Uma de minhas irmãs, Juliana, tem um gatinho muito lindo chamado Príncipe Heleno II. O fofo é tão moderninho que tem até Facebook e Ju volta e meia coloca umas fotos interessantes dele lá. Uma de minhas prediletas é essa aí.
Quem vai preparar o almoço do dia das mães amanhã sou eu. Como veem, precisarei ter cuidado com presenças fortuitas em minha cozinha....
Crédito da foto: Juliana Cristina Francisco.
sábado, 7 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Cirurgia no braço e alegria no coração
Ontem passei por uma cirurgia no braço para retirar um provável "lipoma". Estava bem ansiosa. Menos mal que o médico havia me comentado que era cirurgia rápida e simples, sem mistérios. Ao perguntar quanto tempo duraria tal operação, ele me respondeu, bem humorado: "olha, se eu estiver com preguiça no dia, uns três minutos".
E, de fato, foi assim. Não sei precisar quanto tempo foi, mas com certeza ele não estava com preguiça no dia. Lembro-me que fiquei bem mais tempo no quarto relaxando e esperando minha vez de ser operada do que na sala de cirurgia: cheguei no quarto mais ou menos às 12h30min e me levaram ao centro cirúrgico em torno das 15h, eu acho (Humberto que me corrija, se eu estiver errada). Sentei na cadeira de rodas e fui transportada confortavelmente para lá. Confesso que a aquelas alturas, inexplicavelmente, minha curiosidade já estava empatando com o grau de ansiedade, para meu alívio. Estava até curtindo ser levada para a cirurgia, pois apreciava corredores, paredes e elevador sob outra ótica, num intenso exercício de observação de ambientes.
Chegando ao centro cirúrgico, fiquei esperando um pouquinho ainda numa sala onde havia algumas enfermeiras, por sorte todas simpáticas. Depois, levaram-me para o lugar onde seria operada. Subi no leito e me deitei. Veio uma das enfermeiras e me colocou o soro numa de minhas veias da mão esquerda, para receber uma sedação leve. Só senti uma picadinha rápida, a moça era bem jeitosa. Depois apareceu outra para colocar uma peça de ferro numa de minhas pernas. Fiquei curiosa e perguntei o que era aquilo. Ela me explica que é pra evitar choques no paciente, pois o cirurgião usa bisturi elétrico. Pouco tempo depois, aparece o médico anestesista explicando que iria me anestesiar via soro. Fiquei contentinha em saber disso, pois já estava imaginando o doutor com uma baita seringa na mão....Ainda depois, alguém (não lembro se era ele mesmo) me pergunta se eu já estava um pouquinho zonza (acho que era pra saber se a sedação ou a anestesia ou os dois, sei lá, já estavam fazendo efeito). Sentia uma "zonzeira" leve apenas, confesso que quando tomo algumas cervejas o efeito é mais forte.
O bom é que não havia monotonia ali: cada momento aparecia uma pessoa diferente e fazendo algo também diferente. Enfim, ao final, aparece o cirurgião e começa os trabalhos. Por estranho que pareça, eu estava tranquila. Sei lá o que me deram, mas o negócio é bom mesmo, funciona e o melhor: não senti dor nenhuma. Sentia que o doutor estava mexendo em algo no meu braço, mas nada de dor...bem rapidinho, ele falou: "pronto!" e ainda me perguntou se eu queria ver o que ele havia retirado. Surpresa, fiquei apreciando o tamanho da gordura retirada do tal lipoma. Parecia um punhadinho de gordura amarelada de frango...achei graça ao saber que aquilo tinha saído do meu braço.
Depois de alguns instantes, fui levada até outra sala de maca, onde fiquei um tempinho (creio que mais ou menos meia hora, talvez) e depois me "devolveram" ao quarto com direito ao trajeto visto sob outra perspectiva diferente de corredores, paredes e elevador. Lá descansei mais um pouco e tomei uma saladinha de frutas com torradas. Eu nem sabia que tinha lanche, fiquei feliz quando me avisaram. Afinal, seguindo à risca as recomendações médicas, comi alguma coisa antes das sete da manhã e depois mais nada...
Que bom se toda cirurgia fosse simples assim!
