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sábado, 21 de agosto de 2010
Juanes, o cantor de Medellin mundialmente famoso
Excepcionalmente nesta semana nossa Sexta Musical virou Sábado Musical...agora estou me sentindo melhor, o que acontece é que a secura intensa daqui de Brasília estava deixando meus neurônios um pouco no modo "uva passa". Mas como tudo passa (ai que "trocadalho do carrilho" esse...), eis-me aqui de novo. Apresento a vocês Juanes, de Medellin, um dos músicos pop mais famosos da Colômbia. Acima, um videoclip de "Gotas de Água Dulce". Outro dia escutei, ao acaso, não me lembro onde, uma rádio tocar uma versão em português desta música, mas não consegui descobrir quem cantava.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Alguns flagras de uma gata colombiana: Mary!
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| Por isso tenho inveja dos gatos... |
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| Mary dormindo e eu acessando a internet... |
Houve um dia em que a bichinha surgiu como que por encanto depois de eu abrir um pacote de bananas chips. Como se não bastasse sua aparição surpresa, ela pula para a mesa e fica postada à minha frente, sem cerimônia e com olhar incisivo.Parecia me falar: ei, eu também quero comer esse salgadinho aí, cadê o meu? Não resisti e dei uma para ela que, quase automaticamente, a devorou...
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| Mary sobe na mesa para ganhar banana chips! |
Por essas e outras adoro os gatos. Eles são como o futebol: uma caixinha de surpresas!
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| Mary em pose exclusiva para o Esquina da Sil... |
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Na Colômbia, busetas andam por todos os lados...
Ao contar isto para um amigo daqui de Brasília ele ficou todo animadinho para conhecer a Colômbia. Contei ao rapaz que há uma verdadeira profusão delas por lá, desde as muito velhas, as mais ou menos velhas e também as novas, indo para quase todos os lugares. Muitas super apertadas, outras mais espaçosas (se bem que essa condição dependia muito do horário). E em Cartagena, como são calientes! Inclusive flagramos uma quase em chamas no meio da rua, causou um verdadeiro alvoroço... E diferente do que ocorre aqui, são de uma profusão de cores impressionante, sendo que algumas delas contam com o luxo de terem cortinas também coloridas para proteger seu interior do sol: um detalhe fashion de fazer inveja a qualquer Victor Valentin da vida....
Calma, pessoal, calma...a essas alturas, muita gente por aí deve estar escandalizada depois de ler o título deste post. Porém, apresso-me em avisar: buseta (faço questão de frisar: com "S") na Colômbia é microônibus, ônibus pequeno, nada mais que isso...
Crédito das fotos: eu e Humberto.
Calma, pessoal, calma...a essas alturas, muita gente por aí deve estar escandalizada depois de ler o título deste post. Porém, apresso-me em avisar: buseta (faço questão de frisar: com "S") na Colômbia é microônibus, ônibus pequeno, nada mais que isso...
Crédito das fotos: eu e Humberto.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Luvas de plástico para comer frango assado e pés descalços no parque
Crédito das fotos: eu ou Humberto
sábado, 31 de julho de 2010
Voando sobre as favelas de Medellin
Enquanto não tomo coragem de subir para o Youtube alguns de nossos vídeos de viagem, "tomo emprestado" este que achei hoje sobre o Metrocable de Medellin, um dos meios de transporte massivos mais interessantes que já vimos e experimentamos. Já falei do Metrocable num post anterior, mas a coisa nos pareceu tão peculiar, moderna e, sobretudo, digna para com a população mais carente que resolvi "reforçar sua propaganda" aqui, mais uma vez.
Aos amigos e primos que me pedem para ver logo algumas fotos que tiramos na Colômbia no Orkut e Facebook, peço vossa paciência. Logo tentarei romper este meu "casulo preguiçal" e disponibilizar algum material imagético pelas vias anteriormente citadas...Claro que vou aproveitar várias fotos para meus futuros posts também. O que me dá preguiça atualmente nem é escrever, isso eu faço rapidinho. O "nó" está justamente em escolher as fotos para os textos...ai ai! Segundo Humberto, fizemos cerca de 1.600 fotos na viagem, isso fora os vídeos gravados que tenho até medo de contar quantos são. E isso porque não batemos foto de absolutamente tudo o que achamos interessante...
