja o destino dos envelopes, acreditam?
Hoje enviei 9 envelopes: 3 para a Inglaterra, 1 para a Austrália, 1 para o Peru, 2 para a China (Hong Kong e Macau) e 2 para o Rio de Janeiro. Da outra vez, foram 3 para o Peru e 1 para o Japão. E assim por diante...os endereços que estavam certinhos no livrinho do meu pai passei para meu computador a fim de facilitar. Porém, há vários parentes que tenho contato via internet e não tenho o endereço postal. Aí tenho de esperar esses irem me mandando seus respectivos ditos cujos para eu enviar os cartões. Semana passada, para minha surpresa, um dos primos de Lima me repassa o endereço de uma tia nossa em comum mas não soube me dizer o dele próprio (!!!!!). A história ficou mal explicada, não sei se ele é do tipo que sabe chegar em casa sem saber o endereço ou se o pai dele recebe correspondência numa caixa postal...ainda esta semana decifrarei a questão.
Às vezes tenho a impressão de não fazer parte de uma família mas sim de uma multinacional...o interessante é que, com a ausência de meu pai, estou assumindo a correspondência que ele mantinha com alguns tios e primos. Por uma questão de comodismo e maior afinidade com a língua, me correspondia mais com os de língua castelhana e pouquíssimo com os de língua inglesa. Agora, por força das circunstâncias, estou praticando mais o inglês. O que faço para ir mais rápido é digitar a mensagem no Google Tradutor. Aí vejo a tradução feita pelo software (ou sua tentativa) e saio corrigindo os erros. Aliás, alguns bem grosseiros...a palavra "prima" o tal Google tradutor insiste em traduzir como "press" em vez de "cousin"...que horrível! Essa ferramenta não deve ser usada de jeito nenhum por quem não sabe nada de outra língua . Mas para quem estudou alguma coisa, já vale a pena, quebra um galhão se o intuito é elaborar textos simples. É só sair corrigindo com cuidado alguns erros.
Porque será que nós todos no Planeta Terra não falamos o mesmo idioma para facilitar, né?
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