terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Lá vai o meme da Fran...

Clima de final de ano, descontração, vou entrar na onda dos memes que andam rolando por aí na blogosfera...Diretamente do Acre, a amiga blogueira Fran, conhecida por muitos como Menina de Óculos, sugeriu que eu respondesse um. Lá vai...


As regras são as seguintes:

1. Linkar a pessoa que te indicou.
2. Escrever as regras do meme em seu blog.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.

Então, vamos lá.
1) Gosto muito de aprender coisas novas.
2) Sou fã ardorosa do programa CQC, da TV Bandeirantes (enquanto assisto, nem ao banheiro vou).
3) Ao contrário da
Menina de Óculos, sou louca por cupuaçu (já que você não gosta, manda pra mim...).
4) Descobri recentemente que gosto de cozinhar.

5) Amo viajar mas detesto tanto fazer como desfazer o mochilão...
6) Tenho alergia nas orelhas, por isso só posso usar brincos de farmácia.

Indico os seguintes blogueiros para responder o meme: Paternitas, Ju, Lulu, Gisele, Bella, Jica.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Até que enfim os placas azuis poderão ser multados!


Finalmente...

Os que conduzem carros de embaixadas, consulados e organismos internacionais vão ter de tomar mais cuidado a partir do dia primeiro. Vejam essa notícia aqui . Espero que a regra seja de fato aplicada. É o fim da picada os placas azuis poderem aprontar pelas ruas por aí e não serem punidos.
Acho que o brasileiro tem de avaliar melhor essa história de ser "bonzinho demais". Em certas embaixadas aqui, para entrarmos é uma verdadeira novela. Só falta pedirem para retirarmos todas as nossas roupas...Uma vez eu estava num grupo que tinha um compromisso em determinada embaixada. Além de passarem um detector na Van em que estávamos e mais não sei o quê na parte de baixo do veículo, tínhamos que deixar as bolsas lá dentro e entrar só com a identidade. Isso fora outros detalhes que estou com preguiça de descrever agora. Sei lá, posso estar enganada, mas acho que esse processo poderia ser simplificado e com eficiência...
Dá vontade de dar o troco pedindo para os cidadãos de determinados países passarem pelas mesmas dificuldades a cada vez que entrarem em algum prédio público nosso. Tudo bem que deve existir segurança sempre, mas acho que alguns lugares exageram...
A tal da Lei da Reciprocidade deveria funcionar para tudo. Por falar nisso, se alguém de Relações Internacionais ou áreas afins quiser discorrer brevemente sobre ela, o espaço está aberto.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Lembram da frase "acho que criei um monstro"?

Lembram da frase acima? Pois é. Ao voltar hoje de viagem, deparo-me com toneladas de comentários novos em meu blog. Acho que a resposta à provocação do último post está vindo em doses cavalares. Estou fabricando comentaristas compulsivos de blog, imaginem só. Mais um fenômeno para minhas pesquisas acadêmico-internéticas...

Por falar em investigações no mundo virtual, Ana Paula, não deletei comentários teus. Aliás, mesmo se eu quisesse, não teria como fazer isso, pois lá em Minas acessei a internet apenas uma vez e antes do tal "crime" acontecer. Só costumo deletar comentários se estiverem repetidos ou se forem vírus. Amanhã, quando estiver recuperada de meu cansaço, vou apurar sobre seu caso. Só espero que, em meio a essa movimentação maluca dos comentaristas compulsivos, não tenha surgido algum "ladrão virtual de comentários"...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Corrida frenética para ser o Top Comentarista

Estou morrendo de rir da corrida frenética entre alguns comentaristas deste blog para ser o Top dos Tops. Já vou avisando que não sou eu quem contabiliza o número de comentários de cada um, é um sisteminha, viu. Alguém sugere aí um prêmio para o primeiro colocado? Não tenho a mínima idéia do que poderia ser...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma cobra na rua...chamaram o policial !

Hoje saímos da roça e viemos à cidade. Então, aproveitamos para ir a uma Lan House e botar alguma correspondência em dia. Claro que não resisti e resolvi blogar um pouquinho...Aqui em Bambuí estava chovendo. Agora à tarde deu um sol forte. Felizmente, nada de enchentes. Mas, em caso de necessidade, podemos comprar algum bote inflável no centro da cidade para resolver o problema de locomoção.

Por falar em locomoção, tínhamos acabado de estacionar o carro numa pracinha quando um moço nos alerta sobre o filhote de jararaca que estava embaixo do carro de trás. Pelo jeito, numa maré de preguiça, o bicho tinha pegado uma carona no motor daquele veículo. Mas o que achei mais curioso é que o rapaz foi chamar a polícia (!!!!). Fiquei imaginando: será que o policial tem o poder de prender uma cobra? (!!!!).

Infelizmente, o medo e a praticidade vigoraram: meu sogro e o policial deram pisões na cabeça da cobra e resolveram o caso. Nem havia jeito de salvar o bicho desta vez, fazer o quê...

Fica aqui o alerta para quem for passar os feriados de final de ano ou as férias em regiões de muito mato ou em chácaras, sítios, fazendas, etc: tenham cuidado pois, quando menos esperam, podem encontrar "surpresas" no motor do carro...

domingo, 21 de dezembro de 2008

Alguns dias sem postar

Gente, daqui a pouco vamos viajar. Portanto, ficarei uns poucos dias sem postar. Por favor, não me abandonem, ok. Sugestão: façam como minha irmã Ju...xeretem postagens e comentários antigos, descobrindo coisas interessantes...ou entrem no "campeonato de quem escreve mais comentários", como andam fazendo o Sérgio (sob o codinome de Paternitas) e ela.

A todos os leitores deste espacinho virtual, um feliz natal!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

De óculos escuros e fone de ouvido na cadeira da dentista

Hoje estava na dentista. Lá,comecei a refletir sobre ocasionais desconfortos meus em relação a alguns procedimentos odontológicos no consultório. Meu problema é com o barulho do motorzinho e com a luz forte em meus olhos. Na maioria das vezes, a rigor, não há dor...apenas uma sensação de "gastura". Na próxima consulta, vou sugerir às minhas dentistas que coloquem à disposição dos clientes óculos escuros e fones de ouvido. Se tiver uma musiquinha rolando nesse último melhor ainda... seria o máximo! Além de tudo, ficaríamos com um interessante visual "praia" em pleno consultório fechado...

Quando criança, não sentia esse desconforto todo. Mas depois que cresci, credo...puxa vida, porque temos de virar adultos?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O rap do gatinho

Atenção donos de gatos e apreciadores desse animal: não deixem de ver o vídeo acima, muito bem produzido. Esse rap do gatinho é em inglês, para facilitar o ouvido sem alongar a postagem, a letra está escondida aqui!


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Um CD de cuecas na caixinha do Beto Guedes...

Mais uma da série "Arrumando o apê"...

Hoje estava colocando os CDs numa pequena estante quando me deparo com agradáveis surpresas. Eu, por razões que até Deus desconhece, tinha o péssimo hábito de guardar alguns CDs em caixinhas trocadas. E há muuuuuuito tempo havia perdido um CD de cuecas que adorava. Tanto tempo que até já havia esquecido disto. Ele foi comprado mais por curiosidade numa rua de Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, há quase 11 anos atrás. Porém, quando voltei ao Brasil e o coloquei pra tocar, amei. Ouvi esse CD com uma frequência danada na época até que, um belo dia, como que por encanto, ele "sumiu"...Procurei, procurei o dito cujo e nada.

Hoje, ao abrir uma caixinha de um CD do Beto Guedes, em vez de achar o som do Beto lá dentro, surpresaaaa: deparo-me com o ilustre desaparecido ali, em sono profundo, quase em coma... o do Beto, correspondente àquela caixinha, estava solto, junto com outros. Dali a pouco, abro outra caixinha, trocada para variar, e encontro um CD do Almir Sater que também se encontrava desaparecido há anos...acho que agora terei de fazer uma revisão geral de minha coleção...

Para desencargo de consciência, uma breve "nota de rodapé", antes que comecem a rolar as piadinhas (ops, sei que já é tarde demais...): cueca é um tipo de música e também um tipo de dança aqui da América Latina. Não é calzoncillo...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Para Bush deveriam arremessar saltos plataforma, isso sim!

