E por falar em primo Alex (o que posou na foto tendo ao fundo o Teatro Nacional), anteontem à noite conversamos um pouco pela webcam. Penso que, às vezes, nossos papos poderiam render algum programa humorístico para a TV ou coisa parecida, de repente uma co-produção Peru-Brasil, algo do gênero. Fica aí a sugestão para quem quiser nos contratar...
Para variar, ele estava tomando Inca Kola na frente do computador só para me provocar. E eu aqui me contentando com um simples Gatorade. Mas o engraçado é que ele perguntou o que estava tomando e eu não soube responder nem em português quanto mais em castelhano como se chamava a bebida...deu branco! Aliás, até agora não me lembrei como é o seu nome "resumido". Naquele momento, para explicar o que estava bebendo ao primo, peguei a garrafinha e fui lendo o rótulo: "Repositor hidroeletrolítico para praticantes de atividade física sabor laranja". Alex então não perdeu a oportunidade e disparou à queima-roupa, com toda a ironia do mundo: " Que atividade física você praticou???!!!" *
Faço questão de lembrar aqui que caminhada também é atividade física e ontem fiz isso por mais de duas horas...
Quanto ao nome da bebida, depois Humberto me lembrou: "Ah, você podia ter falado Gatorade logo de uma vez". É mesmo. Esse é o típico exemplo de produto cuja marca mais conhecida acaba virando seu próprio nome no dia a dia. É como Maizena, por exemplo.
Crédito da foto aqui.
* Aqui cabe uma nota de rodapé incorporada ao texto para os que se tornaram meus leitores há pouco tempo: não consigo gostar de atividades físicas, só mesmo de caminhadas (pelo menos isso) e ponto final. Sou preguiçosa... ginástica, musculação, jogos com bola e similares não são minha praia. Daí o motivo da pergunta "engraçadinha" de Alex.
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Teatro Nacional: a arte indo por água abaixo...
Esta aqui é uma parte do foyer do Teatro Nacional, que foi praticamente inundada ontem.
Esta é uma das entradas, com as laterais em placas de acrílico.
Este é o Teatro Nacional, visto de cima da Plataforma da Rodoviária.
Ontem passei um bom tempo presa no Teatro Nacional de Brasília devido a um forte temporal. Até que a situação não foi tão ruim assim, aproveitei para apreciar a beleza daquele local enquanto esperava a chuva passar. Porém, algo me surpreendeu: havia várias infiltrações na área do foyer do Teatro...à medida que os minutos iam passando, várias poças de água iam aumentando. Dali a pouco, daria para brincar tranquilamente de navegar por meio de uma verdadeira frota de barquinhos de papel com direito a playmobis dentro e tudo o mais...
Eu, com minha "síndrome de sub-síndica", fiquei olhando embasbacada para o chão, para o teto, para o chão, para o teto, numa tentativa de contar quantas infiltrações havia por lá. Acabei desistindo. Um dos guardas do local passou por mim sorrindo, adivinhando meus pensamentos, dizendo: "essas são as obras do GDF..." Sorri, comentando algo como "Pois é.." ou coisa parecida.
Pena um lugar bonito desse estar com problemas assim, e logo às vésperas dos 50 anos de Brasília.O interessante é que passaram meses retirando, limpando e colocando de volta aqueles quadrados de uma das laterais do teatro e se esqueceram logo das infiltrações acima da área do foyer...
A chuva forte acima das placas de acrílico rendeu cenas bonitas ontem à tarde.A água vinha caindo até formar pequenas cascatas no final das fileiras daquelas placas. Pena que não estava com câmera para filmar a cena. Até sugeriria que bolassem um sistema no qual esse espetáculo pudesse ser visto diuturnamente na parte externa do Teatro com o uso de água reciclada para não haver desperdício. Ficaria muito lindo. Porém, antes, por favor: deem um jeito naquelas infiltrações, pois fica meio chato a realização de performances e exposições ali...a arte vai, literalmente, por água abaixo...
Créditos:
Foto de uma das entradas do Teatro: Eliezer Faleiros de Carvalho
Foto do Teatro de longe: eu mesma, com direito ao primo Alex como modelo.
Foto de parte do foyer do Teatro: Marcos Nardon
domingo, 28 de março de 2010
Endereços estranhos aqui em Brasília? Experimente ver os de Japão e China, então...