E, de fato, foi assim. Não sei precisar quanto tempo foi, mas com certeza ele não estava com preguiça no dia. Lembro-me que fiquei bem mais tempo no quarto relaxando e esperando minha vez de ser operada do que na sala de cirurgia: cheguei no quarto mais ou menos às 12h30min e me levaram ao centro cirúrgico em torno das 15h, eu acho (Humberto que me corrija, se eu estiver errada). Sentei na cadeira de rodas e fui transportada confortavelmente para lá. Confesso que a aquelas alturas, inexplicavelmente, minha curiosidade já estava empatando com o grau de ansiedade, para meu alívio. Estava até curtindo ser levada para a cirurgia, pois apreciava corredores, paredes e elevador sob outra ótica, num intenso exercício de observação de ambientes.
Chegando ao centro cirúrgico, fiquei esperando um pouquinho ainda numa sala onde havia algumas enfermeiras, por sorte todas simpáticas. Depois, levaram-me para o lugar onde seria operada. Subi no leito e me deitei. Veio uma das enfermeiras e me colocou o soro numa de minhas veias da mão esquerda, para receber uma sedação leve. Só senti uma picadinha rápida, a moça era bem jeitosa. Depois apareceu outra para colocar uma peça de ferro numa de minhas pernas. Fiquei curiosa e perguntei o que era aquilo. Ela me explica que é pra evitar choques no paciente, pois o cirurgião usa bisturi elétrico. Pouco tempo depois, aparece o médico anestesista explicando que iria me anestesiar via soro. Fiquei contentinha em saber disso, pois já estava imaginando o doutor com uma baita seringa na mão....Ainda depois, alguém (não lembro se era ele mesmo) me pergunta se eu já estava um pouquinho zonza (acho que era pra saber se a sedação ou a anestesia ou os dois, sei lá, já estavam fazendo efeito). Sentia uma "zonzeira" leve apenas, confesso que quando tomo algumas cervejas o efeito é mais forte.
O bom é que não havia monotonia ali: cada momento aparecia uma pessoa diferente e fazendo algo também diferente. Enfim, ao final, aparece o cirurgião e começa os trabalhos. Por estranho que pareça, eu estava tranquila. Sei lá o que me deram, mas o negócio é bom mesmo, funciona e o melhor: não senti dor nenhuma. Sentia que o doutor estava mexendo em algo no meu braço, mas nada de dor...bem rapidinho, ele falou: "pronto!" e ainda me perguntou se eu queria ver o que ele havia retirado. Surpresa, fiquei apreciando o tamanho da gordura retirada do tal lipoma. Parecia um punhadinho de gordura amarelada de frango...achei graça ao saber que aquilo tinha saído do meu braço.
Depois de alguns instantes, fui levada até outra sala de maca, onde fiquei um tempinho (creio que mais ou menos meia hora, talvez) e depois me "devolveram" ao quarto com direito ao trajeto visto sob outra perspectiva diferente de corredores, paredes e elevador. Lá descansei mais um pouco e tomei uma saladinha de frutas com torradas. Eu nem sabia que tinha lanche, fiquei feliz quando me avisaram. Afinal, seguindo à risca as recomendações médicas, comi alguma coisa antes das sete da manhã e depois mais nada...
Que bom se toda cirurgia fosse simples assim!
domingo, 1 de maio de 2011
Vanessa, da banda Ludov: pra mim uma das melhores cantoras brasileiras
Sei que muitos talvez me joguem pedras. Incandescentes. Mas, como estamos numa democracia, vou dizer: me incomodo com a profusão de cantoras de MPB que cantam iguaizinhas umas às outras por aí. Poucas se diferenciam. Elas em geral são boas sim, mas a questão que coloco é sobre a mania de várias ficarem se copiando umas às outras, não sei se de propósito ou sem perceber. Fica algo do tipo "sempre mais do mesmo", vira monotonia. Acontece semelhante à chamada "Música Sertaneja": pra mim, pelo menos a maioria dos cantores ou duplas cantam muito parecido, senão igual mesmo, e todos parecem cantar a mesma canção o tempo todo.....