No fundo, isso é vontade de agarrar as culturas, as paisagens, os momentos com toda a força do fundo da alma. Vontade de agarrar e guardar bem lá no fundo para não perder. Para eternizar. Acho que descobri um dos motivos chaves de eu voltar tão cansada dessas viagens de mochilão. Além de nossas caminhadas infindáveis quase diárias e o esforço para se comunicar em outra língua todo o tempo, sinto essa gana louca de não querer perder nada, de querer ver tudo, de aprender coisas novas o tempo inteiro e devorar a realidade com todos os sentidos possíveis...
domingo, 11 de julho de 2010
Metrocable: solução diferente para o transporte público em Medellin
Uma das coisas que mais surpreendeu a gente aqui em Medellin foi o Metrocable, conjunto de vários teleféricos que transporta até oito pessoas numa cabine. Ele está interligado a linhas de metrô tradicionais, de superfície e se localiza em algumas favelas da cidade. Achei genial a idéia: além de ser uma opção de transporte prático para a população, serve também como atração turística, pois o visual lá de cima é lindo.
No primeiro tramo de Metrocable que a gente tomou, a gente se surpreendeu com a longa distância que ele vai cortando por cima das montanhas. Nesse, após a última estação, ainda havia outro tramo, para ir ao Parque Arví. Depois de passarmos pelas favelas, ainda havia um longo trecho no qual "voávamos" por cima de diferentes vegetações, até chegar ao Parque. Da outra vez que pegamos o Metrocable, pegamos um tramo que, em vez de apenas subir e subir, subia e descia, subia e descia. Nesse, cheguei a me sentir levemente mareada, pois, ao contrário do primeiro, a cabinezinha chegava a fazer um movimento levemente pendular que também me serviu como "momento nana neném": saí dele com um baita sono....
Lá de cima a gente via e ouvia tudo, esse tal de Metrocable parece um verdadeiro "Big Brother Alado": crianças brincando e gritando dentro das escolas e nas ruas, gente papeando, gente pegando ônibus, gente de bicicleta, cachorros latindo, motoristas buzinando, salsa tocando... Aliás, algumas casas ficam próximas demais da via de passagem das cabines, deu para a gente ver uma mulher varrendo sua casa, um senhor assistindo tv em sua sala, várias cenas do cotidiano. Penso eu que, se bobear, muita gente deve ter visto muito mais de dentro das cabinezinhas voadoras...
O custo para se andar de Metrô e Metrocable aqui é de 1550 mil pesos colombianos (COP), o que equivaleria a mais ou menos um real e sessenta centavos. No trecho que dá acesso ao Parque Arví (no qual "voamos" em cima das árvores para chegar a esse lugar) o bilhete custa o equivalente a 5 reais, aí já é essencialmente turístico.
Fiquei imaginando como funcionaria um Metrocable no Rio de Janeiro: quem sabe não funcionaria bem por lá também?
No primeiro tramo de Metrocable que a gente tomou, a gente se surpreendeu com a longa distância que ele vai cortando por cima das montanhas. Nesse, após a última estação, ainda havia outro tramo, para ir ao Parque Arví. Depois de passarmos pelas favelas, ainda havia um longo trecho no qual "voávamos" por cima de diferentes vegetações, até chegar ao Parque. Da outra vez que pegamos o Metrocable, pegamos um tramo que, em vez de apenas subir e subir, subia e descia, subia e descia. Nesse, cheguei a me sentir levemente mareada, pois, ao contrário do primeiro, a cabinezinha chegava a fazer um movimento levemente pendular que também me serviu como "momento nana neném": saí dele com um baita sono....
Lá de cima a gente via e ouvia tudo, esse tal de Metrocable parece um verdadeiro "Big Brother Alado": crianças brincando e gritando dentro das escolas e nas ruas, gente papeando, gente pegando ônibus, gente de bicicleta, cachorros latindo, motoristas buzinando, salsa tocando... Aliás, algumas casas ficam próximas demais da via de passagem das cabines, deu para a gente ver uma mulher varrendo sua casa, um senhor assistindo tv em sua sala, várias cenas do cotidiano. Penso eu que, se bobear, muita gente deve ter visto muito mais de dentro das cabinezinhas voadoras...
O custo para se andar de Metrô e Metrocable aqui é de 1550 mil pesos colombianos (COP), o que equivaleria a mais ou menos um real e sessenta centavos. No trecho que dá acesso ao Parque Arví (no qual "voamos" em cima das árvores para chegar a esse lugar) o bilhete custa o equivalente a 5 reais, aí já é essencialmente turístico.
Fiquei imaginando como funcionaria um Metrocable no Rio de Janeiro: quem sabe não funcionaria bem por lá também?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Mulheres, ajudem-me!
Ontem fomos visitar a Plaza Botero, na qual podemos encontrar várias esculturas feitas pelo próprio. São lindíssimas e, naturalmente, aproveitamos para fotografá-las. Quando fomos rever as fotos, Humberto soltou a "pérola" sobre a foto acima: "Botero é um artista inteligente, retratou as partes mais importantes do homem e da mulher nessas esculturas, ou seja, as partes que realmente interessam..."