Agora mesmo estava observando o endereço de uma prima peruana que mora no Japão. Parte dele é assim:
MIE KEN YOKKAICHI -SHI ASAKEGAOKA 3-1-59
Esse endereço ainda tem mais uma linha abaixo, mas omiti por questões de privacidade. Porém, já dá para vocês imaginarem o cuidado que tive outro dia ao colocar um envelope no correio. Como sou muito "avoada", tive de ler mil vezes esse Asakegaoka de não sei das quantas para ver se não tinha trocado algum número ou letra...Tenho outro endereço familiar bem curioso também: o de um primo de Macau, ex-colônia portuguesa na China:
AV. HORTA E COSTA, KOU SI TAK GARDEN, 3D, BLOCO X, 5º ANDAR Y
E tem gente que ainda acha estranhos os endereços nossos daqui de Brasília...
MIE KEN YOKKAICHI -SHI ASAKEGAOKA 3-1-59
Esse endereço ainda tem mais uma linha abaixo, mas omiti por questões de privacidade. Porém, já dá para vocês imaginarem o cuidado que tive outro dia ao colocar um envelope no correio. Como sou muito "avoada", tive de ler mil vezes esse Asakegaoka de não sei das quantas para ver se não tinha trocado algum número ou letra...Tenho outro endereço familiar bem curioso também: o de um primo de Macau, ex-colônia portuguesa na China:
AV. HORTA E COSTA, KOU SI TAK GARDEN, 3D, BLOCO X, 5º ANDAR Y
E tem gente que ainda acha estranhos os endereços nossos daqui de Brasília...
sábado, 27 de março de 2010
Obrigada pelos selinhos, companheiras blogueiras!
Agradeço às companheiras blogueiras Clara e minha xará Silvana pelos selinhos que ganhei dias atrás. Agradeço "atrasadamente" mas com carinho, viu, meninas? E aproveito para fazer um "Merchan" de seus respectivos blogs aqui: o Caderno Rosa e o Meu Mundo Cor de Abóbora. Não deixem de prestigiá-las!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Azia e náuseas em Brasília e Lima
Na terça à noite, comemos uma pizza por aqui. Eu comi alguns pedaços além do que deveria. Resultado: azia e algumas náuseas. Entrei no MSN e papeei um pouco com minha prima Sofia, lá de Lima, no Peru. E não é que havia acontecido a mesma coisa com ela? Males de família e sincronicidades...
terça-feira, 23 de março de 2010
Terremoto Del Alma, por Pilar Soto
Há dias eu ia colocar o link de um texto muito lindo e sábio escrito por uma chilena no blog da companheira blogueira costariquenha Júlia Ardon e sempre me esquecia. Hoje, felizmente, lembrei-me de fazer isso. Fala sobre a importância das coisas essenciais de nossa vida com simplicidade, força e maestria.
Leiam só o trechinho abaixo:
El terremoto del alma es el más lento de sanar. No nos sirve para ello, el dinero, la tecnología y tantas otras cosas de las cuales nos apoyamos. Todo nos sirve y nos ayuda pero tendremos que pararnos desde adentro para que lo que construyamos afuera sea de una solidez que el próximo remezón no sea capaz de botar.
Já deu para sentir a profundidade da mensagem, né? Não deixem de ler esse texto no blog da Júlia, acredito que está fácil de compreender mesmo para quem não costuma ler em espanhol.
Leiam só o trechinho abaixo:
El terremoto del alma es el más lento de sanar. No nos sirve para ello, el dinero, la tecnología y tantas otras cosas de las cuales nos apoyamos. Todo nos sirve y nos ayuda pero tendremos que pararnos desde adentro para que lo que construyamos afuera sea de una solidez que el próximo remezón no sea capaz de botar.
Já deu para sentir a profundidade da mensagem, né? Não deixem de ler esse texto no blog da Júlia, acredito que está fácil de compreender mesmo para quem não costuma ler em espanhol.
domingo, 21 de março de 2010
Empresto minha gata para massagem e acupuntura
Empresto minha gata MaluCat Valentina para massagens. Deixem eu explicar melhor: é que ela me faz umas longas massagens muito gostosas em minha barriga, de vez em quando. Estou pensando em socializar esse benefício. É altamente terapêutico e relaxante. E seu serviço ainda traz uma vantagem de brinde: ela massageia e aplica acupuntura com suas garrinhas afiadas ao mesmo tempo. Um ótimo dois em um!
O único problema é que ela faz isso quando quer e isso nem sempre coincide com a vontade do "cliente"...