Sinto falta de diferenciação, personalidade própria, atitude. Se me perguntarem quais as cantoras brasileiras que mais gosto, de pronto me vem à cabeça dois nomes: a Vanessa, da banda paulistana Ludov, e a Érika Martins (ainda colocarei vídeo dela por aqui também, aguardem). Vanessa tem uma voz bonita, límpida, além de uma DICÇÃO ótima: consigo entender todas as palavras que ela canta (muitos deveriam aprender com ela...) e adoro seu jeito de cantar. Ela e sua banda Ludov mereciam estar tocando exaustivamente nas rádios Brasil afora.
Em resumo: entre as brasileiras, atualmente prefiro as roqueiras. Um recado: ter influências de alguém NÃO É o mesmo que copiar esse alguém.
sábado, 30 de abril de 2011
Acordei na sexta-feira e tomei um susto com o vestido amarelo da rainha
Na sexta-feira, Humberto me acordou de manhãzinha para ver o casamento real. Relutante em abandonar os braços de Morfeu, direcionei meus olhos ainda entreabertos na direção da TV. A primeira imagem que me aparece é a da rainha vestida toda de amarelo. Até o chapéu era da mesma cor. Não sei qual era a tonalidade real (sem querer fiz aqui um trocadilho...) daquele amarelo, mas pelo menos em nosso televisor aparecia como amarelo-ovo. Deu vontade de me virar e voltar a dormir na mesma hora. Ou sair correndo...
Mas o pior vinha depois: um festival de chapéus de todos os formatos, cores e gostos: estilo "disco-voador", estilo "com antenas", estilo "Disco-voador com antenas", estilo "Mataram o pavão mas aproveitei as penas", e por aí afora. Lá no sul do Brasil tempos atrás ficaram de bronca com o padre que celebrou um casamento com os noivos e convidados vestidos de acordo com personagens do filme "Shrek", mas em termos de chapéus e, em alguns casos, também dos trajes, esse casamento não ficou tão atrás desse outro....
Nada contra transmitirem o casamento real pela TV. O que me incomoda é o excesso da mídia em cima do fato que, para o restante do mundo, não representa lá grande coisa. E aqui no Brasil? Anos atrás grande parte da população nem votou na monarquia no plebiscito, porque então esse interesse na realeza britânica? Seria o desejo inconsciente de muitos e consciente de outros tantos, mulheres e homens, de acharem seus príncipes ou princesas (ou duquesas...) de sua vida? Não sei explicar...
Lembrei-me agora da observação de um amigo solteiro outro dia num barzinho daqui de Brasília, observando as mulheres. Ele observou em particular uma garota bem alta, muito maquilada, cabelo feito, mas sem elegância nem estilo:
-Nossa, aquela moça parece a Transamazônica...
-Como assim a Transamazônica?
-É comprida e mal acabada....
Depois ele comentou também que muitas mulheres arrumam o cabelo, exageram na maquilagem, procuram vestir-se bem, mas parece que isso tudo de nada adianta. Comentou do valor da beleza natural, da atitude, etc. O casamento real serviu para explicitar isso. Do pouco que vi do casamento, deu para perceber que muitas convidadas estavam a léguas e léguas de distância da beleza e da elegância da noiva...Na verdade, nem coloco muito em destaque a questão da beleza em si, já que nem todas tiveram a sorte de serem lindas como a duquesa Kate, mas é interessante a questão da elegância, da postura e das atitudes, que acabam se transformando também em beleza.
Mas o pior vinha depois: um festival de chapéus de todos os formatos, cores e gostos: estilo "disco-voador", estilo "com antenas", estilo "Disco-voador com antenas", estilo "Mataram o pavão mas aproveitei as penas", e por aí afora. Lá no sul do Brasil tempos atrás ficaram de bronca com o padre que celebrou um casamento com os noivos e convidados vestidos de acordo com personagens do filme "Shrek", mas em termos de chapéus e, em alguns casos, também dos trajes, esse casamento não ficou tão atrás desse outro....
Nada contra transmitirem o casamento real pela TV. O que me incomoda é o excesso da mídia em cima do fato que, para o restante do mundo, não representa lá grande coisa. E aqui no Brasil? Anos atrás grande parte da população nem votou na monarquia no plebiscito, porque então esse interesse na realeza britânica? Seria o desejo inconsciente de muitos e consciente de outros tantos, mulheres e homens, de acharem seus príncipes ou princesas (ou duquesas...) de sua vida? Não sei explicar...
