Mostrando postagens com marcador besteirol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador besteirol. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Para que serve botão de pânico numa suíte?

Domingo chegou às nossas mãos um encarte publicitário bonitão sobre um novo condomínio de luxo aqui no Distrito Federal. Olhamos por curiosidade apenas pois, claro, não temos dinheiro para comprar um apartamento nesse local. Mas só de olhar o tal encarte já foi uma bela diversão. Numa das páginas, a gente se deparou com a expressão "botão de pânico na suíte". Morri de rir dessa. Eu já tinha visto esse tal "botão" em alguns sites. O dito cujo tem a função de disfarçar ou de esconder a tela do computador que se está vendo e assim presume-se que seu chefe não vai descobrir seus "breves" momentos de lazer no trabalho....Mas no contexto de uma suíte, para que serviria um botão de pânico? O que vocês acham?

1. Para apertar quando começar a assistir ao horário eleitoral pela TV.
2. Para avisar diretamente à Polícia caso haja invasão de ladrões no apartamento (mas se for isso não adianta nada porque certamente eles não vão aparecer ou vão aparecer somente horas depois....).
3. A quem tem um/uma amante, para apertar quando o cônjuge estiver girando a chave na fechadura da sala...aí automaticamente se abre uma gaveta tamanho gigante debaixo da cama pro dito/a cujo/a se esconder porque, dizem, essa história de guardarroupa (de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa se escreve assim, né?) já está ultrapassada...
4. Para os portadores da síndrome do pânico apertarem quando estiverem em crise. Aí, um gás tranquilizador é liberado, aliviando os sintomas desse problema.
5. Nenhuma das anteriores...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Nos EUA, cães e gatos viram bonecas Barbie!

Estava navegando ao léu pelo ciberespaço, quando me deparei com essa notícia no site do G1
Na matéria, diz que, nos Estados Unidos, um rastafári para cachorros custa o equivalente a uns R$50,00 e uma peruca para gatos, em média, uns R$80,00. Parece que os donos desses pets todos estão curtindo a nova moda. Só nos resta saber o que os bichinhos acham disso... o segundo gatinho aí da foto parece estar se segurando para não ter um ataque histérico. Quanto aos outros, devem ter sido dopados para posarem tão bem assim nas fotos, com esse elemento estranho na cabeça. Os bichanos estão parecendo bonecas Barbie! Se a gente fosse colocar peruca nas gatas aqui de casa, no mesmo instante não sobraria um fio delas...

Crédito da foto e matéria: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL738981-6091,00-CAES+E+GATOS+GANHAM+LOJAS+DE+PERUCAS+NOS+ESTADOS+UNIDOS.html


sábado, 16 de agosto de 2008

"Chilenos", "cubanos", "italianos" e até o "Cu" chileno: sucessos absolutos!

Nessas viagens, um de nossos divertimentos é brincar com a diversidade de sentidos de várias palavras entre diferentes idiomas. Desta vez, comemos um "Chileno", um "Cubano" e muitos "Italianos". Todos muito gostosos! Passamos por uma agência do Rabobank (o que será que eles guardam nesse banco? será que é possível abrir uma poupança no Rabobank?!) em Viña Del Mar, e depois de tanto descer o Chile fomos dar em Puerto Varas!! Porém, nada se compara à legenda explicativa da pedra da foto abaixo e aos dizeres do canto superior direito do cartaz mais abaixo, que se referem a um dos maiores orgulhos daquele país: o "Cu" Chileno, exaltado até em prosas e versos do poeta Pablo Neruda (Oda al Cobre é um exemplo).

´Calcosina em Cu Nativo`


Mas calma, gente, calma! Antes que vocês pensem mais besteiras, o "Chileno" é uma espécie de "sanduíche" de "manjar" (doce de leite) e biscoitos de água e sal bem grande. O "Cubano" (que o Humberto está curtindo aí ao lado) é uma casquinha parecida com nosso biju, recheado com manjar ou chocolate. O "Italiano" é um tipo de cachorro-quente com maionese, molho de tomate e abacate, ingredientes cujas cores são as mesmas da bandeira da Itália, por isso o nome (do jeito que são convencidos, alguns italianos devem achar que é por causa da salsicha de 30cm que vem no sanduíche...).

Quanto ao "Cu", para quem não é chegado numa tabela periódica, esse é o símbolo do COBRE. Atenção, eu escrevi C-O-B-R-E, viu? É a principal riqueza mineral do Chile, presente em vários produtos, desde fios de telefonia até pulseiras e anéis vendidos em feiras de artesanato. Para nossa surpresa, vimos numa exposição até mesmo meias e toalhas com fios de cobre entremeados no tecido, que possuem ação antibactericida e resolveriam os problemas da mocinha terrorista do ônibus, da história do post de ontem.