@#$^@#$!!!!! POW!!!!TUM!!!!!PLAFT!!!!SOC!!!!
Caros leitores deste blog, as onomatopéias acima são referentes ao momento "colocar as coisas nos devidos lugares"...quem quiser saber como ficou o Humberto depois deste momento, aviso que ele está bem. Com um olho roxo e um braço dolorido, mas está bem... E não desistiu, diz ele que as onomatopéias foram os únicos argumentos que consegui arrumar contra sua observação...
Mulheres, preciso de argumentos mais convincentes, ajudem-me!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Em Medellin: descanso relativo para os pés
Do Parque de los Piés Descalzos, Medellin, Colômbia
Nossa chegada anteontem aqui em Medellin foi tranquila. Estávamos bem cansados depois de aproximadamente 9 horas de viagem de ônibus de Bogotá para cá. Atrasamos um pouco por conta de alguns engarrafamentos pouco antes de chegar em Medellin. Como era feriado aqui (dia de São Pedro e São Paulo), provavelmente havia muita gente voltando para casa ao mesmo tempo.
A viagem foi cansativa, mas bonita. Paisagens de encher os olhos, muitas subidas e descidas de montanhas. Em parte do trajeto, eu me senti muito em casa, pois passamos numa região parecidíssima com a da Amazônia central peruana, de onde é boa parte de meus parentes paternos. A única coisa que "pegou" foi o fato de nossas poltronas serem justamente em cima dos pneus traseiros do bus, o que nos deixou um pouco mareados no início da viagem. Aliado a isso, estradas cheias de curvas e alternâncias de altitudes...quase que nossos cafés da manhã foram embora pela janela, mas o mal estar foi passando com o tempo e tudo se resolveu sem precisarmos de bolsas plasticas de mareo ou "chamação de Raul".
Nossas primeiras impressões de Medellin são boas. É uma cidade mais organizada que Bogotá, com muita coisa para ver e fazer. Assim como a capital, Medellin está entre montanhas, só que boa parte dela está a mais ou menos 1.600 metros de altura. Alguns bairros são mais altos, dá pra ver em torno que há muitas casas nas encostas das montanhas. No topo destas, creio que se ultrapassa fácil os 2000 metros. Bogotá tem suas partes mais baixas a 2.600 metros, mais ou menos.
Em Bogotá, ficamos num hostal que se localiza quase no alto de uma ladeira. Aqui, pelo menos, estamos em um que está numa parte mais ou menos plana da cidade. Nossos pés agradeceram ao máximo, pois o dedo mindinho de meu pé esquerdo já tinha virado múmia de tão protegido por band-aids sobrepostos....
Crédito da foto: eu mesma. Panorama de parte da Praça Botero.
Nossa chegada anteontem aqui em Medellin foi tranquila. Estávamos bem cansados depois de aproximadamente 9 horas de viagem de ônibus de Bogotá para cá. Atrasamos um pouco por conta de alguns engarrafamentos pouco antes de chegar em Medellin. Como era feriado aqui (dia de São Pedro e São Paulo), provavelmente havia muita gente voltando para casa ao mesmo tempo.
A viagem foi cansativa, mas bonita. Paisagens de encher os olhos, muitas subidas e descidas de montanhas. Em parte do trajeto, eu me senti muito em casa, pois passamos numa região parecidíssima com a da Amazônia central peruana, de onde é boa parte de meus parentes paternos. A única coisa que "pegou" foi o fato de nossas poltronas serem justamente em cima dos pneus traseiros do bus, o que nos deixou um pouco mareados no início da viagem. Aliado a isso, estradas cheias de curvas e alternâncias de altitudes...quase que nossos cafés da manhã foram embora pela janela, mas o mal estar foi passando com o tempo e tudo se resolveu sem precisarmos de bolsas plasticas de mareo ou "chamação de Raul".
Nossas primeiras impressões de Medellin são boas. É uma cidade mais organizada que Bogotá, com muita coisa para ver e fazer. Assim como a capital, Medellin está entre montanhas, só que boa parte dela está a mais ou menos 1.600 metros de altura. Alguns bairros são mais altos, dá pra ver em torno que há muitas casas nas encostas das montanhas. No topo destas, creio que se ultrapassa fácil os 2000 metros. Bogotá tem suas partes mais baixas a 2.600 metros, mais ou menos.
Em Bogotá, ficamos num hostal que se localiza quase no alto de uma ladeira. Aqui, pelo menos, estamos em um que está numa parte mais ou menos plana da cidade. Nossos pés agradeceram ao máximo, pois o dedo mindinho de meu pé esquerdo já tinha virado múmia de tão protegido por band-aids sobrepostos....
Crédito da foto: eu mesma. Panorama de parte da Praça Botero.
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