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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bateu com a cara na porta

Outro dia Sandra, uma de minhas irmãs, chega no apartamento de minha mãe para buscar a Aninha, sua filha. Dali a pouco, vai pra um dos quartos pegar algo. O corredor estava escuro. Da sala, a gente escuta:

- Ai, bati com a cara na porta!

Dois segundos depois:

- Mas quem fechou a porta desse quarto?

Chuva de risos na sala. Ela poderia ter ficado calada, mas fez questão de anunciar em alto e bom som o "mico". E, ainda por cima, quem havia fechado a porta era a Aninha.

sábado, 21 de maio de 2011

Vi 9 cores no arco-íris

Ontem estava com minha sobrinha de 9 anos quando vimos um imenso arco-íris. Comentei com ela que havia conseguido ver 9 cores naquele grande anel celeste. Aninha ficou intrigada e perguntou:

- Mas o arco-íris só tem 7 cores, como é que você tá vendo 9? Eu tô vendo 7 cores nele.

Não sei explicar, mas vi 9 cores sim. E o arco-íris de ontem me parecia, na verdade, duplicado: é como se fosse um com "listras" mais fininho embaixo e, justaposto a este, um com "listras" mais grossas acima. Aí fui mostrando a ela que a primeira cor que eu via de baixo para cima era verde e assim por diante. Aninha já via diferente:

- Mas a primeira cor que vejo de baixo pra cima é rosa....

Estávamos esperando minha mãe sair de uma consulta. Quando saiu, mostramos o arco-íris e perguntamos quantas cores ela via. Minha mãe, simplesmente, respondeu:

- Eu só vejo 3 cores!

Pronto, a coisa complicou. E você, normalmente quantas cores vê num arco-íris?

domingo, 15 de maio de 2011

Já viram um gato com dor de cotovelo?

O já famoso Príncipe Heleno II, gatinho de minha irmã mais nova, estava indócil na semana que passou. Já que todo mundo veio aqui para o almoço do dia das mães, Juliana resolveu trazê-lo junto também. O que ninguém preveria é que ele ficaria tão rebelde e irrequieto por conta da MaluCat Valentina. Ju já o adotou castrado. Porém, desconfiamos que a tal castração foi feita pela metade, pois nunca vimos um gato nesse estado ficar tão louco ao sentir o cheiro de uma gata próxima.

O problema é que a MaluCat provavelmente só se interessa por homens (ops, gatos) mais velhos. Cada vez que o Príncipe tentava chegar perto dela, só ganhava "fuuus!", "arrrhs!" e "vruns!" dela, nada mais. Aliás, todos esses sons estranhíssimos para quem não está familiarizado com gatos, só querem dizer uma coisa no contexto acima citado: "Cai fora, seu pirralho!" Foi um drama só. Eu até pensei em botar um CD de tango para tocar e dar mais dramaticidade às cenas felinas que tivemos a oportunidade de assistir ao vivo aqui em casa, mas fiquei penalizada pelas dores de cotovelo do Príncipe e desisti de minha idéia. Melhor deixar quieto, pois a coisa estava feia. De tão deprimido, ele até fez xixi no corredor do apartamento, coisa que não é de seu feitio. Nem queria mais comer seu célebre patezinho.

Mas por falar em xixi, o pior foi no dia seguinte, na consulta ao veterinário. Ju me contou que ele, depois de receber uma dose da vacina contra a raiva, resolveu se vingar de tudo e de todos em volta. Começou a rodar na mesa do médico, fazendo xixi e espalhando essa sua infalível arma química no doutor, no ajudante do doutor, nela própria, na maca, nos móveis, enfim, deixou Ju morrendo de vergonha. Como veem, a vacina pode funcionar contra um determinado tipo de raiva, mas contra essa mais imediata, não tem efeito algum.

Ao passar dos dias, finalmente, o Príncipe foi se resignando e se acalmando. Segundo minha irmã, agora ele voltou ao seu estado normal. Isso até passar perto de alguma outra gata novamente...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

No Paraguai matam piolhos dos indiozinhos com coca-cola e sal !