O jornalista iraquiano Muntadar al Zaidi, que virou celebridade esta semana por atirar sapatos no presidente Bush, é o "porta-voz do mundo", segundo Humberto. Concordo com ele. Só lamento pelo fato de Bush ter reflexos rápidos e de não ser Sandra, uma de minhas irmãs, a ocupante daquele almejado "cargo". Ela teria mais chances de dar conta do recado, eu creio, pois suas sandálias com salto plataforma são armas muito mais pesadas que aqueles sapatos quase inofensivos do iraquiano...

Crédito da foto: AP, publicada em http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u479946.shtml

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Embaixador colhe jacas nas quadras de Brasília

Outro dia, caminhando aqui por perto, vi uma linda jaqueira, carregadíssima de pesados e saborosos frutos. Só não fui buscar a máquina fotográfica em casa porque até hoje não a achamos em meio à bagunça da mudança. Mas, em compensação, achei a foto acima, lindíssima, nesta página aqui. A jaqueira que vi era bem parecida com esta, a apenas alguns passos de nosso bloco.

Isso me fez lembrar o que um amigo nosso nos contou há algum tempo. Há um embaixador aqui em Brasília que adora jacas e, quando avista uma jaqueira frondosa como esta, pede para seu motorista parar o carro com a finalidade de colher algumas e levar para casa. Não sei se posso contar seu país de origem, por isso fica o fato registrado sem o nome do santo. De minha parte, não veria problema nenhum em contar de onde é o moço. Aliás, acho até uma atitude bem legal da parte dele, pois boa parte das jacas que brotam nesta cidade não são aproveitadas como as mangas que são colhidas até mesmo com engenhosas junções de canos de PVC em algumas quadras.

Outro dia fiquei observando da janela da área de serviço um grupinho de rapazes catando mangas. Mexe daqui, mexe de lá, dali a pouco uma das mangas cai bem em cima da cabeça de um deles. Deve ter doído às pampas... se eu fosse participar dessa "catação", certamente colocaria o capacete de Kart do Humberto em minha cabeça para evitar estragos maiores nessa parte de meu corpo que já não anda lá essas coisas...

Crédito da foto: http://olhares.aeiou.pt/jaqueira/foto429237.html

domingo, 14 de dezembro de 2008

Do fundo do baú televisivo...a abertura de Vila Sésamo!

Ainda me surpreendo com as pérolas que podemos encontrar no You Tube. Agora há pouco achei a abertura do programa infantil " Vila Sésamo", transmitido pela TV Globo na década de 70. Aliás, a logomarca antiga dessa emissora aparece no vídeo. Uma de minhas maiores diversões "internéticas" é ficar pesquisando coisas como esta no You Tube. Gosto de ficar comparando a estética televisiva de anos atrás com a de hoje. Atualmente, uma abertura desse tipo provavelmente não funcionaria para um programa infantil. Mas na época fazia um baita sucesso, assim como o programa inteiro, que contava com a presença de vários atores como Sônia Braga, Aracy Balabanian, Milton Gonçalves e vários outros.

Por falar nisso, lembrei-me agora de uma propaganda antiga de xampu dos anos 60 que vi numa edição do Readers Digest uma vez. Trazia o desenhozinho do produto, de uma moça e a frase: "Faça de seu cabelo um poema encantador com o xampu tal" (não lembro agora a marca). Fiquei tentando imaginar como o publicitário que criou esse anúncio na época conseguiu relacionar cabelo com poema...Deve ter sido um brainstorm daqueles bem inspirados...

sábado, 13 de dezembro de 2008

Essa biblioteca está parecendo escolar...

Fiquei indignada ontem, assistindo a um telejornal local daqui de Brasília. A repórter entrou no ar tendo várias estantes de livros da Biblioteca Nacional ao fundo, e o âncora comenta que ela parecia estar numa biblioteca escolar. Quando a repórter volta a falar, esclarece que está no setor de triagem de livros desse lugar. Penso se o tal do âncora sentiu vergonha com sua observação ou se nem percebeu. Vou poupar o nome da figura, mas acredito que a maioria dos brasilienses deve desconfiar de quem estou falando, dado o tipo de observação.

Tudo bem que essa biblioteca já deveria funcionar faz uns dois anos. Concordo com ele em relação à sua crítica sobre a demora da inauguração. Mas daí a zombar do lugar usando o termo "biblioteca escolar", achei o fim da picada. E tem mais: qual o problema se as estantes da Biblioteca Nacional parecessem as de uma biblioteca escolar? Em si, não vejo problema algum. Mas quem viu esse telejornal ontem deve ter sentido o tom irônico e pejorativo que a figura imprimiu ao termo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Baconzitos genérico listrado: uma porcaria gostosa

No final de semana passado, quando estávamos indo à Pirenópolis a fim de protagonizar mais uma da série de aventuras dos "agricultores de final de semana", fiquei refletindo sobre as taras alimentares das pessoas.

Em viagens, sabe-se lá porque, adoro ficar comendo baconzitos ou similares enquanto vejo as paisagens pela janela. No sábado passado, antes de irmos, Humberto passou numa lojinha de 1,99 para comprar umas cordas, enquanto eu esperava no carro. Em sua volta, viu meus olhos brilharem feito os de uma criança: ele trazia, num saquinho plástico branco, uma surpresa para mim: um pacote grande de um genérico de baconzitos listrado!

Aqui em casa procuramos sempre (ou quase sempre) cuidar bem da alimentação: raramente comemos frituras ou alimentos gordurosos, na medida do possível comemos vegetais cozidos no vapor, arroz integral ou do tipo "Sete Cereais", macarrão integral, leite de soja, carne só assada ou grelhada, quase não comemos doce, por aí. E gostamos desse estilo de alimentação, não estamos "fazendo onda". Mas como não dá para ser 100% certinho o tempo todo, confesso que um de meus "pecados alimentares" é o tal do genérico do baconzitos...listradinho e salgadinho!

Rapidinho o conteúdo do imenso pacote sumiu. Humberto até se assustou. E se tivesse outro, provavelmente seu "recheio" desapareceria também como num passe de mágica. No próximo final de semana vamos a Piri de novo. E dá-lhe outro pacote desse "Baconzitos" o qual não consigo lembrar o nome...só me recordo que é algo terminado em "ito" também.

Viva os pequenos prazeres da vida!


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Para que uma abelha voa em torno da luz?


Volta e meia aparece uma abelha em nosso novo quarto, além de mosquitos e outros pequenos seres alados. Outro dia, reparamos que o primeiro ser citado na frase anterior ficava voejando insistentemente em torno da luz do teto. Humberto falou, em tom queixoso:

Puxa, mas as abelhas não ficam em torno do açúcar, do mel e de coisas parecidas? Para que ela está voando em torno de uma luz????!!!

Toda noite é a mesma coisa. Se alguém aí souber a resposta, favor nos avisar. Mas não vale dizer: apaguem a luz! Pois mesmo de luz apagada ela já ficou promovendo vôos rasantes em cima de nós...

Crédito da foto: http://www.desenvelhecimento.com.br/port/index.php?secao=3&tema=0

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Uma panela de pressão não faz milagres...

Outro dia morri de rir...alguém colocou a frase "comprei panela de pressão para ver se cozinho melhor" no Google e veio parar no Esquina da Sil, no célebre post sobre minha velha panela de pressão, um dos recordes em comentários por aqui, tanto em número como em risos. Resolvi fazer uma reflexão então a partir de uma das diversas possíveis interpretações sobre a afirmação acima.

Fiquei pensando se essa compra da panela vai provocar milagres em sua cozinha...será? Cá entre nós, acho meio difícil. Uma panela nova pode ajudar em algo, mas não é o mais importante. Pelo menos eu acho isso. Acredito que pelo menos três coisas são essenciais para quem quer cozinhar: a prática, a observação e o gosto pela coisa. Anos atrás, eu não gostava de mexer com isso. Agora, passei a gostar, apesar da preguiça que fica me rondando às vezes. Chego até a curtir programas de culinária na TV a Cabo.