É, pelo visto em breve estaremos todos, de uma forma ou de outra, usufruindo dos benefícios do "Cu", seja ele chileno ou não.

Crédito do texto: eu com a ajuda inspiradora do Humberto (tinha de ser, claro...)
Crédito das fotos: os mesmos.
OBS: para ver as fotos em tamanho maior, clique em cima delas.

sábado, 5 de julho de 2008

Chicletes demais, interpretação de menos...

Por falar em viagens, uma vez alguém falou à Ju, minha irmã mais nova, que para "abrir o ouvido" em viagens de avião, era bom mascar bastante chiclete. Sabem o que ela fez? Comprou muitos chicletes e, no vôo, colocou-os todos na boca, de uma só vez. Ficou com a boca tão cheia e as bochechas tão enormes que, quando a aeromoça perguntou o que ela queria tomar, mal podia falar.

Eis aí um exemplo do que os problemas de "interpretação de texto"podem acarretar...


sábado, 26 de abril de 2008

Fibra de cocô??!!! Isso é que é reaproveitamento de materiais!!!!!

Flagrei esse cartaz numa feira, semanas atrás. É interessante como conseguem fazer reaproveitamento de várias coisas hoje em dia, até do inusitado...

Crédito da foto: eu mesma.


quinta-feira, 24 de abril de 2008

Aulas de destruição em massa para uma menina de 6 anos

Minha irmã mais nova, Ju, e nossa sobrinha Aninha formam uma dupla muito divertida. Elas são tia e sobrinha mas, no cotidiano, parecem ser a irmã mais velha e a irmã mais nova. Uma das maiores diversões da Ju é dar aulas para Aninha, de temas variados. Outro dia, Ju se queixava que ela não parava quieta em sua "sala de aula". Também pudera...sabem qual era o assunto? "Armas de destruição em massa". Com um tema desses, quem é que fica quieto?

No sábado passado, as aulas foram mais "light". O tema era "Introdução à Língua Francesa". A cena estava tão bonitinha que até eu participei da aula da Ju como aluna. Primeiro, era pra gente repetir os meses do ano: "Janvier, Février, Mars, Avril..." Depois, os números: " Un, deux, trois, quatre...".

O que a Ju estuda na Faculdade? Relações Internacionais.

Ilustração extraída de http://flashmasters.net/index.php? option=com_smf&Itemid=2&topic=17845.msg87001 .

terça-feira, 22 de abril de 2008

Manda um recado pro Bob Esponja?

Essa eu tirei da revista Bravo deste mês, na matéria "Confessionário Fernanda Takai", de Armando Antenore (Fernanda é a vocalista da banda Pato Fu). É uma conversa entre ela e uma amiguinha da filha:

"Você aparece na TV, certo?" Perguntou-lhe uma amiga de Nina.
"Às vezes, apareço."
"Então, me faça um favor," prosseguiu a pequerrucha. "Se você encontrar o Bob Esponja, diga que o adoro."

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Atenção inventores: produzam o isqueiro voador, por favor!

Outro dia, precisava de meu isqueiro para acender o fogão. Não achava. Aí pensei: bem que alguém poderia inventar um isqueiro que atendesse ao nosso chamado de voz quando precisássemos utilizá-lo e ainda por cima viesse voando ao nosso encontro....um de meus sonhos de consumo!
Não, gente, hoje não tomei chá verde. Na verdade, eu assisti muito àquele velho seriado de TV: a "Feiticeira"! E essa personagem é uma de minhas "ídolas"... quem me dera resolver tantas coisas simples, outras nem tanto, com um simples chacoalhar de nariz...

sábado, 5 de abril de 2008

Rodízio para maletas de rodinhas em Congonhas

Tráfego de maletas de rodinhas em aeroportos de São Paulo. Quem freqüenta Congonhas vai entender: as salas de embarque, sempre muito cheias, com seus executivos e suas maletas de rodinhas para lá e para cá. De repente, aquela voz sensual pelo sistema de som: "Senhores passageiros que iriam embarcar na porta 10, agora embarcam na porta 2. Os da porta 2, na porta 7, e os da 9, na 15.". A cena seguinte é um corre corre geral de gente apressada: mesmo que os assentos sejam marcados, é importante entrar no avião primeiro! Sempre em Primeiro! E o caos se instala... Como todos puxam as maletas, e não as empurram, seu campo de visão a respeito da direção das ditas cujas é limitado. E lá se vão pés atropelados, batidas em outras malas, enganche das bagagens em esquinas desavisadas. Uma loucura! Se continuar assim, vão ter que estabelecer regras para tráfego de bagagens: mão e contramão, preferência, sinais e até, quem sabe, regras de estacionamento, pedágios, rodízios.....