Anteontem o primo Éder, que estuda medicina no Paraguai, contou-me como costumam matar os piolhos das cabeças dos indiozinhos naqueles pagos. A fórmula é bem surpreendente e simples: misturam 2 litros de coca-cola com uma colherinha de sal e mandam ver na cabeça das crianças (!!!!!). Deixam a mistura agir alguns minutos na cabeça da garotada e depois os indiozinhos vão se banhar no rio para tirar o exótico "xampu anti-piolhos" de seus cabelos.

Contei o fato ao amigo Sérgio e ele, também impressionado, começou a ter um ataque de riso e de criatividade. Disse que começou a imaginar vários padres jesuítas correndo com garrafas de coca-cola na mão atrás dos indiozinhos. Como riso e criatividade parecem ser contagiosos, entrei na onda também. Lembrei da moda, tempos atrás, de fazer aquela experiência de botar "Menthos" (é um drops de menta com aquela clássica casquinha branca) dentro de garrafas de coca-cola só para ver o líquido sair estourando e espirrando para todos os lados. Aí imaginei vários padres jesuítas com cara de cientista louco segurando as garrafas com "Menthos" dentro e direcionando o jato na cabeça dos indiozinhos, para poder higienizar a cabeça deles de uma maneira mais prática, rápida e divertida para todo mundo. Seria um autêntico "lava-jatos indígena infantil".

Pra completar, ainda surgiu em minha mente uma adaptação dessa história a aquela célebre gozação do "Seus problemas acabaram!" de um dos quadros do programa "Casseta e Planeta", da TV Globo: "Sua cabeça está cheia de piolhos? Seus problemas acabaram! Use Coca-cola com sal, o revolucionário xampu anti-piolhos da fronteira!!!! Mais um produto das organizações Tabajara!!!"

Alguns devem estar se perguntando: mas o que eles tomaram para ter tantas idéias escalafobéticas? Não faço idéia. Coca-cola é que não foi...

sábado, 7 de maio de 2011

Foto fofinha do gatinho de minha irmã mais nova

Uma de minhas irmãs, Juliana, tem um gatinho muito lindo chamado Príncipe Heleno II. O fofo é tão moderninho que tem até Facebook e Ju volta e meia coloca umas fotos interessantes dele lá. Uma de minhas prediletas é essa aí.

Quem vai preparar o almoço do dia das mães amanhã sou eu. Como veem, precisarei ter cuidado com presenças fortuitas em minha cozinha....

Crédito da foto: Juliana Cristina Francisco.

domingo, 20 de março de 2011

Humberto cai da cadeira na agência do "Na Hora" da rodoviária

Ontem pela manhã eu e Humberto fomos fazer novas identidades. Chegamos em torno de 7h15min lá na agência do "Na Hora" na rodoviária, pegamos a senha e ficamos esperando sentados a vez de sermos atendidos. Como ficamos um tempinho em pé na fila para aguardar a abertura do "Na Hora", quando Humberto sentou, fez aquela cara de felicidade e foi só se esticando, todo satisfeito, para trás, aproveitando o encosto da cadeira. Só que sua felicidade durou pouco, bem pouco...não é que, dali a pouco, ouço um estardalhaço e vejo Humberto só afundando, afundando e indo parar no chão?!

A cena foi bem surreal. Ele de pernas para cima (pelo menos estavam dobradas) e um olhar de "o que aconteceu?". Eu, por um breve instante, fiquei tentando entender o que houve. Por sorte que não se machucou, foi apenas um susto e um mico que só não foi maior porque a agência estava com poucas pessoas no momento. Vocês acreditam que parte da cadeira rachou? Decerto já estava meio estragada e Humberto apenas "apressou" seu processo natural de deterioração.

Dali a pouco veio rapidamente um rapaz, provavelmente gerente do local, ver se Humberto não havia se ferido, se estava tudo bem, etc e tal.  Ele pediu desculpas, comentou que já havia solicitado várias vezes a troca das cadeiras mas não o atendiam, o pedido caía na malha das burocracias...Contou, inclusive, que aquela não era a primeira vez a ocorrer tal fato.

Por isso, deixamos aqui um alerta: se forem esperar sentados no "Na Hora", é melhor ter bastante cuidado ao se sentar naquelas cadeiras. Verifique cuidadosamente se elas estão em bom estado e, pelo sim, pelo não, evite amparar-se com toda a satisfação do mundo em seus encostos. Ou então, espere ser atendido em pé para evitar riscos.