Lembrei-me agora da observação de um amigo solteiro outro dia num barzinho daqui de Brasília, observando as mulheres. Ele observou em particular uma garota bem alta, muito maquilada, cabelo feito, mas sem elegância nem estilo:
-Nossa, aquela moça parece a Transamazônica...
-Como assim a Transamazônica?
-É comprida e mal acabada....
Depois ele comentou também que muitas mulheres arrumam o cabelo, exageram na maquilagem, procuram vestir-se bem, mas parece que isso tudo de nada adianta. Comentou do valor da beleza natural, da atitude, etc. O casamento real serviu para explicitar isso. Do pouco que vi do casamento, deu para perceber que muitas convidadas estavam a léguas e léguas de distância da beleza e da elegância da noiva...Na verdade, nem coloco muito em destaque a questão da beleza em si, já que nem todas tiveram a sorte de serem lindas como a duquesa Kate, mas é interessante a questão da elegância, da postura e das atitudes, que acabam se transformando também em beleza.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sumida do blog
Gente, estive sumida do blog mas tô voltando, tá...como diz aquela antiga canção francesa: "Ne me quites pas...". Por falar em canção francesa, meu reino agora por uma tartellete de morango bem feita. Na verdade, não precisa ser lá da França, pode ser uma lá da padaria Barcelona, de Sampa. Já ficaria super feliz! Não, não é jabá, é gula mesmo....
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Sou de outro planeta
Muitas vezes tenho a impressão que vim de outro planeta. Talvez tenha chegado aqui numa nave como aquela que apareceu na reportagem de uma TV limenha a qual postei no final de semana. Para disfarçar, me enfiaram disfarçadamente na barriga da minha mãe ainda em Mato Grosso do Sul e nasci meio ao acaso lá no Rio de Janeiro. Quem sabe não foi isso que aconteceu?
Outro dia estávamos num churrasco e um dos vizinhos do dono da casa chegou com um monte de maracujás grandões e apetitosos. Inocentemente, peguei um deles, parti ao meio e comecei a comer seu recheio com uma colher. E não é que teve gente que se espantou quando me viu fazendo isso? Ué, pra mim é a melhor e mais saborosa maneira de desfrutar dessa fruta. O quê? Botar açúcar?! Tá doido? Quer estragar meu prazer? Eu tenho mesmo atração pelo azedo. Adoro estraçalhar uma laranja, chupá-la e comer o bagaço todinho. Mas tem de ser laranja pera porque é meio azedinha. Pra mim laranja doce é um dos piores sabores, não consigo gostar nem que me paguem.
Certa noite estávamos de carro com um amigo e passamos na divisa entre o Setor Comercial Sul e o Setor Hoteleiro Sul. Fiquei observando, curiosa, algumas prostitutas fazendo ponto. Vi uma que tinha as pernas belíssimas, quem me dera ter umas pernas daquela. Aí perguntei pro Humberto o que ele achava das pernas da guria. Normal. E não é que nosso amigo achou isso estranho? Ué, mas porquê?!
Um dia descubro de que planeta brotei...
Outro dia estávamos num churrasco e um dos vizinhos do dono da casa chegou com um monte de maracujás grandões e apetitosos. Inocentemente, peguei um deles, parti ao meio e comecei a comer seu recheio com uma colher. E não é que teve gente que se espantou quando me viu fazendo isso? Ué, pra mim é a melhor e mais saborosa maneira de desfrutar dessa fruta. O quê? Botar açúcar?! Tá doido? Quer estragar meu prazer? Eu tenho mesmo atração pelo azedo. Adoro estraçalhar uma laranja, chupá-la e comer o bagaço todinho. Mas tem de ser laranja pera porque é meio azedinha. Pra mim laranja doce é um dos piores sabores, não consigo gostar nem que me paguem.
Certa noite estávamos de carro com um amigo e passamos na divisa entre o Setor Comercial Sul e o Setor Hoteleiro Sul. Fiquei observando, curiosa, algumas prostitutas fazendo ponto. Vi uma que tinha as pernas belíssimas, quem me dera ter umas pernas daquela. Aí perguntei pro Humberto o que ele achava das pernas da guria. Normal. E não é que nosso amigo achou isso estranho? Ué, mas porquê?!