O único problema é que ela faz isso quando quer e isso nem sempre coincide com a vontade do "cliente"...
sábado, 20 de março de 2010
Uma vela e um isqueiro na sala
Chove loucamente aqui na Asa Norte agora à noite. Estou adorando, pois amo chuva e melhor ainda sem apagões. Pelo menos ainda não. Fico até com medo de comemorar e dali a pouco...puff...a energia cair de novo. Porém, desta vez estou prevenida: tenho uma vela em ponto estratégico lá na sala, além de isqueiro. E não ligarei para a CEB!!!
sexta-feira, 19 de março de 2010
Acabei de dizer que estou sem luz e me pedem o código identificador!!!
Ontem teve mais um apagão aqui na Asa Norte depois de uma chuva daquelas. Liguei no número da CEB - Companhia de Eletricidade de Brasília. Ao ser atendida, vou logo explicando à atendente que eu estava no escuro, aparentemente meu bloco inteiro, a quadra inteira e também quadras vizinhas, baseada no que eu podia observar das janelas de nosso apartamento. Minha intenção era saber o que havia acontecido e se tinham previsão de retorno da energia elétrica.
Não é que para minha surpresa a atendente me pergunta o número identificador da conta de luz? Essa foi demais...falei então: "Olha, conforme acabei de dizer, estou SEM LUZ, assim como minha quadra inteira. Não tenho como procurar a conta agora para ver esse número...".
Consegui fazer um esforço e falei essas palavras aí acima em tom calmo, mas firme, para que a moça compreendesse o porquê de eu realmente não poder passar à ela o tal código. Tá, tudo bem, eu poderia ter uma lanterna por perto ou velas com isqueiro, fósforos, mas não foi o caso. Eu, assim como a imensa maioria de pessoas ontem foi pega de surpresa com o tal apagão. Porém, do jeito que as coisas andam vou passar a deixar num canto da sala velas para as prováveis futuras eventualidades....
Só espero que a CEB desconte de nossas contas de luz o período de três horas e meia o qual ficamos sem energia ontem.
Não é que para minha surpresa a atendente me pergunta o número identificador da conta de luz? Essa foi demais...falei então: "Olha, conforme acabei de dizer, estou SEM LUZ, assim como minha quadra inteira. Não tenho como procurar a conta agora para ver esse número...".
Consegui fazer um esforço e falei essas palavras aí acima em tom calmo, mas firme, para que a moça compreendesse o porquê de eu realmente não poder passar à ela o tal código. Tá, tudo bem, eu poderia ter uma lanterna por perto ou velas com isqueiro, fósforos, mas não foi o caso. Eu, assim como a imensa maioria de pessoas ontem foi pega de surpresa com o tal apagão. Porém, do jeito que as coisas andam vou passar a deixar num canto da sala velas para as prováveis futuras eventualidades....
Só espero que a CEB desconte de nossas contas de luz o período de três horas e meia o qual ficamos sem energia ontem.
quinta-feira, 18 de março de 2010
A-ha em Brasília: revivendo os bons tempos
Anteontem fomos ao show do A-HA aqui em Brasília. Foi um S-H-O-W-Z-A-Ç-O!!!! Valeu a pena!!! E por falar em pena, que lástima esta ser a última turnê de despedida do grupo...mas, sei lá...tenho esperança que eles acabem desistindo da idéia e tocando mais um bom tempo pelo mundo afora, inclusive Brasil.
Além de as músicas do A-HA nos remeterem a um período de nossas vidas no qual éramos muito mais jovens (tô até imaginando a gozação de minha irmã mais nova agora lendo este texto), o som do show estava bem regulado e aqueles telões deram um toque especial às músicas. O evento começou só com uns dez minutos de atraso, fato raro. Mas uma das coisas mais legais mesmo foi ter esbarrado com vários amigos que a gente não via há um bom tempo e também outros que vemos de vez em quando. O interessante é que ninguém combinou nada com ninguém e o povo nosso foi aparecendo como que por encanto, todo mundo indo exatamente para o
mesmo lugar lá no estádio Nilson Nelson. Os amigos também começaram a encontrar amigos e dali a pouco estávamos num verdadeiro "bolinho". Foi o máximo! Eu iria até postar umas fotos legais aqui da galera, mas como um de nossos amigos que ficou de me mandar umas cópias até agora não mandou (estas devem chegar ao meu e-mail daqui a uns dois meses mais ou menos), pego emprestado algumas enviadas por minha amiga Stella Bortolotti, de Sampa, que foi ao show de lá na semana passada. Um abraço a todos que estiveram conosco na terça-feira e aqui vai um recado engraçadinho pra Eliana: Eliana, vimos você de longe, sentada na arquibancada, antes de começar o show, brincando de Sudoku no celular. Foi um de seus filhos que te dedou, viu.
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