Depois dessa, Humberto ainda comentou: "Nossa, já pensou se tivesse alguém sentado atrás de mim? Se fosse o caso, pelo menos que fosse uma loira bonita de mini-saia..."

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tiraram o dia para me sacanear....

Sábado estávamos andando por aí quando, de repente, tropeço num cabo de vassoura velho. Era tão velho, que ele se parte em dois. Aí Humberto vem com esta:

-Nossa, você vai ter de acionar o seguro, hein.
- Por quê?
- Porque danificou o seu veículo....
- @$#%&¨$#% !!!!

Minutos mais tarde, resolvo ponderar:

- Sabe, até que seria ótimo se muita gente voasse com vassouras por aí...iria desafogar o trânsito terrestre da cidade...
- Imagino o tamanho da sombra que você iria fazer pela cidade...
- @$#%@#*¨!@¨%!!!!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"Meu gato é que nem chuveiro velho"

O gatinho novo da minha irmã Juliana é muito "boa gente": não se incomoda com nada ou quase nada e é super sociável. Outro dia ela soltou a seguinte pérola sobre ele: "O Príncipe é que nem chuveiro velho: não liga, e se liga não esquenta".

Pura verdade.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dentre milhares de promoções, escolhemos o mesmo vestido!

Outro dia, assim que entro na casa de minha mãe, deparo-me com o olhar assustado de Sandra, uma de minhas irmãs. Pensei: "nossa, porque será que ela está assim? Tá vendo um fantasma atrás de mim? Ou um bicho no meu cabelo? Ou ele tá é no meu vestido?"

Nenhuma das alternativas anteriores. Simplesmente, não havia seres etéreos a minha volta nem bichos nos lugares onde não deveriam estar. Sabem qual era o "problema"?

"Nossa, Silvana, eu comprei um vestido igualzinho a esse!"

É, a questão não era o bicho no vestido, mas o próprio vestido! Esse fato beira o inacreditável. Com tantas promoções e liquidações pela cidade, duas irmãs foram comprar justamente o mesmo vestido? Sandra me contou que era exatamente o mesmo modelo, o mesmo tecido, a mesma estampa e as mesmas cores. Só o tamanho, obviamente, não era o mesmo (lembram que meu apelido doméstico é "girafa"?). Compramos na mesma loja, mas em shoppings diferentes.

O curioso é que nossos estilos de vestir são diferentes. Talvez uma ou outra pecinha de roupa parecida, mas no geral não nos parecemos do ponto de vista, digamos, têxtil. Por isso, a questão genética não entra no processo de construção da hipótese de porque compramos o mesmo vestido dentre milhares de opções....

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Surreal: um pacman saltou do computador e nos perseguiu no shopping!

Ontem fui a um shopping daqui de Brasília com uma de minhas irmãs, minha mãe e a sobrinha. Nesse lugar está havendo uma exposição interativa de joguinhos de computador. Vocês se lembram do Pacman dos anos 80? Pois é...ele resolveu se materializar e passear pelo shopping como um cidadão comum.

Foi muito engraçado. Todas nós nos sentamos na praça de alimentação para lanchar quando Susana e Aninha começam a ver a estranha figura surgindo ao longe. Como se não bastasse, o fantasminha azul também estava acompanhando o Pacman amarelinho. "Ai, ele tá vindo pra cá, tá vindo pra cá..." alertava Susana, preocupada. Minutos depois, ela aliviada, solta um "Ufa, ele está indo pra lá agora...". Depois, num momento de semi-pânico, ela vem com um "Ai, ele tá voltando, ele tá voltando..."

Eu me diverti às pampas com Susana como comentarista de Pacman e fantasminha azul. Não sei bem porquê ela e Aninha ficavam em posição de "quase fuga" quando uma dessas figuras peculiares chegava mais perto. Depois de lancharmos, fomos espiar umas vitrines. Num desses momentos, inesperadamente aparece o fantasminha azul do nada conversando conosco. Aparentemente era um rapaz com aquele disfarce, imitando voz feminina. "Oi pessoal, vocês estão passeando com a família? Passeio em família é bom, né?" Lembro que ele conversou isso conosco e mais algumas coisas que não me lembro agora. Até que o ser etéreo azulado não tão etéreo assim era bem simpático.

