quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Como a gente pode se apaixonar por uma canção tanto assim?

Estou tão encantada com a música "Contramarea" do grupo Malpais, de Costa Rica, que me intriguei, esta semana, com o porquê disso acontecer. Um amigo músico logo desconfiou que foi por causa do arranjo de violino da música. Também isso. Mas acho que foi o conjunto todo: os arranjos, a letra poética, a voz do cantor, tudo!
Quando eu crescer, quero cantar e tocar ao violino essa música....um dia...
Eis a letra. A música está em
http://myspace.com/tumalpais .

Contramarea
Letra: Jaime - Música: Fidel

Era una historia de amor como cualquiera. Nadie me puede decir que no ha pasado que una muchacha de aquí se haya fugado con un muchacho de allá, del otro lado.

Ella era un "clis de sol", y él guardafronteras. Hijos del río San Juan, Romeo y Julieta. En un silencio del viento, acorralado, zarpó el amor en un bote, contra marea.

"¿Adónde estabas perdida, sueño del alba, espuma de los remansos donde crecí? ¿Adónde estabas durmiendo, lirio del agua? Nací solo para verte...Nací solo para verte llegar a mí"

Era una historia de amor, una leyenda, con versos que él cada tarde le cantaba, como si el ancho San Juan no fuera un río sino el foso de un castillo de hojas de palma.

Pero al final de la historia no hubo teatro, no hubo veneno, ni flores, no hubo aplausos, solo una barca volcada entre la niebla y una canción de papel casi borrada.

"¿Adónde estabas perdida, sueño del alba, espuma de los remansos donde crecí? ¿Adónde estabas durmiendo, lirio del agua? Nací solo para verte...Nací solo para verte llegar a mí"

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Minha amiga quer avisar o piloto da sacada do apartamento que seu avião está na contramão...


Uma amiga que morava em Santos resolveu subir a estrada e voltar a morar em Sampa. Outro dia, ela me mandou uma mensagem pelo Orkut que, com bom humor e ironia, me fez pensar sobre a falta de sossego de quem mora na reta do tráfego aéreo de grandes cidades. Vejam abaixo a mensagem. Admiro sua coragem.

Estou num lugar bem legal, chamado de jardim Oriental, que antigamente não existia e pertencia ao bairro do Jabaquara. Estou bem pertinho do Metrô Conceição, Carrefour, igreja do Sei cho no ie (?) e no meio de muitos orientais. Além de ver o céu, vejo aviões bem de perto. Outro dia vi pela primeira vez um avião em sentido contrário a todos que já tinha visto e fiquei desesperada na sacada tentando avisar que o cara estava na contramão. Loucura total esse tráfego aéreo. A Brisa ontem teve coragem de encarar um avião pela primeira vez, pois morria de medo e saia ganindo. Tadinha... A Princesa (a velhinha cardíaca) resistiu bem à mudança e está até feliz de ter voltado para sua terra, pois é uma canina paulistana!

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Grupo Malpaís, da Costa Rica: minha mais nova "descoberta"


Minha mais recente "descoberta" em meio à garimpagem por música latinoamericana desconhecida no Brasil é o grupo Malpaís, da Costa Rica. Já toquei dezenas de vezes hoje algumas músicas deles. Para saber um pouco mais do Malpaís, é só acessar o Jabá da Sil.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Vimos uma coruja correndo no posto de gasolina

Ontem à noite, quase hoje, estávamos em Águas Claras abastecendo o carro quando, de repente, percebemos um pequenino ser de pernas muuuuito fininhas correndo rapidamente pelo posto de gasolina: era uma coruja!!! O simpático bichinho provavelmente estava se alimentando de formigas e outros bichinhos pelo chão. Perguntei ao frentista se era coruja de estimação. Ele disse que sim, e era companheira dele nas madrugadas.
Fiquei surpresa, nunca havia visto uma coruja correndo. Ainda mais toda à vontade num posto de gasolina. Eu já vi vários exemplares desta espécie aqui em Brasília, mas apenas voando ou pousados em postes, placas indicativas, traves de futebol, ou coisas do gênero. Aliás, a bichinha corria tão rápido que me deu vontade de inscrevê-la na Corrida de São Silvestre lá em Sampa, para que ela possa mostrar seus dotes atléticos no último dia do ano.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Semi-pânico no apartamento: barata à vista!!!

Voltando ao assunto "Baratas", outro dia vivi momentos de terror aqui em casa. Eu estava sozinha quando me deparei com uma representante respeitável daquela espécie, de casca grossa e tudo, na porta da cozinha. Fiquei sem ação. Por incrível que pareça, bateu um medo danado de usar o chinelo. Imaginem se, de repente, aquele minúsculo e asqueroso inseto tem asas ocultas em seu blindado corpo e resolve botá-las para funcionar justamente durante minha tentativa de "assassinato"?


Lembrei de minha amiga que botou até capacete de motoqueiro, blusa, botas, etcs, para matar uma barata....confesso que cheguei a pensar em fazer o mesmo, mas estava tão quente no dia que desisti rapidinho de imitá-la. Sai correndo da cozinha para o escritório pulando em cima dela. Pensei: vou continuar meu trabalho. Mais tarde penso no que fazer com essa aí.


Horas depois, parecia-me que a barata estava meio zonza. Provavelmente, as gatas, minhas defensoras, devem ter dado umas patadinhas nela, o que me facilitou o final da tarefa: peguei então tranquilamente meu chinelo e bati com toda a força nela, prazeirosamente. Bati duas vezes: a primeira para matar, a segunda por garantia. Quando Humberto chegou em casa, restou a ele a parte mais fácil do "assassinato": jogar fora o cadáver.