Acredito que passei a gostar por um simples motivo: em casa faço a comida do jeito que gosto, utilizando os ingredientes e temperos que prefiro. Além disso, nos restaurantes e lanchonetes por aí, sabe-se lá se a comida realmente foi preparada dentro dos padrões de higiene...a gente nunca tem certeza. Sem contar que, em muitos lugares, os cozinheiros abusam da gordura e/ou óleo, colocando esse ingrediente até mesmo onde não precisa. Isso fora aqueles que acreditam piamente que todos os brasileiros amam coisas como catupiry e requeijão, os quais abomino, e os metem sem dó nem piedade nas comidas (com licença, quero ter o direito de escolha!). Se anos atrás eu raramente gostava de minha comida, agora, muitas vezes, prefiro a minha do que a de fora, com poucas exceções. A sorte que Humberto também adora as coisas que faço. Porém, um de meus desafios é tentar cozinhar para os amigos.
Um dia, um amigo resolveu fazer um jantar indiano. Achei sua comida gostosa e meu paladar a classificou como " de sabor suave, mas muito boa". Enquanto isso, uma amiga comentou que estava se sentindo "um dragão" porque achou os temperos muito fortes...Uma das coisas que, para mim, é das mais difíceis na culinária é esse meio-termo, já que os paladares são extremamente diversificados e a sensibilidade aos condimentos também...
Crédito da foto: eu mesma.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Como ajudar as vítimas das enchentes de Santa Catarina

Segue abaixo texto do músico e escritor Kledir Ramil:

Em 1983, Santa Catarina foi atingida por uma enchente terrível, criando calamidade, destruição e desespero. Sensibilizados com a tragédia, Kleiton e eu ajudamos a organizar um show para arrecadar fundos e doações. Fomos para Florianópolis e levamos como convidados grandes nomes da música popular brasileira, entre eles Nara Leão, Paulinho da Viola e Frenéticas. O espetáculo foi um sucesso em todos os sentidos.

Mais do que uma ajuda emergencial, a mobilização de artistas em torno de uma causa, seja ela qual for, sempre tem um caráter mais transcendente: a conscientização. Essa era a principal intenção do evento, chamar a atenção para que se pudesse prevenir futuras catástrofes.
25 anos depois a história se repete e, como se fosse possível, em dimensões ainda piores. Será que nosso esforço foi em vão?


Quem são os responsáveis por tudo isso? Eu faço o que sei fazer e o que está ao meu alcance. Não posso fazer obras de contenção e prevenção de enchentes. Não posso construir um canal para desviar o curso de um rio. Isso é trabalho para os governantes.

É claro, há coisas que são da natureza. O homem não pode impedir certos fenômenos naturais, mas pode sim fazer alguma coisa, como preservar o lugar onde vive. A destruição do planeta está provocando reações climáticas cada vez mais violentas. Essa responsabilidade é de todos nós, de cada um de nós, nas pequenas atitudes do dia-a-dia.

Eu sei fazer canções, como essa que fizemos na época. Não importa se não foi o suficiente. Vou continuar fazendo a minha parte.

Kledir Ramil

CLIQUE AQUI para ouvir a música e saber como ajudar.

Por água abaixo (Kleiton Ramil & Kledir Ramil)


Pela mão do destino / Vamos sendo marcados / Nossos sonhos em vão / Foram por água abaixo
Nunca vi tanta chuva / Transbordando os rios / Destruindo paixões / Tudo por água abaixo
Fiz até uma promessa / Se São Pedro fechasse / As torneiras do céu / Mas foi por água abaixo
E será que vai dar pra recomeçar / Quando passar tanta tormenta?
Acontece que o homem / Mexe na natureza / E isso dá no que deu / Vamos por água abaixo
É impossível nadar / Contra a lei correnteza / Inocentes, culpados / Todos por água abaixo
Só nos resta a esperança / Na justiça divina / O que alma plantou / Não vai por água abaixo.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Policial sai para capturar gato e traz uma onça!

Imaginem a cena: um policial, nos Estados Unidos, vai à casa de uma mulher para capturar um gato que a incomodava em seu quintal. Chegando lá, ele descobre que o "gatinho" era uma onça parda de 40 quilos! Acho que a mulher era míope, no mínimo...e o pobre do policial não levou "gato por lebre", mas sim "onça por gato"...

Vejam a íntegra dessa matéria aqui.
Crédito da foto: AP Star-Tribune, publicada no site G1 da Globo.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Raíces de América interpreta "Los Hermanos"

E por falar em paz no continente, admiro desde criança o trabalho do Raíces de América, grupo brasileiro de música latinoamericana que estreou em 1980, tendo como madrinha a grande Mercedes Sosa. O Raíces é formado por chilenos, brasileiros e um argentino e apresenta tanto canções de vários países do continente como também composições próprias. Viva a integração latinoamericana!

Graças a internet, de uns anos para cá tenho feito amizade com alguns músicos que admiro muito. Dentre eles, alguns integrantes do Raíces de América. E cada vez que reencontro pessoalmente alguns deles, mais admiro o trabalho do grupo que, além de capricharem na interpretação, nos instrumentos e nos arranjos, é formado por gente muito alegre e divertida. O Jara Arrais esteve aqui por Brasília na Teia Cultural, dias atrás, para algumas apresentações. Tomara que em breve o grupo todo venha para cá. O Raíces é daqueles grupos que, quando vejo, faz brotar em mim uma vontade danada de cantar também.

Foi dureza escolher um só vídeo para colocar neste post. Mas no Youtube há vários outros para a gente desfrutar. Nesse aí acima, eles apresentam "Los Hermanos", de Atahualpa Yupanqui. Conheça mais sobre o grupo aqui. Nessa página, inclusive, há algumas músicas e CDs inteiros para baixar. Aproveitem!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O poder de compressão dos gatos

Hoje faz uma semana que uma de nossas gatas, a Pantera, sumiu. Agradeço a preocupação expressa, via Orkut, de amigas espalhadas pelo Brasil afora com seu desaparecimento (que gata chique esta!). Ainda bem que, enquanto imaginávamos a pobrezinha perdida na rua, com fome, com frio e molhada, ela, na verdade, nunca havia saído do lugar o qual a deixamos dias atrás: o apartamento de nossa sobrinha Nicole. Como o "apê" dela foi arrombado, pensávamos que a bichinha havia fugido de susto...

Pantera, assim como a maioria dos gatos, é muito hábil para se esconder quando se sente ameaçada ou com medo. Algumas vezes nós a "perdemos" no próprio apartamento onde morávamos, por incrível que pareça. Numa dessas, passamos uns três dias sem vê-la. Chegamos a pensar que havia caído pela janela da área de serviço. Cheguei a procurá-la pela quadra e nada. Lá pelo terceiro dia, escutamos uns barulhos misteriosos vindos da cozinha. O som vinha de dentro de um dos armários. Parecia que alguém tentava esmurrar a porta de madeira. Quando abrimos o armário, surpresaaaa: a gata estava enfiada numa gaveta que pouco abríamos (!!!!). Mês passado, ela fez coisa parecida. Humberto foi abrir a gaveta para pegar algo e vê primeiro dois bracinhos negros peludos esticados...puxando o resto daquele pequeno recinto, encontra aquela cara de "quem foi o infeliz que acendeu a luz!?".
Fico admirada com o poder de compressão dos gatos. Pantera deve estar com, aproximadamente, uns seis quilos. Mas consegue se espremer em qualquer lugar. Ela me faz lembrar a velha "geleca" de minha infância, que a gente moldava como queria...só que esta geleca gorducha é especial: tem pelos, reclama quando falta comida e água e insiste em residir em meu colo quando estou vendo televisão...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Adriana Mezzadri interpreta Gracias a la Vida, de Violeta Parra




Outro dia, navegando pelo Youtube, tive a sorte de encontrar este vídeo da Adriana Mezzadri, uma de minhas cantoras prediletas, interpretando a belíssima "Gracias a La Vida", da chilena Violeta Parra, no Programa "Prá Você", da TV Gazeta.