Fiquei imaginando: deve ser o maior barato pegar um trabalho desses pra fazer. Como você está disfarçado mesmo, pode fazer o que quiser sem pagar mico, pelo menos oficialmente. Pode sair dançando pelo shopping, acenar pra todo mundo, puxar conversa com quem quiser...deve ser um verdadeiro exercício de liberdade em recinto fechado...

A única coisa chata deve ser quando dá vontade de ir ao banheiro...

Crédito da ilustração aqui.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Goteira na Igreja? Não, era a água benta do padre...

Sou bem avoada por natureza. Às vezes gostaria de ser menos. Porém, o amigo Kleiton, que consegue a façanha de ser ainda mais "alado" que eu, já falou várias vezes para me consolar: "Sil, quando você se chatear por isso, lembre-se de Einstein...ele também era assim!" e completa: "Gente assim como nós é a alegria da humanidade!"

Não sei qual é meu QI (Quociente de Inteligência) e nem tenho idéia se ao menos tenho metade da inteligência de Einstein. Porém, essa história de "alegria da humanidade" é coisa certa. Volta e meia, muitas vezes sem querer, provoco gargalhadas por onde passo, graças ao meu "avoamento". Às vezes, a coisa piora e junta com meu "estabanamento". Como se não bastasse, descobri que isso é genético: esse comportamento ou estado de espírito, sei lá como chamar isso, repete-se com frequência em minha família.

Dias atrás, no final de uma missa, Sandra, uma de minhas irmãs, começa a olhar muito pra cima achando que a igreja estava com goteiras. Porém, sabem do que se tratava? Era nada mais nada menos que o padre já bem perto da porta, jogando água benta no povo. Como o sacerdote era de baixa estatura ela não o havia visto ainda, porém já tinha recebido suas bençãos em forma de água na cabeça...

Por falar nisso, acho que o padre me achou com cara de grande pecadora: ele se empolgou um pouco e levei um "águão" na cabeça. Mas foi bom: água benta, ainda mais fresquinha numa noite de calor, é sempre bemvinda!

sábado, 22 de janeiro de 2011

E lá vai minha prima voando sobre os penhascos e o mar...

E por falar em voar de parapente sobre Lima, minha prima Sofia de lá me autorizou a publicar aqui o vídeo de seu voo do ano passado. Ela me contou que a sensação era de estabilidade e segurança, por incrível que pareça. E, pela expressão de seu rosto no vídeo, de muita felicidade também. Será que algum dia consigo ter coragem para voar também?

domingo, 21 de novembro de 2010

A gata abriu a geladeira e comeu meu pedaço de pizza

Domingo à tarde preguiçoso, lá vou eu em busca de sobras na geladeira para lanchar. Em minha "caça", lembro-me que, teoricamente, haveria um pedaço de pizza de chocolate dentro de um recipiente plástico. Era um pedaço de pizza de chocolate que consegue agradar ao meu paladar conseguindo não ser doce demais, ou seja: uma raridade! Resolvo degustá-lo. Porém, ao abrir o recipiente, surpresa: o pedaço já estava pela metade!

Resolvo questionar Humberto sobre tal acontecimento. Ele me diz, com cara um pouco suspeita, que provavelmente uma das gatas fez diminuir o pedaço de pizza. Uma delas conseguiu abrir a geladeira, depois pegar o plástico, abri-lo e subtrair metade da iguaria em questão. Tá bom...acho que vou inscrever a MaluCat naquele quadro do programa do Faustão chamado "Se vira nos 30", então.

sábado, 20 de novembro de 2010

Meu mico da bandeirinha no Rio de Janeiro

Este é o brochinho que comprei. Crédito da foto: Sofia Llanto López.

Esta é a bandeira original peruana.

