sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Começamos a sexta-feira com flores e música romântica saindo de um caminhão




Hoje de manhãzinha, depois de eu, Humberto e o amigo-vizinho Rui completarmos mais uma caminhada, fomos ao supermercado perto de casa tomar um café. Na saída do recinto, começamos a observar a quantidade de flores dentro do supermercado e começamos a conversar sobre o comércio desse tipo de mercadoria.

Dali a pouco, vimos um caminhão parado, com homens descarregando um armário de cozinha. Até aí, tudo bem, normal. O que nos chamou a atenção é que se ouvia de dentro do veículo a canção Je T'aime Moi Non Plus em alto e bom som. Não nos aguentamos e caímos na gargalhada. De curiosa, ainda espiei dentro da cabina mas ela estava vazia. Os sussurros e suspiros se restringiam de fato à canção que enchia de "romantismo" os arredores do estacionamento do supermercado.
 
Café, flores, música romântica e gargalhadas: ótima maneira de se começar uma sexta-feira!

PS: Não lembra que música é essa? Dá uma clicada aí em cima...

domingo, 27 de novembro de 2011

Com o Kuduro na cabeça (calma, gente, é o nome da música e da dança)



Na semana que passou não sei porque a música do Kuduro ficou rodando em minha cabeçaa. Nem no dia da aula de violino ela me deixou em paz. Fui comentar com Geni, minha colega de instrumento, sobre o caso e demos boas gargalhadas com seus comentários divertidos e impublicáveis trocadilhando o nome dessa música e da dança.

Taí, acho que vou tentar pegar de ouvido o Kuduro no violino. Vamos ver se rola....

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Era um gato? Um lince? Um leão? Um leão da montanha?

Como o lince foi parar ali? Ele deve ter super patas anti-espinhos, ser um lince faquir ou então fazer meditação transcendental felina para lidar com essa superfície pouco confortável.
Dias atrás, um "gato" virou personagem peculiar nos telejornais por sua façanha de subir num cactus altíssimo no Deserto do Arizona, nos Estados Unidos. Na verdade, não era bem um gato, era um lince. Mas tudo bem, é um felino também...só não sei se ele faz miau como a MaluCat Valentina e a Pantera fazem aqui em casa.

Dizem que o tal lince subiu no cactus para fugir de um "leão" (leão no Deserto do Arizona?!?!). Bom, provavelmente deve ter fugido de um leão da montanha (ah, tudo bem, é outro felino, não é?). Confesso que me deu uma vontade louca de mandar os coleguinhas jornalistas fazerem um curso intensivo de zoologia. Pensando bem, talvez não precisaria chegar a tanto...bastaria pesquisar, checar bem as informações, ter cuidado com as traduções de notícias de uma língua para outra, por aí. Creio que já seria o suficiente.

Muitos devem estar pensando: mas e que importância tem se foi um gato ou um lince que escalou o tal cactus e se o animal perseguidor era um leão ou leão da montanha? A questão que coloco não é desse fato em si, na verdade. Mas puxo para uma discussão bem séria: se num texto como esse, ameno, sobre curiosidades do mundo animal, não se tem cuidado com as nomenclaturas e não se pensa sobre a relação entre os animais e o ambiente onde estão, vocês podem imaginar quantos erros e/ou distorções aparecem em matérias e reportagens de assuntos sérios e, muitas vezes, de melindres políticos...

Crédito da foto aqui.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Hummm, que delícia de mandiopã!

No domingo, resolvi "estrear" a caixinha de Mandiopã que recebi do Jica. Que delícia! Foi de fato um breve passeio culinário e existencial de volta à infância e adolescência.... Humberto não se conteve e resolveu registrar algumas cenas de nosso deleite só pra deixar vocês com água na boca...
A Marluce perguntou se o pessoal da indústria do Mandiopã já tratou de criar uma versão mais saudável ou coisa do gênero. Bom, Marluce, até onde sei, eles se contiveram ao formato tradicional mesmo. Aliás, uma das graças do Mandiopã, pelo menos para mim, é jogá-los na frigideira com óleo quente para vê-los, automaticamente, "brotarem" como que por encanto. Puxa, não sei quem descobriu a fórmula do Mandiopã, mas acho um mini espetáculo ver isso acontecer, é um barato. Quanto à fritura em si, sei lá, eu também sou do tipo que raramente come fritura, mas abro de vez em quando exceções para coisas que valham a pena. Por falar nisso, fui prudente: claro que não fritei o conteúdo da caixinha inteira de uma tacada só, devo ter feito mais ou menos a metade da caixinha até agora....é bom pois esse prazer pode se prolongar por outro dia.


Crédito das fotos: Humberto Gloor Campos

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ganhei uma caixa de mandiopã pelo correio!!!!

