segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Segunda-feira: Garfield, fale por mim!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...
Amanhã é aniversário de nosso amigo e incansável companheiro de viagem Rui. Por isso, eu e Humberto resolvemos homenageá-lo publicamente com a primeira música que ouvimos ao chegar no Peru, na tarde do dia 11 de junho, ao tomar o táxi no aeroporto de Lima: uma cumbia chamada "Amor Pirata", cantada por vários grupos lá. No videoclipe acima, é cantada pelos Hermanos Villacorta.
Essa música é daquelas que grudam em nossos ouvidos. O próprio Rui que o diga...de manhãzinha, na hora de tomar o café da manhã, lá vinha ele cantarolando o refrão: "Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...". Passeando pelas ruas, ele era arrebatado por um ímpeto incontrolável e soltava a plenos pulmões, quando você menos esperava, novamente o "Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...". No meio do supermercado, em meio às prateleiras, a inspiração vinha mais uma vez: "Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...". Dentro do ônibus, não se continha e..."Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...". Até mesmo em meio às ruínas de Macchu Picchu ele não resistiu e cantou para as lhamas que o miravam, curiosas: "Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...".
Rui voltou ao Brasil antes de nós, mas às vezes tínhamos a nítida impressão que ainda estava conosco cantarolando seu famoso prefixo musical: "Amor pirata, amor de contrabando, amor ilegal...". O pior é que, enquanto estou escrevendo este post, comecei sem perceber a fazer a mesma coisa...
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Agora nem turista pode visitar o senado!
Lugar de palhaço é no circo.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Brincando com a água no Parque de la Reserva, em Lima
Nesses dias de umidade relativa do ar por volta dos 20% aqui em Brasília ou até abaixo disso, nas horas mais quentes do dia, venho me lembrando muito de um de meus lugares prediletos em Lima, lá no Peru: o Parque de La Reserva. Nesse parque está o Circuito Magico de las Aguas, que conta com 13 fontes ornamentais muito lindas. É o maior conjunto de fontes do mundo num parque público, e também onde podemos encontrar o maior jorro de água do mundo (80 metros), segundo o livro do Guiness de recordes mundiais. Duas das fontes são interativas, ou seja, a gente pode se meter lá dentro para brincar de fugir da água (ou se molhar, aí depende da vontade de cada um).
Nesse vídeo aí acima, filmado pelo Humberto, eu e meu primo Alex fomos brincar numa delas. O intuito é você ir chegando cada vez mais para o centro das fontes, único lugar seco dali, sem se molhar. Nem sempre dá para se adivinhar o movimento exato que elas fazem, isso fora alguns jorros de água sacanas que aparecem de surpresa atravessando o caminho ou os jorros de vapor...é muito divertido! Consegui me safar dessa quase sem me molhar, só a barriga de minha perna direita foi atingida.
Nesse mesmo parque, quase todas as noites, há um espetáculo muito lindo no qual um agrupamento de fontes baila ao som de músicas diversas, em coordenação com luzes, raios laser e algumas projeções de imagens nas águas. Tudo isso é controlado por meio de um software de computador. Para quem for a Lima, é um dos lugares imperdíveis que eu recomendo para ir à noite. Tenho um montão de fotos e outros vídeos feitos lá. Outro dia coloco mais um pouco desse material aqui para compartilhar com vocês.
Bem que nosso governo do DF podia tentar criar algo parecido. Bom...se ressuscitassem várias fontes que andam desligadas aqui em Brasília já seria ótimo...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Hoje é dia de exorcizar José Sarney!
Quando vou a um banheiro público, sempre tenho o maior cuidado para ver qual é o feminino e qual o masculino. Porém, no sábado, me ocorreu uma situação inusitada. Quando chegamos a um supermercado, resolvi ir ao WC antes, para fazer as compras mais tranquila. Lá fui eu, fiz o que tinha de fazer e, quando fui lavar minhas mãos, notei um fato estranho: um rapaz também estava lavando as suas, a umas três pias de distância de onde eu estava (!!!). Pensei com meus botões: "Putz...alguém entrou no banheiro errado...". Tentando fingir normalidade, enxuguei as mãos rapidinho e saí caminhando com asas nos pés, enquanto olhei a porta a fim de confirmar minha "suspeita": lá estava a placa "Banheiro Masculino". Como não a vi antes? Sei lá. Foi muito estranho. Acho que meus neurônios ficaram meio fora de órbita depois da overdose de café que havia tomado pela manhã (ah, isso é assunto pra outro post...). Quando encontrei Humberto, falei, morrendo de vergonha do meu mico: "Vamos pro supermercado voando, pois entrei no banheiro masculino por engano!"domingo, 9 de agosto de 2009
Salmão grelhado, risoto à Piemontese e berinjela ao forno
Sorte que meu pai é muito magrinho e pode comer à vontade sem preocupações com a silhueta.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Senado: churrasquinho em vez de pizza vai bem
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Esbarrei com o meu passado numa rua de Lima
Essa foto Humberto bateu de mim enquanto fazíamos um de nossos costumeiros passeios noturnos pelas ruas de Lima. Numa dessas, nos deparamos com esse painel aí. Em resposta à pergunta que lá está, o pior é que eu me recordo sim (!!!). Porém, não consigo ter saudade da máquina de escrever, prefiro mesmo o computador apesar de detestar o mouse, coisa que a primeira não tinha...
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Que tal criarem o Google Psicologia também?

segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Como faz pra baixar o volume desse povo?
Por incrível que pareça, essa barulheira não me incomoda. Eu fico é curiosa para saber exatamente como será o feitio desse apartamento reformado, se vão colocar blindex, de que cor vão pintar, essas coisas. Muitos de vocês vão pensar que sou louca. Acertaram: sou mesmo.
Em compensação, experimentem falar em voz alta embaixo de minha janela altas horas da noite para ver o que acontece...tenho profunda e intensa repulsa pelas vozes em volume máximo de algumas pessoas que, vira e mexe, ficam bebendo um tempão perto aqui do bloco e conversando como se estivessem num estádio de futebol. Nada contra bebida, eu também adoro beber de vez em quando (aliás, deu pra perceber no primeiro parágrafo, né). O que acho um saco é elas se esquecerem que não estão em sua própria casa e muita gente precisa dormir, né. Simples assim. É aquela velha história de "faça o que quiser, mas não prejudique o outro". Para completar, volta e meia alguns largam suas garrafinhas jogadas no gramado, em vez de deixá-las numa lixeira que fica a, no máximo, uns dez passos dali...
Bem que dá vontade, mas não ouso pedir de minha janela para baixar o tom de voz. Você corre o risco de ficar marcado, de jogarem pedra em sua janela e sabe-se mais lá o quê. Chamar a polícia? Já fiz isso duas vezes e ninguém apareceu...o que fazer numa situação dessas?