Eu vivo pagando micos. Quando a prima Sofia e o Tio Miguel passaram uns dias aqui no Brasil em setembro, meu repertório "mical" só aumentou (e muito!). Um deles foi o da bandeirinha. Estávamos aguardando nossa vez de subir no trenzinho do Corcovado, lá no Rio de Janeiro, quando resolvi ir rapidinho num quiosque comprar um brochinho com duas bandeiras: uma do Brasil e outra, supostamente, do Peru. Fiquei feliz da vida porque há muito tempo procurava o dito cujo com as duas bandeirinhas juntas. Comprei e fui mostrá-lo a Sofia.

Sofia olhou, olhou e, analiticamente, alertou que havia algo estranho ali. Perguntei se era a falta do escudo na parte branca que existe na bandeira original. Ela disse que era outra coisa. Para minha surpresa, explica que a direção das faixas vermelhas e da branca na bandeira peruana era outra. Aquela era a bandeira da Áustria (!!!!!).

Fico vermelha como as listas do brochinho e olhamos para cima. Havia um monte de bandeiras penduradas no teto de uma espécie de pavilhão na área de espera do trenzinho. E lá estavam, parecendo orgulhosas de si mesmas, tanto a bandeira do Peru, como a da Áustria, muito parecidas entre si.

Mais uma história para o patrimônio de narrativas cômicas da família...o que fiz com o brochinho Brasil-Áustria? Ah, vou pintar com esmaltes vermelho e branco a bandeirinha austríaca para que se naturalize peruana...nada contra a Áustria, mas é que sou fiel a meus objetivos.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A girafa da família

Hoje ligo lá na casa de minha mãe. Falei primeiro com Juliana, minha irmã caçula, depois com ela. Antes de minha mãe aparecer ao telefone, ouço um chamado em altos brados do outro lado: "Mãeeeee, a "girafa" quer falar com você...".

Esse é o preço que pago por ter 1,79 m de altura...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sofia voa pelos céus de Lima

Minha prima Sofia, neste final de semana, resolveu voar de parapente pelos céus de Lima. Compartilhou conosco sua aventura com fotos e um vídeo no Facebook. Achei lindo isso, não sei se teria coragem para voar também. Ela disse que é tranquilo e bonito, além de estável, por isso não dá medo. Será que consigo voar um dia? Não sei...Humberto quer fazer esse voo ano que vem e muitas das coisas que ele faz quer que eu faça também. Tô frita!

E eis que vai Sofia voando, voando, como uma Condor...mas não dos Andes, pois Lima, a capital peruana, se localiza no litoral. Já sei, vou batizá-la de Condor da Costa. E lá vai a Condor da Costa, vendo o Oceano Pacífico lá de cima, literalmente com o mundo a seus pés...

Crédito da foto: Sofia, a Condor da Costa, durante seu voo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Loucas felizes pulam em frente à Embaixada do Peru




Como não poderia deixar de ser, fizemos nossas tradicionais fotos pulando. As acima foram tiradas em frente à Embaixada do Peru, aqui em Brasília. Estamos nelas Eu, Sofia, duas de minhas irmãs (Susana e Juliana), e a sobrinha Ana Luísa. Aliás, as tentativas de foto em movimento nos renderam boas gargalhadas. Lembro que, uma vez, saiu um senhor da embaixada num carro olhando para o nosso lado com cara de quem não estava entendendo nada. Com certeza pensou que era um bando de malucas se divertindo por ali (o que não deixa de ser verdade...). Caso perguntasse, diríamos que era um grupo inovador de música peruana e brasileira posando para a capa de seu mais novo CD ou coisa parecida. Um grupo de cumbia-samba ou samba-cumbia, já pensaram? Seria sucesso absoluto!

Crédito das fotos: a primeira e a segunda, Miguel Llanto. Na terceira, Sofia Llanto López, apesar de também aparecer na foto (é que ela preparou a câmera para disparar no automático).

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tomem cuidado com os esguichos de água do Palácio do Itamaraty

Deu no jornal que já está chovendo em várias partes do Distrito Federal. Aqui na Asa Norte também tivemos chuva a tarde, só que de outro tipo: chuva de poeira e vento...um vento sinistro, forte, que arrastava folhas secas e lixo para todos os lados. Parecia filme de terror. Desconfio é que São Pedro anda com problemas.  San Pedrito, faz favor, olha seu Bluetooth aí pois mandou o arquivo errado pra Asa Norte. Eu e mais um montão de pessoas estamos nos sentindo discriminados...