Adriana tem dupla nacionalidade: nascida em Lima, Peru, sua mãe também é peruana e seu pai é brasileiro. Algumas de suas canções se fizeram mais conhecidas por meio da novela "O Clone", da TV Globo, da série "A Casa das Sete Mulheres", da mesma emissora e do filme "Olga". Aliás, foi por meio daquela série que comecei a conhecer o trabalho da Adriana. Na primeira vez que escutei a música "Sete Vidas", fiquei encantada com a voz cristalina da cantora e fui procurar descobrir pelo São Google quem era ela. Em seu site, há um fragmento desta e de outras canções para degustar.

Voltando ao assunto do vídeo, achei ótimo ver uma peruana interpretando a canção de uma chilena. Pelo menos na música dá para esquecer um pouco as farpas entre as duas nações e outras tantas continentes afora...Viva Peru! Viva Chile!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Conjunção Vênus-Júpiter-Lua faz mais sucesso que Juliana Paes e Reinaldo Gianecchini

Nem Juliana Paes, nem Reinaldo Gianecchini! A conjunção Vênus-Júpiter-Lua, de anteontem, bateu o maior recorde em acessos diários, até agora, deste blog: durante o dia de ontem, 105 internautas entraram aqui. Pena que o post, em si, não tinha informação para as pessoas agregarem, era só um breve comentário sobre minha surpresa em ver aquele cenário planetário diferente...

Por isso, resolvi agora registrar aqui um site interessante para a galera: a página do Ano Internacional da Astronomia - 2009, grande evento que conta com comitês formados por astrônomos amadores e profissionais, instituições e comunicadores da área científica. Nesse site, há um blog onde li um português fazendo a descrição de como havia visto o fenômeno da conjunção Vênus-Júpiter-Lua. É capaz de ter mais informações por lá, confesso que não tive tempo de explorar o site todinho. Aproveitem para dar uma olhada...

Crédito da ilustração: http://www.astronomia2009.org/

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Vênus, Júpiter e a lua crescente

Ontem à noite estava voltando para casa quando me deparei com uma bela surpresa no céu: a conjunção Vênus, Júpiter e lua. Aqui anda chovendo muito mas, por uma feliz coincidência, encontrei o céu clarinho no momento em que isso acontecia. Pena que não estava com a máquina fotográfica a tira-colo para registrá-lo, pois a foto teria ficado mais bonita que essas colhidas no site do G1. O ângulo estava mais favorável e Vênus muito mais brilhante.
Não entendo de astrologia mas tomara que isso tenha algum significado bom pra gente.

Crédito da foto: AFP Photo, colhida no site do G1.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Mônica e Cebolinha viram adultos no gibi e se beijam

Maurício de Souza resolveu começar a fazer a versão jovem dos gibis da turma da Mônica. Li na página do Judão sobre essa novidade e lá mesmo está acontecendo uma discussão bem polêmica sobre a novidade. Dizem que vai rolar nas historinhas até mesmo o primeiro beijo entre a Mônica e o Cebolinha, que o Cascão vai passar a tomar banho de vez em quando e a Magali agora está com uma alimentação bem balanceada...

Crédito da ilustração: http://www.judao.com.br/livros-hqs/cebolinha-e-monica-se-beijam-em-proximo-numero-da-turma-da-monica-jovem/

domingo, 30 de novembro de 2008

Si, la leche evaporada antes de "leite evaporado"

No post de ontem, alguns devem ter pensado ser frescura minha chamar aqui em casa o leite evaporado de leche evaporada. Mas não é. Interessante o que ocorre: como meu primeiro contato com la leche evaporada foi num país de língua castelhana, em minha cabeça o "natural" é leche evaporada e não "leite evaporado". Sei que pode parecer estranho, mas é o que acontece. Hoje entrei numa loja de artigos de festa e quase perguntei à atendente por leche evaporada...quase paguei mico! Sorte que na hora traduzi a tempo em minha louca cabecinha: leite evaporado! Um dia uma amiga que morou uns tempos na França contou que acontece coisa parecida com ela em relação ao francês, mas não lembro mais com quais palavras.
Bem, afinal o importante é que quero encontrar esse ingrediente para testar umas receitas...na próxima viagem, acho que vou trazer várias latinhas no meu mochilão, é o jeito...vou virar contrabadista de leche evaporada...

sábado, 29 de novembro de 2008

Onde achar leite evaporado em Brasília?







Gente, estou doida para testar algumas receitas com leite evaporado ou leche evaporada, como costumo chamar aqui em casa, mas não acho em canto nenhum. Será que em algum atacadista tem? Se alguém souber, por favor, me avise.
O leite evaporado é como se fosse um leite condensado sem açúcar. Lá fora é super comum vender em qualquer lugar, até em padaria pequenininha você acha. Aqui no Brasil, não sei porque, é difícil de achar. Em muitas receitas, não adianta botar nem leite condensado nem creme de leite para substitui-lo, só serve mesmo o dito cujo que citei aí. E para quem gosta de fazer musses, dizem que usá-lo faz com que fique mais levinho.
Fica registrada a sugestão de os fabricantes passarem a produzi-lo e distribui-lo mais pelo Brasil afora. Tenho a impressão de já tê-lo visto em algum supermercado em Sampa, mas aqui em Brasília ainda não encontrei, nem com a ajuda de São Google...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Navio atravessando o Canal do Panamá: saciando curiosidade de infância

A pedidos, coloco aqui um dos videozinhos que fiz mostrando um navio atravessando o Canal do Panamá. Para quem lembra de ter estudado sobre esse Canal na época da escola, é bem legal ver os navios passando por ali ao vivo. Visualmente não é lá essas coisas para filmar, o processo todo demora um bocado (abrir as eclusas, nivelar o nível de água de um lado com o outro, etc) mas vale a pena saciar essa curiosidade dos tempos de infância. Para não matar ninguém de tédio, coloquei aqui só a parte do navio atravessando mesmo.

Como a internet está cheia de informações técnicas e históricas sobre o Canal, não farei aqui uma dissertação sobre isso. Quem quiser procurar pode clicar o site oficial do Canal que traz, inclusive, algumas imagens ao vivo em câmera web de lá. Nesse momento no qual escrevo, estou espiando o amanhecer no Canal...

O que achei engraçado é que lá há um "locutor de travessia de navios", ou seja, o carinha vai nos fornecendo uma série de informações pelo sistema de som, enquanto as coisas acontecem. Há uma pequena arquibancada para os turistas sentarem enquanto assistem as travessias. Claro que a maioria se acotovela desesperadamente em pé na cerca que separa a arquibancada do mar e boa parte da arquibancada fica vazia...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Rádio-Táxi Maranatha precisa de aulinhas de como achar endereços

Aos poucos vou melhorando o astral do blog mas, conforme o prometido, não vou deixar de citar aqui as empresas que pisam na bola conosco....essa aconteceu agorinha há pouco e foi de lascar....parte desse texto aproveitei e já mandei para o Grita Geral do Correio Braziliense, assim como fiz com o caso da AC Coelho.

Hoje pedi, por volta das 19h, um táxi à empresa Maranatha, para que viesse buscar Humberto e levá-lo à Rodoferroviária às 19h20min. Passei o endereço a atendente, dei até referências adicionais para que o taxista pudesse chegar no horário certo, já que meu marido pegaria o ônibus às 20h. No entanto, o tempo foi passando e nada do taxista aparecer. Liguei para a empresa e qual não foi minha surpresa ao escutar a atendente dizer que o motorista já estava no local pedido....

Humberto estava no lugar combinado e não havia ninguém lá. Expliquei de novo à atendente e ela passou, novamente, as informações ao taxista que só foi conseguir chegar às 19h36min em nossa quadra. Por sorte, ele não perdeu o ônibus. Mas deixo registrada minha indignação perante a falta de preparo dos funcionários dessa empresa. É frustrante explicar, explicar, explicar e ver que isso não adianta.... Minha explicação foi "Pegue meu esposo no estacionamento em frente ao bloco tal da SQN tal, esse estacionamento está na frente da escolinha tal." Para mim, mais claro que isso impossível. No entanto, o motorista foi parar perto de outra escolinha na quadra, que NÃO fica na frente do nosso bloco.