Minha repulsa por baratas é tão grande que, quando ele pegou o cadáver com uma pá e me mostrou de perto, eu quase dei um grito, acreditam? Se algum psicólogo quiser analisar meu caso, estou à disposição.

Foto extraída de http://www.leisdemurphy.blogger.com.br/2006_02_01_archive.html

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Acordei com vontade de fazer travessura

Aqui no bloco estão fazendo um trabalho de colocação de pastilhas nas paredes externas. Terminaram a parte da frente. Agora estão fazendo o mesmo na parte de trás do prédio. Esta semana, os moços colocaram os andaimes na reta de nossa área de serviço e cozinha. Volta e meia é aquele barulho de quebradeira, "bate-estaca" pior do que o tocado em muitas boates por aí. Estou pensando em estudar minhas lições de violino na área de serviço. Quem sabe assim eles não apressam o trabalho? Ou será que minha travessura pode ter efeito contrário?

Foto extraída de http://paginas.terra.com.br/arte/fredmatos/cantiga.htm

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Por que tenho medo de barata?

Por que será que boa parte de nós mulheres morremos de medo desse bicho tão pequenininho? Algumas tem apenas nojo, mas confesso que tenho um quase pânico de ver um exemplar dessa espécie na rua ou em casa. Uma vez estávamos saindo de uma pizzaria e por culpa de um ser desses, bem parecido com o da foto, cruzando meu caminho, dei vários passos parecidos com o de Capoeira, mesmo sem nunca ter praticado essa arte. Numa outra ocasião, quando uma infeliz dessas passou perto de mim na rua, "paguei o maior mico": dei um grito sopranal que deve ter sido escutado até na Asa Sul...
Uma amiga contou que uma vez botou capacete de motoqueiro (!!!!), macacão, blusa de manga comprida, bota, só pra matar uma barata com a vassoura. Em contrapartida, outra amiga, quando tinha 13 anos, achava que o desgosto geral pelas baratas era puro preconceito e, acreditem, ela beijou uma para mostrar que era "amiga" da bichinha.
E você? Tem alguma história interessante para contar envolvendo baratas?

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Show de Tavito em Sampa

No dia 22, quinta-feira, mais um show da série: "Amigos de Sampa, assistam por mim". É a dupla Tavito e Zé Rodrix, mais uma vez em ação. Coloquei no Jabá da Sil o texto do próprio Tavito sobre o show, vale a pena ler.

OBS: Clique direto em Jabá da Sil para ir a esse blog.

Utilidade Pública: www.carroroubado.com


Uma colega me repassou o texto abaixo. Dei uma olhada no site, gostei. Um meio de comunicação a mais para tentar reencontrar carros roubados. Quem puder, pode reforçar a divulgação junto a seus amigos e contatos.

Divulgação em rede pode localizar carros roubados

O
www.carroroubado. com foi criado com o objetivo de facilitar a vida das vítimas de roubo, furto, estelionato e apropriação indébita de veículos e visa divulgação desses crimes em todo o Território Nacional e exterior, de modo a colaborar para a recuperação do bem. O serviço que é realizado em parceria com as autoridades competentes, mantém a vítima informada sobre o paradeiro de seu veículo e notifica quando ocorre a recuperação.
O site foi idealizado pelo policial civil de Brasília, Gilmar Oliveira Alves, que teve seu veículo furtado em 2006. "Na época, divulguei o furto do meu carro em outros Estados, encaminhei e-mails e entrei em contato com várias delegacias por esse país afora", ressalta o policial. Com isso, percebeu que as pessoas precisavam ter outros meios para ajudar na localização de seus veículos. E foi assim que teve a idéia de criar o site, especializado em divulgação de carros roubados.
Para o desenvolvimento da Home page, Gilmar se preparou. O primeiro passo foi procurar na internet algum serviço dessa natureza, como não encontrou nada, fez algumas consultorias, se informou, inclusive junto ao Sebrae. Ele lembra que quando mencionava o projeto todos eram unânimes em aprovar a idéia. "Nosso objetivo é disponibilizar o maior banco de dados com informações de veículos roubados e furtados do País".
No ar desde outubro de 2007, o site recebeu mais de três mil visitantes, tem um banco de registros com cerca de duzentos e cinqüenta cadastros de veículos roubados e em apenas um mês, já contabiliza algumas vitórias.
As pessoas que tiverem informações sobre veículos suspeitos também podem colaborar denunciando e aqueles que tiveram carros furtados ou roubados e que ainda não foram recuperados, façam o cadastro no site.Para se cadastrar, basta ser maior de 18 anos, ter em mãos os documentos pessoais e do carro e registro de ocorrência. O serviço é gratuito.

sábado, 17 de novembro de 2007

Café, suco de laranja, leite condensado, sorvete de creme: tudo batido no mesmo copo!!!!!


O que escrevi aí no título é pura verdade. Hoje fomos a um Café lá no Setor Sudoeste. Depois de comer algo, resolvi experimentar uma bebida que me pareceu exótica: ela era composta por todos os elementos do título mais uma bebida alcoólica que não me lembro agora o que era.
Se eu gostei? Até agora não sei dizer ao certo, de tão exótico que era esse café...me deu um baita surto de "dissonância cognitiva". Quem sabe amanhã eu não consiga descrever esse sabor?