Imaginem só a voz sensual do sistema de som de Congonhas anunciando: "Senhores passageiros, agora vamos proceder ao rodízio de tráfego de suas bagagens...nos próximos dez minutos, só se locomovam aqueles que tem maleta da marca Primícia...".


Colaboração do amigo Sérgio Baummann, daqui de Brasília.

domingo, 16 de março de 2008

Manamana para alegrar o domingo

O video abaixo e/ou essa musiquinha fez parte da infância de muita gente. Para driblar minha falta de inspiração de hoje, deixo os bichinhos abaixo cantando aqui no meu blog este domingo....


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O japonês de meu celular


Ontem eu soltei mais uma pérola...estava fazendo minha ginástica mental antes de dormir jogando Sudoku no celular quando resolvo comentar com Humberto:

Poxa, esse está terrível...parece que eles vão mandando Sudokus cada vez mais difíceis à medida que a gente vai fazendo outros...

Assim que acabei de falar me dei conta desse "eles" na frase acima. Eles quem, cara-pálida? Parece até que meu celular baixa via Bluetooth joguinhos de um poderoso computador distante, ou coisa parecida. Ou então...quem sabe o japonês do meu antigo celular resolveu imigrar para o novo e me mandar os Sudokus cada vez mais difíceis, pra justificar sua nacionalidade?

Não lembro ao certo como surgiu essa lenda do "japonês que mora no celular da Silvana". Dizem que era um simpático e travesso japa, produto da nanotecnologia, que de vez em quando aprontava coisas estranhas em meu aparelho como, por exemplo, fazer ligações para algumas pessoas à minha revelia. Uma vez, Ana Paula me ligou e perguntou: Sil, você me ligou? Estranhando muito, respondo que não. Aí ela me explica que meu número estava gravado no aparelho dela como se eu tivesse ligado. E eu sequer estava com o celular na mão. Coisas do tal japonês, segundo alguns amigos meus.

Crédito da foto: nment.howstuffworks.com

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Siglas de Brasília mudam seu significado

Aqui em Brasília as chuvas estão provocando tantos transtornos que alguns setores devem mudar o significado de suas siglas. Por exemplo, o Setor de Abastecimento e Armazenamento Norte (SAAN) se tornou o Setor de Áreas Abandonadas e Alagadas Norte. O Setor de Rádio e TV (SRTV) mudou para Setor de Raios e Trovões Vibrantes. O Setor de Embaixadas Sul (SES) virou Setor Encharcado Sul. O Setor de Áreas Isoladas Norte (SAIN) virou Setor de Áreas Inundadas Norte.

Aqui em Brasília é tudo muito plano. Imagina se não fosse...com chuva forte, em vários minutos vários viadutos e ruas ficam inundados. Já está na hora de adaptarem os veículos todos para o modo anfíbio.

Créditos: O "Setor de Áreas Abandonadas e Alagadas Norte" foi coisa do Morinishi. O resto eu inventei, em momentos de delírio, tendo como inspiração a criação inicial dele.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Como vestir uma calça-envelope sem se meter em encrencas?

Não sei ainda como responder à pergunta acima. Ano passado, comprei uma calça-envelope em Sampa, naquela simpática feirinha dominical em frente ao Parque Trianon. Como eram bonitas e fresquinhas, não resisti e escolhi uma para mim, prestando bastante atenção às orientações da vendedora para vesti-la. A calça tem quatro amarras, mas nenhum zíper ou botão. Há uma estratégia especial de fazê-la ficar no corpo sem cair. Voltando a Brasília, tentei reproduzir o jeito certo de amarrá-la. Não consegui lembrar de jeito nenhum. A tal calça-envelope passou a ficar esquecida, num canto do armário, como um enigma indissolùvel. Porém outro dia, organizando meu guarda-roupa, eu a reencontrei e resolvi novamente experimentá-la (ou pelo menos tentar). Depois de quatro tentativas, consegui descobrir o jeito certo. De tanto jogar Sudoku, acho que meu raciocínio está ficando melhor...
Só preciso agora perder um pouco de barriga e descobrir uma maneira de amarrar e desamarrar aquela calça bem rapidinho, prevendo as centenas de vezes as quais preciso ir ao banheiro num único dia.

Viva o zíper! Viva o botão! Viva o elástico!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Celulares e Celulari


Celular      Celulari


Essa aconteceu agora há pouco, enquanto assistíamos TV:

Humberto: O Celulari já tá com 50 anos?
Sil: O quê? Os celulares já estão com 50 anos? Mas já? Não pode ser...