Quando Humberto entrou no táxi, o rapaz disse que se tivessem dito pra ele o nome da escolinha, ele teria chegado logo. Ora, eu falei o nome, e mesmo se não tivesse falado, com a indicação "em frente ao bloco tal", não deveria haver erro, vocês não acham? E a gente dá o número do apartamento além do bloco e da quadra justamente para o taxista chamar o cliente, caso ele ainda não esteja no lugar marcado, não é? O taxista nem se preocupou em fazer isso...e detalhe: sabia que iria levar um passageiro que pegaria um ônibus às 20h...

Coisa que não suporto é burrice misturada com má-vontade...

Sozinha, de madrugada, no aeroporto da cidade do Panamá



Depois de tanto falar de coisas não tão agradáveis como vendedores incompetentes, máquina de lavar roupas enguiçada, ralo entupido e cocô de cachorro, vou tentar mudar o tom escatológico do blog desses dias. Vou voltar a escrever algumas narrativas de viagem, aproveitando que muita gente por aí já está entrando em clima de férias e eu, de restrospectiva 2008.

Agora que, quase milagrosamente, consegui começar a colocar vídeos meus no Youtube (como demora a carregar, credo!), vou selecionando alguns que possam render posts para este espaço. O primeiro deles é de maio deste ano, quando, após um evento, estava indo da capital do Panamá para São José da Costa Rica. Primeira fase do meu cansativo mas interessante dia em que passei por quatro países (!!!). Tudo isso para pagar uma passagem mais barata de Lima, Peru, ao Panamá...lembram dessa história?

Bem, o vôo sairia às 5h38min da manhã e tinham me orientado para estar no aeroporto três horas antes (!!!). Resultado: não dormi nada aquela noite. E lá vai a Sil chegando naquele lugar praticamente deserto. Somente se via uns dois ou três funcionários por ali. Nem o check-in estava aberto ainda. Para esperar um pouco, subi ao segundo piso. Lá estava um rapaz dormindo em cima de sua bagagem. O único. A imagem da solidão! Aliás, nem sei porque estou falando baixinho no vídeo, eu estava longe do rapaz, não havia risco de atrapalhar seu sono nem de incomodar ninguém...

Por falar em sono, eu tinha que inventar coisas para não dormir, senão poderia perder o vôo. Com as lojinhas todas fechadas e absolutamente nada para fazer nem ninguém para conversar, a maquininha de coisas para comer virou meu divertimento. Comi dois pacotes de salgadinhos bem devagar e depois desci para fazer o check-in e passar pela revista. Na sala de embarque, pelo menos as cadeiras eram mais confortáveis. E se eu caísse no sono, haveria mais chance de alguém me acordar para entrar na fila do vôo...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Dia 29 a última Escambau do ano

No dia 29 de novembro, sábado, acontecerá a última edição da feira Escambau de 2008. O evento, desta vez, será realizado na Universidade de Brasília, Instituto Central de Ciências (Minhocão), Ala Norte, das 14h às 18h. As reservas de mesas já estão abertas, é só enviar um e-mail para feiraescambau@gmail.com.

Quem não tiver nada para trocar pode doar roupas, calçados, etc, em bom estado, na Feira. Nesta edição do evento, as doações serão enviadas para os desabrigados das enchentes em Santa Catarina.

Mais informações sobre o evento no site da Cooperativa Trilhamundos. Eu cito a Escambau numa matéria que redigi com um colega para a Revista Novo Olhar, meses atrás aqui.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Nora: a gatinha pianista

Vale a pena ver o vídeo abaixo da Nora, a gatinha pianista. Ela costuma assistir às aulas de piano de vários estudantes. Parece que, de tanto ver as pessoas batendo nas teclas do piano e emitindo sons durante todo o dia, ela resolveu imitá-las.

Uma das partes do vídeo que mais me impressiona é quando ela e a dona estão tocando juntas, cada uma em seu piano. A dona para de tocar e ela para também...

E ainda tem gente por aí que diz que os animais não tem inteligência...



segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Minha lavadora de roupas tem vontade própria!


Semana passada notei que minha fiel companheira, a máquina de lavar roupas, estava com algum "probleminha de saúde". A coitada, algumas vezes, deixava de bater as roupas nas fases em que era para isso acontecer. Mais uma encrenca para minha lista quilométrica de coisinhas para resolver...Resignada, liguei para três empresas a fim de agendar orçamentos sem compromisso. Os técnicos das três deram o mesmo veredicto: o ideal seria trocar o timer da máquina. Os preços? Poderia ser R$ 289,00; R$298,00 ou R$331,00, conforme a empresa. Que caro...

Por sorte que, depois do primeiro técnico aparecer, a máquina nunca mais apresentou o problema citado no primeiro páragrafo (!!!!!!). O que aconteceu? Sei lá... Acho que o primeiro técnico consertou, sem saber e sem querer, a máquina...ou então, ela estava estressada como eu e seu estado de espírito melhorou...ou ainda se apaixonou pelo primeiro técnico que passou aqui e voltou a funcionar direitinho...difícil saber.

Sou muito desconfiada com esse povo que se mete a consertar máquinas de lavar. No ano passado, consultei vários deles e me deram diagnósticos completamente diferentes em cima de um problema simples. Os preços também eram bem distintos e apresentavam variações em torno de uns trezentos reais...se a gente não pesquisa, fica no prejuízo.

domingo, 23 de novembro de 2008

Cocôs de cachorro no espaço público não!

Como hoje estou com preguiça de escrever, vou pegar "emprestado" um texto do blog da Gisele que comenta sobre a campanha em Porto Alegre para incentivar os donos a catarem os cocôs de seus cachorros. No post dela tem o link para a matéria em questão, inclusive.

Quem nunca pisou num cocô de cachorro na rua e ficou com o sapato empesteado? Acho que todos são unânimes em achar que esta experiência não é das mais agradáveis, né. Concordo com Gisele em gênero, número e grau: tanto no Brasil como na Áustria e mais um monte de países a maioria das pessoas que saem para passear com seus cachorros não pensa nos outros. O cãozinho faz suas necessidades no espaço público e o dono não está nem aí. E limpar a caca do bicho é facinho, você nem precisa se sujar para fazer isso...Em seu post, Gisele ensina como fazer isso.

Acho que nas escolas e nas famílias deveriam ensinar as crianças, desde bem pequenininhas, a diferença entre espaço público e espaço privado. Muita gente por aí acha que os dois são a mesma coisa...
Tomara que a iniciativa de Porto Alegre dê certo e "vire moda" por aí.



sábado, 22 de novembro de 2008

Como fazer onde não há ralo?

Gosto dos comentários que o pessoal deixa aqui no blog. Às vezes eles até me rendem posts como este que cá escrevo. A ana, irmã do nosso amigo Sérgio, mora nos Estados Unidos e me conta que lá não existem ralos. Como será que eles limpam suas cozinhas, áreas de serviço e banheiros? A limpeza é toda feita com máquinas tipo vaporetto? Ou é só na base do pano úmido? Fiquei curiosa. Conte aí, Ana, para nós, como o pessoal faz. Eu, sem nossos preciosos ralos, ficaria meio desesperada...

Aliás, nessa coisa de fazer reformas em apartamento, descobri que a tampa do ralo se chama grelha (!!!!). Achei estranhíssimo pois grelha para mim é aquele negócio que ajuda a preparar as carnes de uma maneira mais gostosa. Para mim, rolou uma baita dissonância cognitiva aí...

Porque diabos chamar tampa de ralo de grelha? Para ficar mais estiloso? Questão de marketing?

Crédito da foto: http://inconstantemente.wordpress.com/2008/01/

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A C Coelho: vendedor nos enganou!

Esta semana cheguei ao ponto de, todos os dias, acordar de manhã e pensar: "qual será a encrenca de hoje?" Ou as encrencas, já que raramente acontece só uma.... Mudança e reforma sempre, sempre, sempre dão trabalho. Mas não imaginei que as encrencas fossem nos acontecer uma atrás da outra desse jeito, aos montes, às toneladas, até em coisas mínimas...