Na sexta, recebi o presente mais inusitado de toda a minha vida pelo correio. Humberto chegou e me entregou o pacote. Perguntei o que era aquilo, ele também não fazia idéia. Quando olhei o endereço, vi que o remetente era o Jica. Aí me lembrei que ele tinha me enviado um enigmático email dias atrás, pedindo meu endereço.

Olhei o pacote misterioso, dei uma chacoalhada. Não fazia a mínima idéia do que se tratava. Cheguei a imaginar que talvez fosse um quebra-cabeças, não sei. Mas porque ele iria me enviar um quebra-cabeças pelo correio? Não, não deveria ser isso. Apressei-me em abrir o pacote para, afinal, ver o que me esperava. Ri muito quando, afinal, desvendei o elucubrado embrulho: era uma caixinha de mandiopã!!!! Parte integrante de minhas queridas memórias de infância e adolescência.
O Jica deve ter se lembrado deste post de quase três anos atrás aqui no blog, no qual eu falava do saudoso Mandiopã...adorei, Jica, adorei! Muitíssimo obrigada! Tenho realmente boas recordações desta iguaria, assim como tenho do trabalho musical de muita gente boa naquelas épocas....como agradecimento, posto aqui um video no qual o Jica aparece, no Festival dos Festivais da TV Globo, tocando freneticamente a percussão da canção Anana Ira, cantada por Miriam Mirah e Lula Barbosa.



Crédito da foto: Humberto Gloor Campos.

domingo, 20 de novembro de 2011

O filtro e o filtro

Ontem morremos de rir aqui em casa por conta da riqueza semântica de uma palavra. Como de cara não apresentei o contexto no papo, vejam só o que aconteceu:

- Humberto, logo vou ter de comprar outro filtro, ele já tá no final...
- Ué, mas não tem um refil aqui em casa dele?
- Refil? Que refil? Como assim? Meu filtro solar não tem refil...
- Ah, você tá falando do filtro solar? Eu tava pensando no filtro de água...

!!!

Lembram da aula sobre significante e significado na escola? Pois é....

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Alugo minha gata para festas de Halloween

Alugo a Pantera, minha gata preta, para festas de Halloween. Quem se habilita?

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Eu gosto é de céu cinza, frio e chuva

Gente, sou meio do avesso às vezes. Sinto muito, mas adoro céu cinza, frio, chuva, neve e gelo. Sabe-se lá porquê eu me sinto mais saudável, mais energizada e mais feliz sem o tão comemorado sol. Talvez porque aqui em Brasília, quando ele aparece, vem geralmente junto calor e às vezes uma sensação de abafamento bem chatinha. Não tenho vocação pra ficar dentro de forno de microondas...

Sim, até gosto do sol, mas quando está muuuuito frio, próximo a zero grau e aí contrabalanceia o frio ou quando ele não acaba com o fresquinho do ambiente. Ou então, quando estou numa praia ou cachoeira.

Acho um absurdo os telejornais apresentar como verdade absoluta o estereótipo de tempo com sol como "tempo bom". Isso é muito relativo. Depende de vários fatores. Para mim aqui seria o contrário.

Em resumo: quero morar na Patagônia, tenho vocação pra pinguim.

sábado, 15 de outubro de 2011

Pequena boate ecológica aqui em casa

Na primavera passada, praticamente todos os dias, era a mesma coisa: primeiro, um barulho de bater de asas vindo da área de serviço. Em seguida, um miadinho nervoso, um barulho de pequenas patas se locomovendo rápido pelo recinto ou simplesmente um silêncio suspeito: eram a MaluCat e a Pantera perseguindo uma pobre cigarra...

Ontem uma nova temporada de "caça às cigarras" começou aqui em casa. Final de tarde, de novo ouvi o barulhinho de bater de asas. Quando fui ver, estavam as duas gatas em cima da coitada. Tentei pegar a cigarra pelas asinhas, mas como ela era grandona e as batia com força, fiquei com medo de machucá-la. Chamei Humberto e, gentilmente, mas de maneira firme, conseguiu salvá-la das garras das duas felinas.

Um dia, MaluCat corria de um lado para o outro com uma cigarra cantando na boca. Parecia efeito de som estéreo. Ao mesmo tempo, eu ralhava com ela para libertar aquele pequeno ser alado que tinha virado brinquedinho em sua boca. Um verdadeiro furdúncio auditivo. Nisso, liga um amigo de Humberto, ouve tudo e fica sem entender nada. Pergunta:"O que tá acontecendo aí?!"

Só faltava a cigarra ter efeito vagalume também, já pensaram? Com o som estéreo dela, produzido com o auxílio do transporte felino, e esse visual pisca-pisca, daria pra fazer uma pequena boate ecológica aqui em casa...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A cura é multimídia

Compartilhando uma inspiração intuitiva que tive outro dia... A cura é multimídia: vem pelos olhos, pelos ouvidos, pelo paladar, pelo tato, pelo olfato, não vem por uma só via.