Um dia descubro de que planeta brotei...
terça-feira, 12 de abril de 2011
Aceito sugestões de novos sabores de bombons
Preço de ovo de Páscoa é um absurdo. Só porque é um chocolate em forma diferente as indústrias metem a mão. Como nosso dinheiro aqui em casa não dá em árvore, prefiro fazer uns saquinhos legais bonitinhos e contendo muito mais chocolate do que se eu fosse dar ovo colorido pra cada um da família...sai muuuuuuuuuuito mais em conta e acho que tem maior valor sentimental. Além disso, é uma ótima ocasião para se praticar a criatividade.
O início da Páscoa está se aproximando (sim, digo início da Páscoa porque, na verdade, ela se inicia no chamado "Domingo de Páscoa" e dura 50 dias, deixem só as indústrias de chocolate descobrirem...). Com isso, já estou em plena produção de meus famosos bombons, entre eles o que me parece ser o predileto da galera: o de licor de gianduia com biscoito. Porém, gostaria de receber sugestões de vocês sobre novos sabores a serem explorados. Meses atrás, já fiz com recheios de diferentes tipos de geléias, inclusive de pimenta. Agora gostaria de inovar. E aí, quem me dá novas idéias?
O início da Páscoa está se aproximando (sim, digo início da Páscoa porque, na verdade, ela se inicia no chamado "Domingo de Páscoa" e dura 50 dias, deixem só as indústrias de chocolate descobrirem...). Com isso, já estou em plena produção de meus famosos bombons, entre eles o que me parece ser o predileto da galera: o de licor de gianduia com biscoito. Porém, gostaria de receber sugestões de vocês sobre novos sabores a serem explorados. Meses atrás, já fiz com recheios de diferentes tipos de geléias, inclusive de pimenta. Agora gostaria de inovar. E aí, quem me dá novas idéias?
domingo, 10 de abril de 2011
Canção com cheiro de media luna e café
Minhas sextas musicais realmente estão meio rebeldes ultimamente...ou não saem, ou vão parar em outro dia da semana, tipo hoje. E pra combinar com um domingo preguiçoso de abril, aí vai o vídeo da música "Te Quiero Igual", do argentino Andres Calamaro.
A primeira vez que ouvi essa música faz um tempão: foi no ano de 1999, em Buenos Aires. Volta e meia me deparava com ela enquanto caminhava pelas ruas ou entrava em algumas lojas. Talvez por isso essa canção me remeta à cheirinho de media lunas (como os argentinos chamam os croissants) e café.
sábado, 9 de abril de 2011
Telejornal peruano mostra objeto voador não identificado em Lima
A imagem do tal objeto voador não identificado é estranhíssima. Não se trata de avião, helicóptero ou satélite. Experimentem clicar na reportagem acima e vejam. Do que se trata?
Foi Humberto quem me mostrou essas imagens na semana passada. Fiquei impressionada pois dias antes havia sonhado que um objeto muito parecido com esse havia chegado em frente à janela de nossa sala e ficado numa posição meio inclinada, como se estivesse nos observando. Fiquei morrendo de medo no sonho, tive vontade de gritar mas não conseguia. Acordei assustada e, pelo sim, pelo não, dei uma olhada na janela. Tudo normal (ainda bem!). Até parece que o tal objeto voador, que passou no mês de janeiro em Lima, resolveu romper diferentes dimensões e me visitar no "modo sonho" dias atrás.
Pensando bem, deve ter sido "encomenda surpresa" de um de meus primos de lá...
sábado, 2 de abril de 2011
"Limparam" a área proibida para estacionamento no Setor Hospitalar Norte: ainda bem!
Gente, que alegria ontem ao passar novamente pelo Setor Hospitalar Norte (o do finalzinho da Asa Norte): não é que nenhum carro estava mais estacionado no rumo da placa de "Proibido Estacionar"? Achei ótimo. Não sei se o fato de eu ter espalhado minha queixa a várias TVs e também ao próprio DETRAN funcionou, não sei se foi coincidência, mas de qualquer maneira isso alegrou minha sexta-feira. Vamos ver se o Setor se mantém assim, para que mais nenhuma ambulância tenha que cortar caminho fazendo manobras arriscadas por ali.
Para quem não está por dentro do assunto, é só ler meu post da segunda-feira passada.
Para quem não está por dentro do assunto, é só ler meu post da segunda-feira passada.
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