A de hoje (ou uma das de hoje) foi a seguinte: eu precisava de apenas dois pisos de tamanho 41cm X 41cm, brancos, para repor os que tiveram de ser quebrados no trabalho de desentupimento de um ralo e de um cano da área de serviço. Pesquisamos em lojas de azulejos antigos, mas as peças saem muito caro: 20 reais cada, sendo que uma caixa inteira do mesmo tipo de piso, dependendo do modelo, custa em torno desse preço. Pensamos bem e resolvemos que, embora só precisássemos de dois, sairia mais barato comprar a caixa inteira e seria bom ter outras peças iguais de reserva para futuras pequenas obras, caso sejam necessárias.

Telefonei para algumas lojas correndo para pesquisar em quais havia o tal produto para pronta-entrega. Liguei para várias que não tinham. Resolvi ligar para a AC Coelho da Asa Norte. Passei ao vendedor as especificações do produto e ele disse que tinha. Achei ótimo pois como o rapaz voltaria aqui pra casa no início da tarde para fazer o serviço, se Humberto passasse na tal loja rapidinho e comprasse os pisos, provavelmente tudo daria certo. Crendo piamente nas palavras do tal vendedor (pena que, desta vez, esqueci de anotar o nome), pedi a Humberto para passar na loja. Para isso, teve até que cancelar outro compromisso.

Chegando lá, qual a surpresa dele quando um dos vendedores disse que não havia esse produto na loja da Asa Norte, mas sim na loja deles do SIA (Setor de Indústria e Abastecimento), super longe para quem tem pouco tempo disponível???? Humberto liga pra mim do celular naturalmente fulo da vida pra contar o que houve e eu também fiquei explodindo de raiva...

Depois dessa, nunca comprarei nada na AC Coelho. Sou cliente assídua da Só Reparos. Lá sim, costumo ser muito bem atendida e as pessoas tem cuidado com a informação que passam. Nessa loja comprei muitas das coisas da reforma. Nas vezes em que perguntei de pisos nessa loja, eles prontamente me avisaram: "Esse modelo só temos em nossa loja do SIA". Ou: "Esse não temos para pronta-entrega". Coisa que o vendedor da AC Coelho deveria ter informado ao Humberto da mesma maneira, para que ele não se deslocasse à toa e perdesse a hora do almoço...

Depois que Humberto me ligou, telefonei para a loja e comentei com um vendedor que o ideal seria que isso não acontecesse e pedi para ele repassar a todos os seus colegas que tivessem mais cuidado na hora de passar informação aos clientes. Espero que levem a sério a sugestão...

Estou tão sem paciência com tantos atendimentos ruins de uma tacada só, num curto período de tempo, que hoje decidi: de agora em diante, vou colocar em meu blog o nome de todas as empresas que pisarem na bola conosco. Mas também vou elogiar aquelas que merecem. Pelo menos, é uma maneira de desabafar alertando e tentando incentivar os consumidores a cobrarem por um atendimento melhor e os vendedores a se empenharem mais em seu trabalho. Se o atendimento de muitas das lojas por aí é deficiente, acho que quem reclama e não procura fazer nada sobre isso ou quem vive espalhando por aí aquela velha e medíocre frase: "Ah, não adianta nada reclamar" também tem uma parcela de culpa...

Desculpem o desabafo e seu tamanho imenso...mas eu o escrevi na esperança que ele se transforme em várias atitudes concretas por aí.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ser humano: o bicho de estimação do gato

As cenas abaixo foram vistas ao vivo milhares de vezes aqui em casa. Realmente, o ser humano é o bicho de estimação do gato:



Crédito: A Rose, de Sampa, gentilmente enviou-me via MSN.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"Carro roubado": a expressão chave campeã de ontem e hoje

Não sei porque, hoje e ontem várias pessoas, de diferentes cidades, de uma tacada só, chegaram a esta esquina com a expressão chave "carro roubado". Será que uma quadrilha está agindo em massa esta semana? O que anda acontecendo?

Meses atrás, fiz um
post ajudando a divulgar a página http://www.carroroubado.com/, que auxiliava na localização de carros roubados. Bom saber que este blog, algumas vezes, cumpre a função de utilidade pública. Só que agora há pouco tentei acessar novamente a página e nada. Não sei se é um problema temporário ou se ela realmente saiu do ar para sempre. Tomara que não...

Crédito da foto: semsono.blogspot.com/2004_12_01_archive.html

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O que um ralo entupido rendeu...

Outro dia tentei desentupir o ralo da área de serviço. Tirei a tampa, soquei um ferrinho lá dentro. Nada. Chamei o bombeiro hidráulico para ver qual o problema. Minha suspeita se efetivou: algum débil mental fechou o cano com cimento e massa durepoxi (!!!). Quando o bombeiro tirou essa estranha mistura que vedava o cano, outras coisas estranhas apareceram: algo que parecia pedaço de casca de tronco de alguma árvore, uma barata morta...isso sem contar com o pedaço de barra de calça jeans que estava logo embaixo da tampa que eu tirei.

Já que apareceram tantas coisas insólitas nesse cano, poderia ao menos aparecer alguns dólares pra gente também, né.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

As empresas deveriam fazer teste de QI na seleção de funcionários!

Não é a toa que o stress anda me tomando constantemente... Além daquela história da empresa de montagem de móveis e outras paralelas relativas a prestação de serviços, houve uma que, semana passada, foi de doer.

A Net instalou a internet e, um dia depois, não funcionava mais. Agendei então a visita do técnico para verificar qual o problema. Bem, supõe-se que a empresa repasse aos técnicos o celular da pessoa que estará em casa esperando a assistência. Ainda mais porque interfone é coisa que nem sempre funciona...Como o nosso interfone estava nesse estado, alertei a atendente pelo telefone que o técnico deveria ligar para mim, para que eu pudesse abrir a porta, caso não achasse o zelador do bloco. Fora isso, eu já havia pregado uma tirinha de papel no painel do interfone lá embaixo com o seguinte dizer: " 207 com defeito".

Quem disse que adiantou?

A sorte é que eu estava na janela da cozinha quando avistei um carro da Net estacionando. Pensei: "Devem ser os técnicos". Cheguei a ver um deles batendo na porta da casa do zelador. Ele não estava ali. Também pudera...era horário de almoço. A sorte foi que, da janela, perguntei: "Vocês vão para o 207?" Um deles respondeu que sim. Avisei que eu era do citado apartamento e desci para abrir a porta. Um dos rapazes comentou que eles estavam quase indo embora porque achavam que não tinham ninguém em casa (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!). Não se deram ao trabalho de me telefonar nem de ler o aviso do painel do interfone...

Ando passando tanta raiva, mas tanta raiva, que dessa vez a engoli, até mesmo para não correr o risco de sabotarem meu computador, sabe-se lá. Infelizmente, pode-se esperar de tudo...

Estou quase começando uma campanha para que as empresas, na hora de contratar seus funcionários, utilizem um teste de QI (Quociente de Inteligência) na seleção.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sua irmã pode ser usada como enceradeira, que tal?

Depois da historinha da Ju matando uma de nossas irmãs , aqui vem outra enviada pela própria:

Quando eu tinha uns 10 anos, eu estava usando a Susana de enceradeira (ela deitada no chão, peguei seus pés e comecei a arrastar pelo chão da sala)e a mamãe gritou: "O que vc esta fazendo, menina?" Eu disse: "To encerando o chão." Ela disse: "Não vai estragar o chão, hein?"

Para vocês terem mais uma idéia do que a Susana sofre nas mãos da Juliana.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O mundo encantado das caixas de papelão cheias

Finalmente voltei ao blog. O motivo de minha ausência, aqueles que costumam acompanhar este espaço virtual devem deduzir: a mudança. Só voltamos a ter acesso à internet ontem. Por isso, já vou avisando aos amigos e primos que, aos poucos, vou colocando a correspondência em ordem. E aos poucos também vou vendo o que os amigos blogueiros andaram escrevendo por estes dias.Estou dando prioridade, claro, a botar ordem no apartamento. Afinal, transitar em meio a caixas e mais caixas de papelão cheias é meio desconfortável. Felizmente, aos poucos elas vão diminuindo em quantidade...nos primeiros dois dias eu cheguei a tropeçar em várias. Depois, fomos abrindo caminhos e trilhas entre elas e até mesmo algumas ilhas foram se formando em nosso apê. Cada caixa desmontada é uma verdadeira vitória. Cada objeto colocado em seu devido lugar também. E aos poucos o lugar aqui vai tomando cara e jeito de "Lar, Doce Lar".