E por falar em água, dias atrás fui com meu tio, minha prima e duas de minhas irmãs passear lá na Esplanada, fazer o tradicional tour cívico. Enquanto batíamos fotos em frente ao Palácio do Itamaraty, algo estranho começou a acontecer. Os esguichos para molhar o gramado, que estavam desligados, começaram a girar, jogando água em nós. Foi uma gritaria pois, além da surpresa, a "faixa de segurança" era quase inexistente: ou corríamos para o meio da rua, no meio dos carros em movimento, a fim de nos proteger da água, ou corríamos para o espelho de água do Palácio (!!!)...escolhemos então por correr pelo gramado mesmo, mas nas laterais...o engraçado é que, à medida que a gente corria, os esguichos de água mudavam sua direção para nos acompanhar.

Quando saímos daquele "campo minado", eles pararam de funcionar, acreditam? Tô achando que foi uma pegadinha do Domingão do Faustão ou coisa parecida, sei lá. Só sei que do alto do Palácio do Itamaraty vi depois  um rapaz de terno olhando para o nosso lado. Não deu para enxergar bem, mas provavelmente estava morrendo de rir. E, quem sabe, estava com um controle remoto de esguichos de água em suas mãos?

Tenho saudade desse dia. A água estava bem fria, mas pelo menos nossas roupas secaram quase que automaticamente por conta da baixa umidade relativa do ar...Deu pra nos refrescar bem. E prima Sofia e tio Miguel levaram mais uma história brasileira engraçada pra contar lá no Peru....

domingo, 26 de setembro de 2010

Estou de volta!

Gente, depois de vários dias sem passar por aqui e nem sequer abrir e-mails, estou de volta. Resolvi tirar férias da internet e aproveitar muito bem a passagem da prima Sofia e do Tio Miguel pelo Brasil. Aliás, vocês devem ter deduzido fácil a causa de meu sumiço temporário por conta do último post antes deste. Nesta semana contarei algumas de nossas aventuras por Brasília e Rio de Janeiro, aguardem!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Eu pisava nos porquinhos e me espiavam na hora do banho...lembranças de infância!

Voltamos de viagem ontem à noite. E não precisei de armadura para entrar em casa pois, aparentemente, a chateação da Pantera passou. Prometi a mim mesma que, na próxima vídeo cassetada felina lá de casa, vou disfarçar o riso e soltar a gargalhada bem longe dela para que não se sinta mais tão deprimida assim...confesso que fiquei com peso na consciência.

E por falar em peso na consciência, aos poucos vou botando em dia a leitura dos blogs dos companheiros todos daqui, ok. Percebi que vários vocês andaram produzindo muito ao longo do feriadão, acho que o friozinho que pegou boa parte do país por estes dias inspirou muita gente a escrever mais. Por falar em botar coisas em dia, hoje finalmente boto aqui o selinho que a Clara, do blog Meu Caderno Rosa, me deu já faz um tempinho. O lance era repassar o selo e contar duas lembranças bonitinhas da época de infância. Lá vão duas de meu repertório infantil, uma na qual eu era a "criminosa" e na outra a "vítima":

1. Quando passávamos férias na casa dos avós ou tios maternos lá em Mato Grosso do Sul, adorava correr atrás dos porquinhos para pisar neles. O que me fazia curtir esta diversão estranha era o barulho que os bichinhos emitiam quando eram "esmagados" por mim. Parecia uma buzina estridente ou coisa parecida. Meu pai pedia para eu parar com isso, mas fazia o alerta meio que rindo, então eu entendia que podia fazer mais....

2. Outra de férias em MS: os banheiros de madeira ficavam do lado de fora das casas, o que permitia que certos priminhos tirassem o sossego de nossos banhos. Era um inferno: volta e meia apareciam uns jorrinhos de água gelada, em meio à água quente, pela parte de cima dos banheiros ou uns olhos atentos por alguns buraquinhos da madeira, o que resultavam em muita gritaria e algumas brigas, seguidos de alertas das tias: menino, sai daí, deixa fulana tomar banho sossegada...eu ficava muito brava na época, mas hoje essas lembranças nos rendem boas gargalhadas.