Vocês precisavam ver a cara do Humberto. Ambos caímos na gargalhada. Eu já estava fazendo as contas, pensando com meus botões: "em que ano mesmo inventaram o primeiro celular? Puxa, esse aparelho demorou a chegar no Brasil...não, não pode ser, os celulares não tem ainda 50 anos não..."

E detalhe: faz poucos meses que fui ao otorrino fazer uns exames auditivos e o médico disse que não tenho problema algum (!!!!). Meu problema é de "voadez" mesmo (permitam-me dar à luz este neologismo bonitinho).
Uma coisa é certa: aqui em casa Humberto tem diversão garantida!


Crédito da foto: www.guia-se.com.br (celular) e TV Verdes Mares (Celulari)

P.S.: o Celulari realmente está beirando os 50, ele é de 20 de março de 58! Já o celular está na casa dos 35, é de 73, mas no Brasil ele só tem 15 aninhos, dá prá acreditar?!!! (fonte: Wikipedia)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Complexidade Feminina!

Caros esquinautas, vocês sabem que, como um bom marido colaborador, eu colaboro muito pouco com este blog, mas a última postagem da Sil merece uma resposta no mesmo nível, portanto clique aqui para ver um diálogo que ilustra bem o porquê não se deve subestimar, muito menos tentar entender a inteligência feminina...

Viva a inteligência feminina!

Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero. Eram dez homens e uma mulher. Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda. Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas... Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas.

Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher!

Enviada pela Suely Parente, de São Paulo (SP).

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Contra Cólicas Menstruais

Se o produto do cartaz acima já chegou ao Brasil, por favor, avisem-me! Mas será que funciona mesmo?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Placa sinaliza salsa na escada

Este final de semana, a Serenata de Natal foi cantar em mais alguns hospitais daqui de Brasília. Num desses, deparei-me com uma placa muito curiosa, ao lado de uma escada, que mais me parecia indicar o seguinte: "Escada para casal dançar salsa". Fiquei pensando: como será dançar salsa numa superfície tão irregular quanto uma escada? Nem pensei em tentar fazer isso pois, do jeito que minha coordenação motora é "perfeita", eu poderia tropeçar, cair, e virar paciente daquele hospital, com uma bela bota de gesso numa das pernas. Porém, um colega do coral, o Romero, resolveu tentar a façanha. Com ele fazendo, até que não pareceu tão difícil. Só que agora falta testar com algum casal de bailarinos, para ver se as pernas e os pés de um e de outro se coordenam mutuamente nos degraus de uma escada, ao som daquele envolvente ritmo. Acho que vou chamar o Humberto para fazer o teste comigo numa das escadas do bloco. De preferência, num horário de pouco movimento.
Fica a sugestão para o pessoal do hospital: que tal inventarem a "Terapia Ocupacional da salsa na escada"? Pode ter uma ação realmente benéfica para a recuperação dos pacientes. Mas essa atividade deve ser realizada com cuidado e sob monitoria de enfermeiros, para não haver agravamento do quadro clínico.

Crédito da Foto: eu mesma.

sábado, 9 de junho de 2007

"Não sei, nunca bebi..."


Vejam só a enquete que saiu esta semana no Correioweb* e seus resultados:
Qual a sua nota para o atendimento nos bares e restaurantes da cidade?
-->Zero--> 37.65%
-->Um--> 3.2%
-->Dois--> 3.37%
-->Três--> 5.78%
-->Quatro--> 10.95%
-->Cinco--> 20.61%
-->Seis--> 7.12%
-->Sete--> 5.91%
-->Oito--> 2.58%
-->Nove--> 0.95%
-->Dez--> 1.83%
Essa enquete me fez lembrar uma história ocorrida alguns anos atrás aqui em Brasília, quando uma colega de Curitiba estava passando uns dias na cidade. Numa noite, resolvemos ir ao boliche e pedimos o cardápio enquanto jogávamos. A moça ficou curiosa para saber o que era um tal de drambuie**, no ítem das bebidas. Nem eu nem Humberto sabíamos como era esse drink. Chamamos então o garçom para pedir (ou tentar pedir) informações.

"Moço, o que é drambuie?"
"É uma bebida."
"Sim, mas que tipo de bebida?"
"Ah, é uma bebida alcoolica."
"Sim, mas como ela é?"
"Não sei, nunca bebi..."

* Para os amigos de fora de Brasília: Correioweb é a versão online do Jornal Correio Braziliense (www.correioweb.com.br).

** Drambuie é um licor feito à base de Whisky.