Depois de cinco dias sem acessar meu blog, eu me surpreendi com o grande número de comentários no post sobre o Obama. Muito legal ver tanta gente participando e deixando lá sua opinião. Viva as possibilidades que a Internet nos oferece!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Viva Obama!


Venho reparando uma coisa comum entre eu e a maioria de meus amigos ou contatos blogueiros: dificilmente alguém de suas respectivas famílias lê seus blogs. Parece que aquele dito popular: "Santo de casa não faz milagre" se aplica direitinho a esse caso.

De minha família, até onde sei, só uns três ou quatro primos entram aqui de vez em quando, todos peruanos. Talvez nossa distância geográfica os incentive a ler as coisas que publico aqui. Dos primos brasileiros, bem raramente uns dois ou três passam por esta esquina. Das minhas irmãs (todas moram em Brasília), só uma delas havia entrado aqui uma vez. Quanto mais perto, aparentemente menos interesse nessa coisa de Blog, pelo menos em meu contexto familiar.

No entanto, eis que para minha surpresa esta semana, a famosa Ju, minha mana caçula, protagonista de algumas historinhas que andei contando por aqui, resolve se tornar leitora diária desse espacinho virtual. Para prestigiá-la, escrevo este "post-resposta" a um comentário que ela escreveu anteontem.

Ju (e todos que pensam parecido), no caso da eleição do Obama, acho que realmente não só o Jornal Nacional, mas todos os veículos de comunicação brasileiros tinham realmente a obrigação de fazer uma boa cobertura disso. Queiramos ou não, os Estados Unidos mandam no mundo, fazer o quê...e esta eleição foi histórica, sem sombra de dúvida. A eleição e seu resultado. E ambos tem sim muito a ver com o Brasil também e com todo o mundo. Torci muito por Obama e fiquei feliz por sua vitória. A parada não vai ser fácil, mas ele é infinitamente melhor que Bush. Com Obama, pelo menos, temos esperança concreta que algo pode mudar.

Agora falando da cobertura corrente da maioria dos veículos no Brasil, deixando o assunto das eleições dos EUA de lado, realmente o que ocorre é meio que uma aberração, do meu ponto de vista. Sabemos mais do que ocorre nos EUA do que em países vizinhos nossos. Boa parte das pessoas curte mais música vinda de lá do que de nosso continente. A maioria das escolas ensina só inglês e ainda não inclui o espanhol, apesar de sermos latinoamericanos (ainda bem que, aos poucos, o espanhol também está sendo introduzido em algumas escolas).E há tanta pauta jornalística interessante rolando pela América Latina...mas é aquela coisa: é o money que manda em tudo...

Por isso adoro a Internet: ela nos dá a possibilidade de encontrar cada vez mais e mais veículos alternativos, que possam nos trazer informação diferenciada, já que a maioria das notícias da TV são iguais...

Crédito da foto: arte-de-opinar.blogspot.com/

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

À Beira de um Ataque de Nervos!

Hoje estou explodindo de raiva. Para tentar baixar o nível de stress, resolvi desabafar aqui. Acreditam que hoje pela manhã fui esperar o montador de um armário de cozinha lá no nosso novo bloco e, devido à demora, quando resolvo ligar, já às 11h30min, o indivíduo disse que tinha passado lá às 9h?

O infeliz disse que apertou o botão do interfone e, como "não tinha ninguém", foi fazer a montagem do móvel de outra pessoa, em outro endereço. Fiquei muito p.... e disse a ele que, um dia antes, eu havia pedido à secretária da empresa para que o montador me ligasse no celular antes de vir. Também avisei a ela que, além disso, quando chegasse no bloco, seria bom que tornasse a me ligar pois nosso interfone está enguiçado. Ou que chamasse o zelador para abrir a portaria e poder bater na porta do apartamento...não adiantou nada...

O rapaz disse que ligou cinco vezes no meu celular. Porém, meu celular não chamou hora nenhuma e, em meio às minhas faxinas no apartamento, sempre o carregava no bolso justamente para não perder ligações. Ele disse que ligou também para o meu número fixo. Obviamente, como pela manhã estava no apartamento novo, eu não teria como atender esse número, do apartamento antigo. Mais tarde, fui verificar: nem havia mensagem na secretária eletrônica...

Intensamente chateada e soltando fogo pelas ventas como a mula sem cabeça, voltei pra casa e liguei para a empresa de montagem contando sobre o ocorrido. Pedi também que mandasse, até no máximo hoje à tarde, outro montador, pois o clima tinha ficado ruim com a discussão pelo telefone e a probabilidade do indivíduo montar o armário de maneira desleixada era grande. A atendente disse que não tinha como mandar outro. Pense na raiva que senti. O resumo da conversa foi o seguinte: falei que era para eles mandarem de qualquer jeito outro atendente até, no máximo, esta tarde, senão botaria o nome da empresa no PROCON, etc e tal....

Respirei fundo e, uns quinze minutos depois, liguei para outro número da empresa. Por sorte, falei com outra atendente que foi super atenciosa e conseguiu, naquele momento mesmo, contactar outro montador para me atender mais para o final de tarde. Tomara que ele realmente apareça. Mas só pela boa vontade e esforço dessa moça em me atender, já me senti melhor.

O que me deixa sem paciência é essa "cultura" horrorosa de Brasília de ter péssimos prestadores de serviço. É uma mistura de incompetência, burrice, falta de jogo de cintura, falta de profissionalismo, falta de boa vontade, preguiça....Tá certo que certos tipos de serviço são terríveis em qualquer lugar, mas aqui consegue ser pior. E não é implicância minha....tanto eu como Humberto cansamos de escutar de várias pessoas aqui sobre essa "cultura". Detalhe: muuuuitas delas, gente vinda de outros estados, e desse grupo, muitos que moraram em diferentes cidades, ou seja, gente com parâmetro suficiente para dar um parecer real do assunto. Lembro de uma colega de São Paulo que veio trabalhar uns tempos aqui. Ela ficava assustada com o despreparo de tanta gente, de diferentes tipos de serviço, para atender ao cliente. A gente tinha, infelizmente, de dizer a ela que aqui era assim mesmo...

Apesar de estar meio enjoada de viver aqui e de não morrer de amores por este rincão, estou convencida que, ainda assim, esta é uma das melhores cidades brasileiras para se viver. Pena que a "cultura" citada acima seja um motivo de stress e de má-fama de nossa cidade. Volta e meia vou passar a publicar aqui algumas histórias desse tipo para deixar todo mundo de sobreaviso. Acho que, a partir do momento que nós todos passarmos a cobrar mais por um bom atendimento, a coisa passa a melhorar.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A notícia do óbvio...


Pérola de ontem do Jornal Nacional: "Por aqui, nos EUA, os brasileiros são considerados latinos..."

Ainda bem, né...


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Semana de Mudança: arrancando os cabelos

Essa foto aí retrata bem meu estado de espírito nesta semana de mudança de apartamento. É tanta coisa para providenciar, para monitorar, tanta coisa para encaixotar...nessas horas a gente percebe como guarda coisas que usaremos nunca ou usaremos raramente. Ao longo dos meses já mandei muito papel velho para reciclar, algumas coisas doei, outras já sem serventia alguma joguei fora e mesmo assim ainda há montanhas de coisas por aqui. É um verdadeiro exercício de "arqueologia doméstica" este.

Ai que inveja dos "bichos-trailer" (lesma e similares) que carregam sua casinha consigo mesmos...

Crédito da foto: http://jueneco.blogspot.com/2008/08/aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh-meninas.html


segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Por favor, inventem a maquininha de chuva particular!

Já inventaram a maquininha para que o pobre indivíduo encalorado possa ter seu "vento particular", o ventilador. Já existem até versões portáteis dele, que cabem num bolso. Agora me pergunto se alguém vai inventar a maquininha de "chuva particular". Alguns de vocês certamente pensarão: "Já inventaram o chuveiro". Sim, mas cadê uma versão para podermos usar na rua? Poderia, sei lá, ser um pequeno chuveirinho que pudesse ficar acoplado às nossas costas e nos refrescasse ao acionarmos um pequeno botão. Esse invento poderia ainda ter os modos " garoa", "chuva média", "chuva forte" e ainda "granizo", para os mais radicais.

Acho que esse calor intenso sem chuva aqui na Asa Norte está me fazendo delirar...

domingo, 2 de novembro de 2008

Flagra fotográfico na estrada entre Brasília e Pirenópolis


Esse flagra tomei voltando de Pirenópolis (GO) no mês passado. Se não nos falha a memória, foi logo depois da cidade de Abadiânia. Literalmente, sem pé nem cabeça na estrada...

sábado, 1 de novembro de 2008

Rouge, Blanc Et Bleu...

Vive la France!
Só faltou o pequeno escudo da bandeira do Vaticano aí...

O Apê antes da pintura...

Hoje resolvi matar um pouco da curiosidade dos amigos e primos de fora de Brasília sobre nossa mudança de apartamento. Eis aí acima, nas fotos, nossa nova moradia, ainda sem os vidros das janelas. Por sorte que hoje terminaram de colocar os externos. Para a segunda, ficaram só os internos, das janelinhas dos banheiros. Depois coloco aqui fotos atualizadas, com os vidros no lugar.

De tão envolvida no monitoramento das reformas no apê, somente semana passada me dei conta de um detalhe engraçado, observando a obra a distância. Para quem vem caminhando na calçada, no sentido norte-sul, as janelas abertas pareciam a bandeira da França, só que com a sequência de cores invertida. E para quem vem no sentido contrário, a bandeira do Vaticano, apenas faltando aquele escudozinho na parte branca. No sábado passado à tarde, cheguei a receber uma mensagem de texto via celular do Rui, um amigo nosso que mora na mesma quadra para a qual vamos nos mudar semana que vem: "Gostei das cores das paredes do apartamento de vocês. Estou passando agora ao lado dele". Agora dá para entender melhor porque o povo que costuma fazer caminhadas na calçada ao lado do bloco costuma levantar a cabeça cada vez que passa por lá. Sem saber, a gente estava "dando bandeira" com tanta bandeira!

Eu e Humberto fomos escolhendo as cores por puro gosto pessoal. Uma das paredes da sala é vermelho-escuro, meio que imitando a sala da casa de um de meus tios de Lima. As demais daquele recinto são brancas. Gostei muito da cor e, felizmente, quando fui mostrar a Humberto a tonalidade numa loja, ele também gostou. Só depois é que me dei conta: branco e vermelho são as cores tanto da bandeira do Peru, como da bandeira da Suíça, pátria de um dos avôs dele. Feliz coincidência colorífica que une duas famílias de diferentes países! Fora o fato de, também sem querer, acabar homenageando um de meus tataravôs com o "discreto" panorama Rouge, Blanc et Bleu. Isso me faz lembrar o que disse uma vez um amigo meu: "Os antepassados vivem nos soprando palavras ao vento...". Tô achando que eles sopram também percepções estéticas...

Crédito das fotos: eu mesma.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cigarras: a teimosia em cantar mesmo na boca da gata!



Depois do episódio da cigarra no liquidificador, falta contar do episódio (aliás, dos vários episódios) das cigarras na boca da gata.

Quase todo santo dia a MaluCat nos aparece correndo orgulhosamente com uma cigarra em sua boca. Outro dia, eu estava pedindo (ou melhor, tentando pedir) uma pizza pelo telefone quando escuto uma barulheira danada: a gata correndo com sua "pequena caça" e Humberto gritando com ela: " Larga a cigarra, MaluCat, larga!". Detalhe: a cigarra, durante essa curiosa cena, estava cantando. Meio desafinada, mas estava. A atendente da pizzaria, do outro lado da linha, deve ter achado, no mínimo, que esta é uma casa de doidos...

Humberto foi o herói da cigarra: ele pegou a gata e tirou o pequeno ser cantante de sua boca. Em seguida, a soltou pela janela. Espero que ela tenha sobrevivido, pois me parece que estava sem uma parte de sua asa. Admiro a insistência das cigarras, que ousam cantar até mesmo quando estão prestes a serem comidas...

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

35.8º em Brasília: o tempo tá doido mesmo

35.8 graus em Brasília: parece ficção! Pior ainda com uns 20% de umidade relativa. Se para mim 27graus já é um calor chatinho, imaginem como estou com esse exagero climático todo....Ou melhor, como não estou...Hoje não estou sentindo vontade nem de escrever, minha pressão está baixa, minha cabeça dói e assim por diante...se continuar assim, vamos ter de comprar um freezer só para estocar potes e mais potes de sorvete. Não cura o mal estar, mas ameniza.

Já que o clima pirou de vez, bem que ele poderia então nos contemplar com uma nevasca básica no Planalto Central, não acham?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Vocês já estiveram num chiqueiro com ar condicionado?

No sábado à tarde, eu, Humberto e mais um casal de amigos fomos tomar sorvete no Park Shopping. Como estávamos fazendo compras ao lado desse lugar e a tarde estava quente demais, a alternativa mais próxima era ali mesmo. Quando chegamos na Praça de Alimentação do Shopping, que horror: as poucas mesas vazias estavam sujas, com batatas-fritas no chão e até mesmo alguns fios de macarrão... numa delas, havia coca-cola escorrendo... tivemos que nos sentar justamente nessa. Minha amiga, que acabou se sujando com essa meleca líquida, pediu a uma funcionária para passar um pano nessa mesa. Depois de um tempão, ela voltou e deu uma higienizada no lugar.

Tudo bem que um grande shopping, numa tarde de sábado, tem um movimento enorme e é difícil manter a limpeza 100%. Mas bem que os funcionários poderiam ficar mais atentos e agir com mais rapidez...por outro lado, certos frequentadores (oba, já sem trema, de acordo com as novas regras da Língua Portuguesa que passam a vigorar ano que vem...) deveriam ter mais educação. Muita gente acha que, pelo fato de não estar em casa, pode fazer o que quiser num lugar público. Inclusive largar batatas-fritas no chão, embaixo da mesa...quem derrubou poderia, com um guardanapo, pelo menos pegar as batatas e colocar em cima da bandeja plástica, algo assim...

Agora mesmo mandei uma mensagem para o Fale Conosco do Park Shopping comentando sobre esse problema. Espero que tomem providências quanto a uma melhor limpeza do local. Mas e com muitos de seus frequentadores? Como a gente faz? Bom seria se educação fosse transmitida via vacina...seria muito mais fácil...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A Dança do Alcatraz deu o que falar na festa

Não, não é uma nova dança baiana do tipo Axé Music...A Dança do Alcatraz é uma das manifestações culturais afro-peruanas típicas do litoral. Eu a chamo aqui em casa de "Dança do fogo no rabo" pois seu objetivo é tentar botar fogo no lencinho branco que está pendurado no traseiro de outra pessoa. Dizem que o ideal é a pessoa "atingida" tentar apagar esse fogo simplesmente rebolando, rebolando sem parar, apesar de o rapaz do vídeo do Youtube aí abaixo ter feito isso de uma maneira mais prática. Dizem que essa dança simboliza o acender da chama da paixão. Bem, realmente, ela é bem sugestiva.

Estávamos na festa de aniversário de nossa amiga Patrícia, no sábado, quando o assunto dessa dança apareceu num papo entre amigos. Causou um rebuliço danado. E isso que ninguém dançou o alcatraz, só conversou sobre. Imaginem o dia que resolverem dançar... Mas, por favor, se fizerem isso, avisem o Corpo de Bombeiros para ficar de prontidão em caso de excesso de animação dos bailarinos...

Por falar nisso, há uma amiga nossa, assídua leitora deste blog (será que posso divulgar seu nome?) louca para visitar o Peru a fim de bailar o alcatraz com um rapaz. Diz ela que o fogo pega mais fácil lá do que aqui...